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Frases de Francis Iacona

330 frases

Depois de um certo tempo de casados, o homem que era astuto fica mais ingênuo e a mulher que era ingênua fica matreira.
Podemos dizer que a Bíblia judaica - Velho Testamento -, tem cunho capitalista e defende a propriedade privada. Se tudo pertencesse a todos não haveria motivo para uma lei que proíbe o roubo e que consta no decálogo - "não roubarás". Nem tampouco faria sentido as grandes propried…
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Podemos dizer que a Bíblia judaica - Velho Testamento -, tem cunho capitalista e defende a propriedade privada. Se tudo pertencesse a todos não haveria motivo para uma lei que proíbe o roubo e que consta no decálogo - "não roubarás". Nem tampouco faria sentido as grandes propriedades de terra e criação de gado mantidas pelos patriarcas judeus - Abraão, Isaque e Jacó.

A filosofia e a ignorância são irmãs. Ambas são filhas da preguiça. A filosofia aproveita a ociosidade para sonhar acordada e bater papo com os amigos. Sua irmã, escrava como é, aproveita sua ociosidade para dormir. Essa Ignorância é prima da filha do preconceito que também se ch…
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A filosofia e a ignorância são irmãs. Ambas são filhas da preguiça. A filosofia aproveita a ociosidade para sonhar acordada e bater papo com os amigos. Sua irmã, escrava como é, aproveita sua ociosidade para dormir. Essa Ignorância é prima da filha do preconceito que também se chama Ignorância.

O que é Peculato: A palavra deriva do termo latino "peculatus", que no direito romano se caracterizava como o desvio de bens pertencentes ao Estado. Peculato é um crime de desvio de dinheiro público por funcionário que tem a seu cargo a administração de verbas públicas. É crime…
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O que é Peculato: A palavra deriva do termo latino "peculatus", que no direito romano se caracterizava como o desvio de bens pertencentes ao Estado. Peculato é um crime de desvio de dinheiro público por funcionário que tem a seu cargo a administração de verbas públicas. É crime específico do servidor público e trata-se de um abuso de confiança pública. Está previsto no Artigo 312 do Código Penal Brasileiro e se enquadra nos crimes praticados por funcionário público contra a administração em geral, que dispõe o seguinte: “Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio.” Quem comete este tipo de crime está sujeito a uma pena de reclusão de 2 a 12 anos e pagamento de multa.