Um silêncio tão pesado, quase cruel, Vazio ecoando, como um quarto sem céu. Tuas palavras, outrora meu abrigo,
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Um silêncio tão pesado, quase cruel, Vazio ecoando, como um quarto sem céu. Tuas palavras, outrora meu abrigo, Agora ausentes, deixaram-me contigo. Procuro em mensagens, rastros de “nós”, Mas só encontro o peso da tua voz. Que calou-se no escuro, sem despedida, Deixando-me à deriva nesta vida. Foste embora sem fechar a porta, Levando contigo o que mais importa. E eu aqui, sozinha, tento entender, Como gostar de alguém que escolheu desaparecer?