As vezes me pego pensando nos amores que perdi
E criando histórias daqueles que ainda não vivi
Então as sós
Me pego pensando em nós
O medo me consome
E de repente toda minha esperança some
Tenho que ao menos tentar
Levantar e lutar
Mas o receio de te amar é maior
Ou talvez minha falta de ação é pior
Me destrói
Enquanto a esperança aos poucos se corrói
por tudo que vivi,
por todos amores que perdi,
pelos momentos que esqueci,
pelo unico abraço que recebi
da solidão que em meu ser mora,
Pela minha alma que chora
pelos motivos que me fizeram cantar
e aqueles que me fizeram chorar
digo que isso é normal
mas tudo isso me faz tão mal
ando tão extressado
e de mim mesmo cansado
todos me dizem que isso vai passar
enquanto isso, vejo tudo piorar
Me diga o que fazer,
Quando saudade tua vier a bater
E a vontade de chamar teu nome não desaparecer
Como devo proceder?
Se já não consigo me conter
E essa abstinência
que possui nome é sobrenome,
Dá minha vida some.
sem a decência
De dizer, que toda essa dor
Não é por querer
Mas - "eu já não quero mais teu ser".
Ela lê
Ele vê
Ele vive
Ela sobrevive
Ela não sabe amar
Ele ama sem pensar
Enquanto um pensa demais
O outro sente demais
Eles se completam
Mas ambos são completos
No seu ser
No seu viver
Condenados a se evitar, destinados a se encontrar.
Acho que nossos encontros não deveriam acontecer...
É como se o destino sussurrasse, com voz firme e misteriosa:
"Vocês não podem se encontrar.
Não foram feitos para se cruzar..."
Somos como o Sol e a Lua — tão intensos, tão opostos —
e, ainda assim, tão conectados pelo mesmo céu.
Mas a minha alma responde, com esperança e ousadia:
"Para isso, existe o eclipse."
E então me vem a lembrança...
O eclipse é raro, é breve, é mágico.
Não acontece todos os dias.
Mas quando acontece…
o universo inteiro para pra ver.