Que os “dias pra baixo” falem, que as crises ajudem, que as dificuldades sejam sempre apontamentos para lembrar que somos humanos, que estamos crescendo, que até os dias de dores reservam presentes de amor.
Frases de Flavio Siqueira
69 frases
Não cobre que alguém seja mais do que é. Nem dê o que não tem. Nem que seja supridor de seus vazios. Aprenda a aceitar o outro como é e valorize sua liberdade. Se não for assim, não haverá amor.
Felizes os que aprenderam a viver no hoje. Por pior que as coisas sejam, nada supera a força que temos para suportá-la e superá-la hoje. Passado e futuro são miragens, um só aconteceu no hoje, outro, quando vier, virá no hoje. Vivamos a cada dia sua própria porção porque na verd…
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Felizes os que aprenderam a viver no hoje. Por pior que as coisas sejam, nada supera a força que temos para suportá-la e superá-la hoje. Passado e futuro são miragens, um só aconteceu no hoje, outro, quando vier, virá no hoje. Vivamos a cada dia sua própria porção porque na verdade isso é tudo o que temos.
Quando você de fato aprender a ouvir o silêncio, então, e só então, entenderá o valor das palavras.
Não há dia que eu deixe de ser confrontado com minhas ambivalências, com as contradições presentes em minhas escolhas, quando sou quem acho que não seria, quando encontro descompassos entre o que estou sendo e o que penso ser, entre o agir e o querer, entre o mundo que cresce par…
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Não há dia que eu deixe de ser confrontado com minhas ambivalências, com as contradições presentes em minhas escolhas, quando sou quem acho que não seria, quando encontro descompassos entre o que estou sendo e o que penso ser, entre o agir e o querer, entre o mundo que cresce para o lado de dentro e o mundo que vivo no lado de fora. Não sei amar, mas tento praticá-lo. Não sei perdoar, mas todos os dias tenho oportunidades de exerce-lo. Não sei ser bom, e a vida me enche de chances para que eu seja. Não sou humilde, mas seria tolo se não admitisse que a falta de humildade mata; por isso exercito, por isso caminho, por isso, quando me canso, sei que logo me renovo e então prossigo sabendo que, em cada dia, a chance de dar mais um passo, de experimentar um pouco mais, de perceber, de enxergar, de, finalmente, acordar.
Aquele que anda por consciência cumpre as leis, mas não precisa delas. Quem é regido por leis não anda por consciência e quem tem consciência não precisa de leis.
Espero que antes de encontrar a pessoa certa você se encontre. Para que não a sobrecarregue com a ingrata responsabilidade de te fazer feliz.
A alma quer liberdade. Se projeta na casa grande, no espaço amplo, na vista para o mar. Procura o abraço prolongado, as bocas, os beijos, o ar. Estica-se como pode, tenta romper o que prende e ser. A liberdade é uma conquista diária, um caminho para quem precisa de espaço, sente…
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A alma quer liberdade. Se projeta na casa grande, no espaço amplo, na vista para o mar. Procura o abraço prolongado, as bocas, os beijos, o ar. Estica-se como pode, tenta romper o que prende e ser. A liberdade é uma conquista diária, um caminho para quem precisa de espaço, sente falta de ar, de céu, de gente, de vida, mas espaços não são lugares, são dimensões interiores.
O céu sempre me intrigou. Desde cedo olhava para o espaço e pensava sobre os limites, as fronteiras, o fim de tudo. Algo como a parede que Jim Carrey encontra enquanto navega no oceano artificial do “Show de Truman”. Aquele mundo era uma produção televisiva, todos sabiam, menos o…
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O céu sempre me intrigou. Desde cedo olhava para o espaço e pensava sobre os limites, as fronteiras, o fim de tudo. Algo como a parede que Jim Carrey encontra enquanto navega no oceano artificial do “Show de Truman”. Aquele mundo era uma produção televisiva, todos sabiam, menos o incauto personagem que protagonizava a serie. Um dia desconfiou e chegou ao limite do seu mundo, a parede pintada de céu. Tudo o que sabemos é que as medidas são muito maiores do que imaginávamos. Quanto mais a ciência explora, mais perguntas, mais grandiosidade, mais mistérios. Do que é feito o universo? A matéria escura? A causa primordial? Estamos muito longe de respostas definitivas. O mesmo acontece quando me aproximo e tento entender as partículas subatômicas. Os átomos dissecados. Agora exploramos o mínimo dos mínimos e parece que a física macro é subvertida em conceitos no micro. Mudam as lógicas, as leis, as dinâmicas. Vivemos em busca de respostas que diminuam a sensação de perplexidade diante do que não sabemos, do infinito, do incognoscível, da vida, da morte. Então tentamos entender Deus, ou pelo menos a mente de Deus. Tentamos controlar Deus. Seja pela via científica que explora o universo, seja pelo conhecimento teológico que alimenta as religiões, seja pela viagem filosófica que nos aponta para o sem fim, para perguntas sem respostas, exatamente como a ciência, ou como a religião se encarada com honestidade. Tudo o que vejo como mistério inacessível do lado de fora se projeta de alguma maneira no que sou, do lado de dentro. O mistério dos multiversos, das galáxias, dos planetas. As perguntas sobre Deus, sobre o que ou quem ou se é. O medo da morte e os mistérios inexoráveis. A vida e os significados que tentamos entender. Reflexos do que nos habita, se vincula à dinâmicas tão sutis, tão intimas, tão essenciais e se projetam em completa grandiosidade e mistérios para o lado de fora. Intocáveis para lá, discernidas em significados para cá. Somos maquetes do universo. Somos a chave de compreensão entre os dilemas da vida, do espaço, do infinito, do tempo, da morte que se projetam subversivamente no essencial, no simples, no genuíno. Tudo aplicado no cotidiano e em minha capacidade de assumir-me como sou, humano, incluindo minhas fragilidades. Olho para dentro e sinto que sou casa de mistérios. Em mim habitam as respostas das galáxias, os segredos dos planetas, as chaves do infinito, da vida, da morte. Casa de Deus que sou. Então entendo que tudo fala sobre a mesma coisa. Noite e dia, luz e trevas, dor e alívio, doença e cura, macro e micro, vida e morte, mistérios expostos na simplicidade de quem entende que somos linguagem vinculados ao infinito e, no entanto, lindamente presos ao tempo e aos reflexos de tudo que ainda não sei, mas se expressa em desconcertante simplicidade do lado de dentro. Do lado que vejo. No lado que sou. Flavio Siqueira
PERDÃO Perdão não é um aval para que o outro me fira, nem sinônimo de bondade, de "dar a outra face". Perdão tem a ver com livrar-se do sentimento corrosivo de que foi injustiçado, de que alguém te fez mal. Pode ser que realmente tenha feito, mas considere que tudo o que pensa…
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PERDÃO Perdão não é um aval para que o outro me fira, nem sinônimo de bondade, de "dar a outra face". Perdão tem a ver com livrar-se do sentimento corrosivo de que foi injustiçado, de que alguém te fez mal. Pode ser que realmente tenha feito, mas considere que tudo o que pensa está relacionado a perspectiva de onde você está hoje e não necessariamente reflete as complexidades da vida e das relações. Lembre-se, todo santo é ou já foi diabo para alguém, inclusive você. Perdoar não significa ser amigo, conviver, dar beijinho no rosto, mas seguir adiante em liberdade, sem cultivar em sua consciência a sensação de que tem o "direito" de condenar quem quer que seja. Você não tem. Você quase não enxerga além das próprias causas, como pensa que sabe as intenções do outro? E depois que perdoar, como lidar com a pessoa? O que fazer? É você quem decidirá, pode ser que retomem, pode ser que não se falem novamente, creio que isso não seja tão importante. O que vale é que, decida por qual caminho decidir, o fará em liberdade, com a leveza de quem simplesmente largou a âncora do rancor e resolveu seguir adiante. Trata-se de uma escolha. Uma escolha sua. - flaviosiqueira.com
Vaidade: veneno que corrói lentamente a alma, nos fazendo acreditar que somos o que de fato não somos. Feliz aquele que olha para dentro, admite suas próprias relatividades e, apesar dos devaneios do coração, caminha como quem nunca está a altura de julgar quem quer que seja. Som…
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Vaidade: veneno que corrói lentamente a alma, nos fazendo acreditar que somos o que de fato não somos. Feliz aquele que olha para dentro, admite suas próprias relatividades e, apesar dos devaneios do coração, caminha como quem nunca está a altura de julgar quem quer que seja. Somos todos seres em constante processo de acabamento.
Tudo na vida tem prazo de validade. Em alguns casos pode durar menos, outros mais, o fato é que chega o tempo em que a textura muda, o sabor termina, o doce azeda. Se nem tudo vem com rótulo, cabe a nós discernirmos o tempo de cada coisa, interpretando os sinais de que o que er…
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Tudo na vida tem prazo de validade. Em alguns casos pode durar menos, outros mais, o fato é que chega o tempo em que a textura muda, o sabor termina, o doce azeda. Se nem tudo vem com rótulo, cabe a nós discernirmos o tempo de cada coisa, interpretando os sinais de que o que era bom deixou de ser. Venceu. O problema não é que as coisas estragam, mas a nossa incapacidade em perceber que o prazo venceu. Tudo muda. Dê valor enquanto tem, entregue enquanto pode, mas, o dia em que o prazo vencer, não insista. Não lute contra ele. Depois dos prazos, novas contagens, novas estradas, novas possibilidades; renovação. Para tudo há um prazo, cada coisa o seu tempo. O que começa um dia acaba.
Se você pudesse enxergar mais longe, e ver a vida por outro lado onde fosse possível ir a lugares desconhecidos e tudo que te aflige parecesse insignificante? Saísse desse chão, pisasse nas estrelas, vendo tudo aqui de cima... você saberia que nem sempre as coisas são o que apar…
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Se você pudesse enxergar mais longe, e ver a vida por outro lado onde fosse possível ir a lugares desconhecidos e tudo que te aflige parecesse insignificante? Saísse desse chão, pisasse nas estrelas, vendo tudo aqui de cima... você saberia que nem sempre as coisas são o que aparentam ser. Confiaria menos no que vê e mais no que sente. Seria tolerante com os seus erros e aprenderia a perdoar. Saberia o valor da gratidão e se afastaria da condição de juiz da humanidade lembrando que antes de todos você é humano e cheio de ambigüidades. Se visse mais longe, deixaria de se preocupar com o que os outros pensam sobre você e saberia que isso não vale nada... Começaria a prestar atenção nas pequenas coisas, valorizaria mais o seu tempo pois entenderia que só existe o dia chamado hoje. É nesse dia que você tem pra viver, é HOJE que você tem pra SER! Se pudesse enxergar mais longe, abriria mão do seu orgulho, mudaria suas prioridades, andaria por outros caminhos, se abriria para as pessoas invertendo seus valores. Se soubesse que o poder está na fraqueza e o tesouro, na sabedoria? Você buscaria o conhecimento e aprenderia a DESCANSAR sabendo que os seus esforços não te garantem nada... A vida é graça... e é dela que você depende! Olhe pra cá! E veja que sobre você está o firmamento, que Eu te vejo e que você não está sozinho. Há muito mais do que você pode ver. E se você pudesse enxergar mais longe, TUDO seria diferente. Desde o Éden...
Tudo no caminho Aquela memória, aquela saudade, aquela sensação descabida, inesperada, sútil. Linguagens da vida, sutilezas que nossa pressa nos impede de ver. Preste atenção. Tem tantas sutilezas a sua volta, tantas mensagens que poderiam acalmar o espírito, tantos carinhos da…
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Tudo no caminho Aquela memória, aquela saudade, aquela sensação descabida, inesperada, sútil. Linguagens da vida, sutilezas que nossa pressa nos impede de ver. Preste atenção. Tem tantas sutilezas a sua volta, tantas mensagens que poderiam acalmar o espírito, tantos carinhos da vida, tanta sabedoria espalhada pela terra, pelo céu, pelo mar, pelos olhos que te fitam pelas ruas… Você não precisa de explosões, nem de uma voz divina parecida com a do Cid Moreira lhe explicando o caminho. Nada disso. Fica quieto, para de reclamar, aquiete-se, ouça, veja… Ta tudo ai, por que reclama tanto? Porque permanece com os olhos fechados?
O amor também cansa O amor também cansa. A gente cansa do outro, a gente cansa da vida, a gente cansa da gente, a gente cansa de quase tudo. O amor também cansa como tudo na vida. Mas é só cansaço. Depois das pausas há o céu.
Só não perca a esperança! Não te parece muitas vezes que o mundo ficou louco? É como se as coisas nem sempre se encaixassem, como se a pressa, o entorpecimento de olhar fossem roubando a essência das pessoas. O dinheiro é o norte, o consumismo, a produtividade a qualquer preço e…
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Só não perca a esperança! Não te parece muitas vezes que o mundo ficou louco? É como se as coisas nem sempre se encaixassem, como se a pressa, o entorpecimento de olhar fossem roubando a essência das pessoas. O dinheiro é o norte, o consumismo, a produtividade a qualquer preço e tudo o que isso deriva, como o egoismo, a violência, a ganância estabelecida em nome da fé, da saúde, da política, do que era para ser bem estar básico do ser humano. Então, chega determinado dia que você desliga a TV irritado, ou soca o volante ou simplesmente olha no espelho e diz “cansei”. Como se a caminhada no contra fluxo estivesse no limite e a possibilidade de ser como todo mundo, de desistir, de simplesmente seguir a manada soasse como possibilidade tentadora. Sei como é. Confesso que tem dias que não quero escrever, que sinto não ter muito a contribuir, como se estivesse tentando apagar um incêndio com uma canequinha. Sei como se sente. Quando isso acontece, não luto contra. Lembro que estamos no mundo das relatividades, que carregamos trevas e luz dentro da gente, que estamos aqui para aprender a amar. Como não doeria? Como seria fácil? Sim, nada é tão certo e nas incertezas há muita beleza! A dor faz parte do processo, o inconformismo, o cansaço, a sensação de remar contra a maré também. É normal, é natural, é sinal que você não se tornou um psicopata existencial, do tipo que vê mas não enxerga, que sabe, mas não sente, afinal, nem sempre o mundo é um lugar fácil para viver. Não são apenas os “insights” que nos elevam, tampouco haverá plenitude enquanto convivermos com tanta dor. Portanto, se esse for seu processo hoje, receba aqui minha solidariedade, meu carinho e minha completa certeza de que isso passa. Sim, acredite, isso passa. É como acordar com passarinhos cantando depois de uma madrugada de tempestade, raios, ventos e medo. É como estar no meio da multidão em alvoroço e ser regatado por um abraço amigo e acolhedor, como a voz de quem amamos interrompendo ruídos, como um dia de sol depois de semanas de chuva. Como sentir que tudo se perdeu, que não há mais jeito até que um inesperado sinal de renascimento muda as perspectivas. Quando passa, você percebe que saiu mais forte do que entrou. Isso é maravilhosamente inexplicável! Aos poucos tudo vai ficando claro e a dor fazendo sentido, tudo se encaixando, clareando, harmonizando apesar dos pesares, equilibrando sem que você tenha feito nada. Só percebeu, só se aquietou, só enxergou. Uma das coisas mais lindas dos humanos não é a capacidade de lutar, de estar forte sempre, de resistir, de sermos fortalezas ambulantes. Não é ai que mora nossa força. Nossa beleza está em nossa relatividade, na fraqueza que amanhã se transcende, no choro que, sim, pode acontecer e, quando passa, lava a alma, na dor que nos deixa mais fortes, na capacidade de reconhecer sem medo, sem culpa, sem remorso, nossa própria humanidade e então transcendermos. Sejamos humanos! Só não perca a esperança. Todos tem direito a dias ruins, é normal sentir que as forças acabam, mas ela volta, melhor, depurada, enraizada. Só não perca a esperança! Há muitas coisas boas ainda no seu caminho. Sei que há. Portanto, caminhemos.
"Esse mundo está lotado de ideias, filosofias, regras a serem seguidas, discursos absolutos, cartilhas, leis, mandamentos, donos da verdade nas igrejas, nas Tvs, no rádio, na política, nas universidades, nas esquinas da vida. Há sempre alguém defendendo uma ideia que tem cara de…
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"Esse mundo está lotado de ideias, filosofias, regras a serem seguidas, discursos absolutos, cartilhas, leis, mandamentos, donos da verdade nas igrejas, nas Tvs, no rádio, na política, nas universidades, nas esquinas da vida. Há sempre alguém defendendo uma ideia que tem cara de definitiva, uma 'tese irrefutável'. Há fundamentalistas e pacifistas, religiosos, humanistas, esotéricos, místicos, capitalistas, comunistas, intelectuais, ideologias em excesso, construções em demasia, desentendimentos que levam ao mesmo lugar: confusão, intolerância, desamor. É assim que permitimos nos condicionar. Por medo fingimos ser o que nem nós mesmos acreditamos, tudo por medo. A razão pela qual precisamos desses rótulos está ligada ao fato de não crermos em nada que vá além da superfície, dos discursos, das formas, das fórmulas, das palavras, do que nos dê alguma sensação de segurança. Quem admite perder o controle e dar um salto no escuro em busca da verdade? Da própria verdade. Desconstruções são fundamentais! Rótulos são apenas rótulos. Não ande com medo de punições. Não seja por medo. Se é para temer alguma coisa, tema o cinismo de quem finge que vê, mas é cego, a amargura de quem se resignou na própria loucura e não permite que os outros enxerguem, que se agarra à alguma teoria somente por temer ser punido. Não tenha medo, mas tenha fé. Ter fé não é acreditar em símbolos, amuletos, doutrinas ou pensar que amanhã tudo será conforme seus caprichos. Ter fé é caminhar em gratidão, perplexo muitas vezes, perdido tantas outras, sabendo que a verdade e a liberdade se conjugam, que todo aquele que procura em verdade, encontrará. Permita-se caminhar em liberdade, sem medo. Não tente sufocar o próprio vazio, mas tente percebê-lo sem angústia. É preciso silêncio de alma para poder ouvir, ver, saber, reconhecer que, sim, é conhecendo a verdade que seremos libertos de nossos labirintos, nossos enganos e nossos temores. Há muitas vozes no mundo. Há muita teoria, muitos caminhos para todos os lados. Há gente dizendo um milhão de coisas, mas, a questão é: qual a tua verdade? Está na hora de levar essa pergunta a sério."
"O mundo é dentro, o reino de Deus é dentro, a paz é dentro. Pare de buscar fora, de procurar culpados. Não são os outros é você. Pare de se distrair com tantas bobagens, com tanta pena de si mesmo, pare, e, então, finalmente, encontrará descanso."
Toda inquietude, todas as dores, todos os ruídos que tantas vezes parecem nos invadir são apenas expressões desorganizadas de algo maior, de um potencial de vida, a capacidade de se expressar em amor. Talvez não esteja claro agora. É necessário pacificar-se para entender. Não é o…
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Toda inquietude, todas as dores, todos os ruídos que tantas vezes parecem nos invadir são apenas expressões desorganizadas de algo maior, de um potencial de vida, a capacidade de se expressar em amor. Talvez não esteja claro agora. É necessário pacificar-se para entender. Não é o mundo, nem as pessoas, nem nada mais que deve promover paz em nós. Esse é nosso condicionamento, geralmente é assim que somos levados a acreditar: a paz está em algo a ser buscado, uma meta, uma pessoa, um evento que um dia encontrarei. Essa busca insaciável nos desorganiza. Faz com que as emoções enfraqueçam, nossa natureza seja distorcida, a criatividade diminui, coloca-se um véu denso e escuro sobre a capacidade de enxergar com clareza. Tudo o que temos naturalmente como potencial humano, toda beleza se confina em uma estrada estreita, congestionada, poluída. Como aquele mundo de gente que sai no feriado para o litoral achando que encontrará felicidade em uma praia lotada, carros literalmente estacionados nas estradas, falta de estrutura, de água, de comida, horas de paciência na ida e na volta enquanto a cidade desfruta de rara paz. Entende o que estou falando? As dores existenciais que não sabe explicar, a sensação de que tem coisa faltando, o desconforto latente diante do que as pessoas tem se tornado, diante do que você mesmo tem se tornado, não indicam 'doenças' necessariamente, pelo contrário, podem indicar que há em você, dentro, muito mais do que convém aos 'donos do mundo', os que usam nossa sede para criar zumbis em prisões emocionais, escravos que passam a vida inteira buscando lá fora, em tudo o que dizem, ou melhor, que vendem, o que encontrariam se simplesmente se enxergassem com verdade, se parassem de correr atrás de todos os pneus que passam pela estrada. A paz mora aí dentro. Não fora. Não lá, mas aqui. Tudo ficará absolutamente claro quando você se permitir parar, aquietar e enxergar. Não há fórmulas mágicas, encantamentos ou nada que substitua esse entendimento básico: É preciso enxergar-se. Siga seu caminho em simplicidade, com alegria, presente no hoje, no agora, encontrando significados no cotidiano. Seja humano, seja você. Esteja consciente. O que hoje parece desarmonia, refletirá sua paz interior e naturalmente se harmonizará conforme acontecer em seu coração. Só não inverta as coisas, não se engane, não se perca. O mundo é dentro, o reino de Deus é dentro, a paz é dentro. Pare de buscar fora, de procurar culpados. Não são os outros é você. Pare de se distrair com tantas bobagens, com tanta pena de si mesmo, pare, e, então, finalmente, encontrará descanso."
"Cada vez que você é afetado pelos reflexos de um ato praticado por outro, seja no passado ou no presente, tem a chance de dar uma resposta de amor. Sempre que faz isso, melhora o outro em você. Como todos são conectados, suas respostas em amor dá ao outro
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"Cada vez que você é afetado pelos reflexos de um ato praticado por outro, seja no passado ou no presente, tem a chance de dar uma resposta de amor. Sempre que faz isso, melhora o outro em você. Como todos são conectados, suas respostas em amor dá ao outro uma chance que – da mesma maneira como aconteceu com você – volta para ele como outra via de possibilidades. Se ele entende e também responde em amor, criará um ciclo de pacificação que vazará para mais gente."
"Há muitas vozes no mundo. Há muita teoria, muitos caminhos para todos os lados. Há gente dizendo um milhão de coisas, mas, a questão é: qual a tua verdade?"
"O desapego ainda é parte da ilusão do ego. Ele reflete a sensação de que tenho algo e abro mão, de que era 'meu' e desapeguei. Nada nos pertence, nem ninguém, nem coisa alguma. Só preciso ter consciência disso."
"Não há ideologias perfeitas. Podem ser lindas no papel, mas, na prática haverá contradição entre o real e o ideal. A história está recheada de exemplos assim, lindos começos, tristes finais. Nenhum sistema, seja político, social, educacional, religioso é a prova de falhas. Muit…
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"Não há ideologias perfeitas. Podem ser lindas no papel, mas, na prática haverá contradição entre o real e o ideal. A história está recheada de exemplos assim, lindos começos, tristes finais. Nenhum sistema, seja político, social, educacional, religioso é a prova de falhas. Muito pelo contrário, quanto mais de perto enxergamos, mais difícil acreditarmos naquilo. A gente ouve os discursos, conhece as propostas e até compartilha dos mesmos ideais, mas, aproxime-se e enxergará que nem tudo é como aparenta ser. Não é preciso ir longe. Veja no relacionamento humano. Famílias, casais, amigos, olhe mais perto, conviva por algum tempo e perceberá que nem sempre a aparência de estabilidade corresponde ao que acontece no íntimo. Verá gente tentando encontrar o que sobrou do que um dia foi lindo, mas parece que hoje simplesmente dissolveu. O fato é que nenhuma ideologia, nenhum sistema, nenhum relacionamento sobreviverá com saúde sem a consciência de que não há ideologias, nem sistemas, nem relacionamentos: há humanos. Todos nos refletem, o tempo todo reproduzindo aquilo que somos. Damos nome, chamamos de 'ismos', construímos prédios, criamos teorias, formamos identidades, fazemos planos pensando que estamos tratando com algo maior, mas é sempre gente. Sempre. Gente é a causa do colapso dos sistemas. Gente é a esperança que os sistemas sejam menos mecânicos e mais humanos. Sempre gente. Jamais resolveremos nossos problemas enquanto não olharmos pelo lado correto e, ao invés de pensarmos que trocando um por outro, uma velha teoria por outra nova tudo resolverá. Não é e nunca foi assim. Que as instituições sejam apenas ferramentas. A política um meio, as ideologias nada a mais do que um jeito de organizar pensamentos, que os grupos humanos não sejam divididos entre 'melhores' e 'piores', mas que, em tudo, predomine a consciência de que sempre estamos tratando de gente. Seja na condução de um governo ou no relacionamento a dois, recuperemos esse olhar, conscientes que, enquanto não pararmos para nos enxergar individualmente, a coletividade projetará as sombras que me habitam e carregará a 'culpa' da desarmonia que sou. Não são os sistemas, não é o governo, nem a política, nem a religião, nem a sociedade, nem sua família, é você. Cure-se primeiro e depois tudo refletirá."
"Pouca coisa é necessária. Estar em paz, viver em consciência, em liberdade de ser, o resto é sobrecarga."