Entendo as entrelinhas, penso páginas, e escrevo linhas.
É louco, dizer tudo escrevendo pouco.
E mesmo, que escreva devagarinho,
quando a carga é pesada, a caneta rasga o pergaminho.
Sofria sorrindo, alma frígida e fraca.
Rígida consciência, omitia os sentimentos.
O Inferno interno, trazia ruína ao templo,
pois espíritos parasitas atentam carcaça opaca.
Aprendi com o coração, e a pureza que me guia.
Expansão do beco estreito onde o amor residia.
Sou ágil no contágio, e na harmonia dos elementos,
em um só.
Me apresento, fazendo Freelosofia.
E pinga a tinta que inicia a obra, de um poeta,
com a caneta onde a ponta, aponta um conselho.
Inquieto me aquieto enquanto a mão arquiteta
escrituras, que registram tudo que aconselho.
As mazelas da vida, vem pra me atrasar.
Mergulho em escrituras pra me libertar.
Doutrina, conselho, reflexo do espelho
da alma...
Aqui posso me encontrar.