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Frases de Gabriel A. Sallas

7 frases

A morte é o preço que se paga pela vida
Um povo heroico? com seu retumbante brado... Talvez da boca pra fora, talvez do coração pra dentro E esse tal sol da liberdade, onde está afinal?
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Um povo heroico? com seu retumbante brado... Talvez da boca pra fora, talvez do coração pra dentro E esse tal sol da liberdade, onde está afinal? Será que brilha apenas em uma cidade? na capital? A igualde que nunca há de existir, nem com braço fraco nem com braço forte, não adianta persistir. Novamente a liberdade, apenas das pobres almas Que em seu leito, desafiam a morte e suas varias formas. Ó pátria amada, idolatrada... Salve, salve o professor que não vale nada... Brasil, um sonho intenso, um sonho, que de raio vívido Apenas o choque da realidade, essa um pesadelo. De amor e de esperança à terra desce, e apodrece Morro abaixo, a imagem do cruzeiro desaparece. Terra adorada, entre outras mil, és tu, Brasil. Ó pátria amada! Deitado eternamente em berço esplêndido, Crianças cegas pelo seu fascínio desmedido, Diziam que o gigante havia despertado, Mal sabem é que na verdade, ele havia desertado. O Brasil, simbolo de amor eterno. Reflexo de uma população, Governada pelos homens de terno. Hoje simbolo de eterna corrupção. Paz no futuro e gloria no passado. Que gloria? qual futuro? Futuro roubado, do índio nosso antepassado. Desculpa, devolvam a eles, o verde-louro. Mas, se ergues da justiça a clava forte Do sul ao norte, com sorte, até a morte Verás que um filho teu não foge a luta Não deixem o Brasil na mão desses filhos da put...

⁠Então, ficou, naquela porta, que por muitas vezes havia batido, ouvia apenas o eco do "toc-toc", o rangido da madeira, o suspiro do vento... Tipico de uma casa vazia, assombrada do vazio de quem já não mais ali habitava... Mesmo sabendo da ausência, sentido que não seria convi…
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⁠Então, ficou, naquela porta, que por muitas vezes havia batido, ouvia apenas o eco do "toc-toc", o rangido da madeira, o suspiro do vento... Tipico de uma casa vazia, assombrada do vazio de quem já não mais ali habitava... Mesmo sabendo da ausência, sentido que não seria convidado a entrar, ele insistiu mais dois leves "toc-toc", inclinou ao chão o olhar, arrematou as mãos aos bolsos, virou-se, um leve gesto nos lábios, que diziam sem som, "é", olhou a rua, garoava, mas não ligou, vagarosamente se afastou da porta, fechou o portão sem intenção de retornar, escolheu uma direção na calçada, e partiu, enchendo os pulmões daquele úmido ar de garoa...

⁠Amaldiçoada és medusa, mas ela poderia escolher esconder tal maldição , porém errante escolheu transformar homens em pedra, fruto de sua maldição, o que ela nunca fez em sua triste escolha, foi olhar para dentro do herói da história, que talvez só quisesse admirá-la em sua plena…
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⁠Amaldiçoada és medusa, mas ela poderia escolher esconder tal maldição , porém errante escolheu transformar homens em pedra, fruto de sua maldição, o que ela nunca fez em sua triste escolha, foi olhar para dentro do herói da história, que talvez só quisesse admirá-la em sua plena beleza, talvez por dentro daquela maldição houvesse alguma, mas outrora, maldição maior de sua errada escolha, fez de medusa por fora, por dentro medusa. Perseus que curioso arriscou, a olhou, de costas, como quem olha para o passado, através do reflexo no bronze de seu escudo, sem saber que tal visão anularia os efeitos de medusa em si, lembrando da lenda, triste fez o que ela o obrigou, retirou medusa da maldição, porém teve que lhe tirar a vida também, pobre Perseus, não sabia que mesmo retirando a medusa de sua maldição, a maldição de medusa estava para todo o sempre, em sua face. Perseus, aquele curioso Perseus, não existia mais, ao compreender as razões do que fez, não lhe restou muito, a não ser a razão, temendo estar errado, mas confiante que não houvesse outra utilidade para aquela maldição, empunhou o escudo de Atena, em seu interior, escondeu a maldição, que agora lhe servia como proteção.