Nosso amor é o que me mata Sou assim, Assim mesmo...
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Nosso amor é o que me mata Sou assim, Assim mesmo... Acredito no que não há Amo aquilo que não devo Quando vejo: já dançam o frevo e eu sequer tomei um ar. Infância, a eterna lembrança Verdadeira briga pela esperança... Nosso romance é distanásico E esse lance obsceno Te conheço de muitos anos, Tivemos encontros diferentes Em barcos estrangeiros, em tempos recorrentes. Apesar do teu escárnio sem ti não vivo não raciocínio sem seu apoio, não exerço sem seu cativo. Em anos, em muitos anos vi teu clarão Ainda vejo, às vezes, quando quero E quando não quero principalmente. De repente, tudo vira serpente E não sou gente para aguentar o fogo ardente Peço a Deus clemente A intervenção urgente: Cuida da minha gente... Eles não podem tomar conta de si.