Além do véu da tempestade há o mundo em que sonho O fervor da pequena estrela vermelha que emanava algo que busquei durante 145 anos-padrões
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Além do véu da tempestade há o mundo em que sonho O fervor da pequena estrela vermelha que emanava algo que busquei durante 145 anos-padrões Algo que não deveria ter encontrado nunca, ou nunca deveria ter me encontrado Quando fui para lá me vi passando sobre as águas claras do rio que cortava o solo seco Por conta dos três anéis de estrelas que se formavam no céu todos os dias Lembrava-me dos dias que olhava para o céu nas noites, Noites em claro. Torres tocavam sinos e canções em cordas Sem destino ou motivo Apenas por cortesia A luz alaranjada transpassava as montanhas As árvores mortas pelo ardor do sol se desprendiam da terra Os rios se transformavam em riachos do dia pra noite Assim como nossa esperança Deixei-me de lado por um momento Vi as pedras vermelho-alaranjadas brilhando sobre a mesa Moldadas no cabo de couro durksiano, Refletindo os pôr dos sois que se foram há horas. A noite era clara, não tanto quanto o dia As luzes piscavam e as pedras emanavam calor Diminuindo a nossa dor na noite, que sempre se transformavam em sonhos para esquecermos nossa realidade. Quase morta. Ela se foi há tempos, mas a esperança ainda a revivia Em alguns momentos a chuva caía, aos poucos molhava a terra que encharcava a pequena estrela e a deixava viva novamente. As estrelas pareciam mais claras, os sóis mais escuros O planeta chorava de novo, e nós sofríamos. De repente me vi sem rumo, abandonado As estrelas estavam cada vez mais perto dos meus olhos Podia ir a qualquer lugar que desejasse Momentos importantes passavam rapidamente Minha mente parava Sentimentos iam e voltavam, sem rumo A dor se fora há muito tempo O amor ficou As luzes tomaram formas em minha frente Não podia descrever o que era Era apenas ... maravilhoso. A noite nunca foi tão clara como antes Agora conseguia ver-me Sem nenhuma noção do que a superstição me fez.