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Frases de Fernando Vieira Filho

58 frases

Se você tem: Medo do futuro? Faça o bem! Medo de adoecer? Faça o bem!
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Se você tem: Medo do futuro? Faça o bem! Medo de adoecer? Faça o bem! Medo da velhice? Faça o bem! Medo da pobreza? Faça o bem! Medo de perder pessoas queridas? Faça o bem! Medo da opinião alheia? Faça o bem! Medo de se arriscar? Faça o bem! E por fim, se tem medo de morrer? Faça o bem! Estamos todos sujeitos à lei inexorável de causa e efeito. Portanto, se você quer um porvir ameno, tranquilo e feliz na medida do possível, comece hoje, no aqui e no agora, a gerar boas causas. Isso mesmo, fazer o bem de forma sistemática, pois quando você trabalha no bem, mesmo que o medo permeie sua vida - o que é normal -, carregue uma certeza íntima de que, no final, o bem é um resultado natural e certo!

Acreditar na vida é sonhar, pois o sonho é o que dá colorido, movimento, vida a vida. Quando deixamos ou perdemos a capacidade de sonhar, o colorido vira preto-e-branco, o movimento cessa, a vida perde o sentido. Precisamos manter a chama do sonho sempre acesa. E quando não tive…
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Acreditar na vida é sonhar, pois o sonho é o que dá colorido, movimento, vida a vida. Quando deixamos ou perdemos a capacidade de sonhar, o colorido vira preto-e-branco, o movimento cessa, a vida perde o sentido. Precisamos manter a chama do sonho sempre acesa. E quando não tiver o que sonhar, invente um sonho.

“Você está preocupado e temeroso com seu futuro, com a sua velhice, com a sua saúde, ou com seu final de vida? Pois lembre-se, toda causa gera um resultado, uma consequência. Daqui para frente, faça o Bem de forma sistemática e constante em sua vida. E fique tranquilo quanto a…
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“Você está preocupado e temeroso com seu futuro, com a sua velhice, com a sua saúde, ou com seu final de vida? Pois lembre-se, toda causa gera um resultado, uma consequência. Daqui para frente, faça o Bem de forma sistemática e constante em sua vida. E fique tranquilo quanto a seu futuro.”

Você está... Tratando a depressão? Tratando a ansiedade e o stress? Tratando o pânico? Tratando as fobias e manias? Tratando a dependência química? Embora os medicamentos psicotrópicos e antidepressivos sejam respeitáveis e necessários, saiba que este auxílio químico trata some…
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Você está... Tratando a depressão? Tratando a ansiedade e o stress? Tratando o pânico? Tratando as fobias e manias? Tratando a dependência química? Embora os medicamentos psicotrópicos e antidepressivos sejam respeitáveis e necessários, saiba que este auxílio químico trata somente os sintomas destas doenças, ajudando o paciente a colocar sua "casa interna" em ordem e estável. Nada mais. Eles não curam o transtorno em sua origem. O que vai ajudar, realmente, é o doente iniciar um processo de mudança em sua vida, para uma cura verdadeira e definitiva. Se este é o seu caso, chegou a hora de se propor a um trabalho disciplinado nestas 4 atitudes: 1. GRATIDÃO – Seja grato por tudo que a vida lhe ofereceu até esse momento. A gratidão é um remédio que, talvez, você tome em poucas doses em seu dia-a-dia. A mania de reclamar se instala quando você pensa que as coisas nunca estão boas o suficiente. Reclamação “atrai” negatividades para sua existência. 2. PERDÃO - Perdoe a tudo e a todos e principalmente a você mesmo. Lembre-se que perdoar é esvaziar, é “evacuar”, é jogar na desimportância este lixo emocional - mágoa ou ódio, e culpa - que você guardou em seu íntimo, decorrente das decepções sofridas ao longo de sua vida. 3. CARIDADE - Faça o bem de forma sistemática e rotineira, pois todos nós estamos sujeitos à lei inexorável de causa e efeito. O bem que você causa hoje resultará no bem que o Universo lhe trará de volta, no futuro. 4. ENTUSIASMO - Procure exercitar o entusiasmo (do grego: “Deus dentro de você” ou “Estar possuído de Deus”), porque a força para implementar a sua mudança interior vem de Deus. Assim, ter entusiasmo é se abastecer de Deus. Estas são atitudes que, aliadas à psicoterapia bem direcionada, ajudam, de forma efetiva, no tratamento dos transtornos mentais, bem como são importantes na prevenção dos mesmos.

Você está preocupado e temeroso com seu futuro, com a velhice, com a saúde, com seus recursos financeiros ou com seu final de vida? Pois lembre-se, no Universo de Deus existe uma regra inexorável: Toda causa gera um resultado, uma consequência. Portanto, gere sempre boas causas…
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Você está preocupado e temeroso com seu futuro, com a velhice, com a saúde, com seus recursos financeiros ou com seu final de vida? Pois lembre-se, no Universo de Deus existe uma regra inexorável: Toda causa gera um resultado, uma consequência. Portanto, gere sempre boas causas, faça o Bem de forma sistemática e constante em sua vida. E fique tranquilo quanto a seu futuro. Com bem se diz: O futuro a Deus pertence!

Não fique cobrando mudança dos que lhe cercam na vida. Não se entristeça, nem se lamente por não corresponderem às suas expectativas. Isso é normal neste mundo. Observe, aprenda, aplique em si todo o aprendizado, e não insista em mudar as pessoas ao seu lado. Você só muda a si…
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Não fique cobrando mudança dos que lhe cercam na vida. Não se entristeça, nem se lamente por não corresponderem às suas expectativas. Isso é normal neste mundo. Observe, aprenda, aplique em si todo o aprendizado, e não insista em mudar as pessoas ao seu lado. Você só muda a si mesmo(a). Não tem como mudar quem não quer ser mudado, mas tem como escolher quem caminha ao seu lado.

VOCÊ COMETEU ERROS? COMO AGIR? O Homem de valor e coragem se retrata imediatamente depois de cometer o erro. Tem coragem de tentar evitar a repetição de seus erros e com isso se aprimora. O Homem fraco comete erro e não se retrata. Cria o medo em tentar novamente e fazer melhor…
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VOCÊ COMETEU ERROS? COMO AGIR? O Homem de valor e coragem se retrata imediatamente depois de cometer o erro. Tem coragem de tentar evitar a repetição de seus erros e com isso se aprimora. O Homem fraco comete erro e não se retrata. Cria o medo em tentar novamente e fazer melhor. Consome-se no remorso por erros passados. A autopiedade é destruidora. O remorso, um sabotador que pode cerceá-lo em qualquer serviço ou atividade.

ARSENAL CONTRA O ALCOOLISMO – SÓ NÃO TRATA QUEM NÃO QUER Por Fernando Vieira Filho (1) Mães e esposas aflitas muitas vezes me procuram solicitando apoio profissional para seus filhos e maridos alcoólatras, e grande parte vem ao meu consultório desacompanhada do familiar doente.…
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ARSENAL CONTRA O ALCOOLISMO – SÓ NÃO TRATA QUEM NÃO QUER Por Fernando Vieira Filho (1) Mães e esposas aflitas muitas vezes me procuram solicitando apoio profissional para seus filhos e maridos alcoólatras, e grande parte vem ao meu consultório desacompanhada do familiar doente. Pergunto o porquê da ausência do marido ou filho em questão. Elas respondem que eles não estão interessados ou não quiseram vir. Então, digo a elas que não posso fazer nada por eles, pois para tratar o alcoolismo é preciso que o próprio doente se comprometa e queira sair do “pântano sedutor” da autopiedade, da autocomiseração. É necessário que ele aceite iniciar uma luta para o resto de sua vida, que se responsabilize 100% por seu próprio destino. O que faço com essas mães e esposas é ensiná-las a lidar com o doente, orientando-as no sentido de estimulá-lo, de forma bem sutil, na decisão de buscar seu próprio tratamento. Em minha vivência profissional percebo que a maioria dos alcoóis-dependentes não quer deixar o vício, pois estão “viciados” nos ganhos secundários que advêm da doença, como atenção e cuidados de parentes e amigos. Por exemplo, quando uma mãe ou esposa se refere ao filho ou marido alcoólatra dizendo: “Meu filho é muito bonzinho, coitado, sofreu muita decepção na vida”; “Meu filho, ‘tadinho’, não deixo faltar nada para ele, dou comida, lavo as roupas e se for preciso dou até banho. Eu o trato com carinho; “Meu marido bebe todo dia, mas é trabalhador, é bonzinho com a família, o coitado sofreu muito e não sabe falar ‘não’ para os amigos”; e por aí vai, eu afirmo o seguinte: enquanto as mães e esposas e, também, os amigos continuarem a “passar a mão na cabeça” do dependente alcoólico, ele dificilmente tomará a decisão de sair desta “zona de conforto. ” É sempre bom lembrar que o amor tem que ser exigente. Infelizmente, até hoje, é expressivo o número de pessoas que desconhecem a existência de medicamentos seguros e eficientes e, bem antigos, que são de grande valor no tratamento do alcoolismo. Então, vamos falar de dois deles: O clordiazepóxido, que no Brasil é conhecido como Psicosedin, foi o primeiro benzodiazepínico (ansiolítico) sintetizado no mundo, em 1957, e, três anos depois, começou a ser comercializado nos Estados Unidos e Europa com o nome comercial Librium. Com o tempo se revelou uma medicação de primeira linha para interromper o uso da bebida alcoólica. No caso do alcoólatra, sabemos que não se deve interromper, de supetão, o uso contínuo de álcool, assim o Psicosedin (clordiazepóxido) é uma ótima escolha para a substituição do álcool. A interrupção do álcool sem nenhum suporte de medicamento psicotrópico pode trazer mais problemas do que a continuidade do vício, por causa da síndrome de abstinência. Esta medicação – o Psicosedin - deve ser mantida pelo tempo que for necessário até que se constate o término do período de abstinência alcoólica. A síndrome de abstinência constitui-se no conjunto de sinais e sintomas observado nas pessoas que interrompem o uso de álcool, de uma só vez, após longo e intenso uso. As formas mais leves de síndrome de abstinência se apresentam com tremores, aumento da sudorese, aceleração do pulso, insônia, náuseas e vômitos, ansiedade depois de 6 a 48 horas desde a última bebida, e, na forma mais violenta, o Delirium Tremens. Em 1920 foi descoberto, o dissulfiram que é comercializado com o nome de Antietanol (Brasil), Antabuse (USA) e Antabus (Europa). É outro medicamento para ser usado no tratamento do alcoolismo, que atua de forma a provocar desagradáveis efeitos colaterais quando na presença de álcool. O dissulfiram, uma substância sem atividade psicotrópica inibe uma das enzimas de metabolização do álcool, provocando acúmulo desse metabólito no organismo e consequentemente forte mal estar mesmo para doses pequenas de álcool. O dissulfiram deve ser usado junto a um apoio psicoterapêutico. Temos outros medicamentos mais modernos como a naltrexone, conhecida como Revia, e o acamprosato (evita a recaída alcoólica), conhecido como Campral, que podem ser associados aos mais antigos. Enfim, existe um verdadeiro “arsenal” medicamentoso para ajudar o álcool-dependente na “guerra” que irá empreender contra o vício-doença. O doente vai precisar do apoio da família, do médico psiquiatra (totalmente necessário) e do psicoterapeuta. E a religiosidade deve ser estimulada por amigos e familiares, pois é de grande valia no fortalecimento da fé, bem como é importante frequentar as reuniões dos Alcoólicos Anônimos (A.A. – www. alcoolicosanonimos.org.br) No meu trabalho psicoterapêutico, depois do comprometimento do doente alcoólico com o seu tratamento, inicio com uma investigação das possíveis causas emocionais, muitas inconscientes, que o levaram a buscar na bebida uma forma de se autopunir. A autopunição - de forma absolutamente inconsciente - é uma consequência do remorso que advém da culpa. Mas o que o levou a sentir culpa? A mágoa (ódio) por si mesmo ou por alguém? Por ter, tempos atrás, julgado, criticado, humilhado algum parente, amigo, um pai ou mãe alcoólatra? Aos poucos, o doente começa a entender e a se conscientizar das causas que o levaram a se submeter à droga. A partir daí a pessoa adquire o controle sobre si mesma e, então, a oriento na utilização das “ferramentas” e técnicas necessárias para o início de sua luta, que é manter a doença sob seu controle para o resto de sua existência. Como diz o psicólogo Cel. Edson Ferrarini, que trabalha gratuitamente há mais de trinta anos na prevenção, orientação e recuperação de dependentes do álcool, tabagismo e das drogas, na cidade de São Paulo, o vício é um “leão” dentro da pessoa, e, até hoje, não foi descoberta uma forma de matar esse “leão”, portanto, a recuperação consiste em manter o “leão” adormecido por toda a vida. Para entrar em contato com o Centro de Recuperação, acesse http://coroneledsonferrarini.net.br/, ou ligue: (11) 5058-0726. E, finalizando, é bom que se diga que para qualquer tipo de dependência química - e não só o alcoolismo - é fundamental que o dependente queira se tratar, com verdadeiro comprometimento, persistência e disciplina. (1) Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004. É autor dos E-Books: PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz. PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book. Para saber sobre o atendimento psicoterapêutico presencial ou online, via Skype. Entre em contato comigo através de meu site https://www.harmoniacomflorais.com/agende-uma-consulta.php ou entre em contato pelo fone: (34) 9 9972-4096. Conheça seus blogs e sites: http://www.harmoniacomflorais.com http://harmonize-se-com-florais-de-bach.blogspot.com.br/ http://curesuasmagoasesejafeliz.blogspot.com.br/ http://maldealzheimerhoje.blogspot.com.br/ http://obsessaoepsicopatologias.blogspot.com.br/

AMOR E ÓDIO: DUAS FACES DE UMA MESMA MOEDA Por Fernando Vieira Filho (1) Amor e Ódio são irmãos. Entendam que só odeia quem muito ama.
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AMOR E ÓDIO: DUAS FACES DE UMA MESMA MOEDA Por Fernando Vieira Filho (1) Amor e Ódio são irmãos. Entendam que só odeia quem muito ama. O ódio é o amor machucado, o amor ferido, amor ressentido. E o perdão é o remédio que cura esse amor adoecido. O perdão é importante para pessoa que o exerce. Vou fazer uma simples analogia: Quando comemos uma deliciosa refeição, ela nutre o corpo, mas em poucas horas vira dejeto e tem que ser evacuada. Assim é o amor, que é o alimento da alma - ele nutre o espírito, mas quando vem a decepção, ele vira ódio, que é o dejeto do amor e, assim como as fezes orgânicas, esse ódio precisa ser evacuado. No dia-a-dia, quando as fezes ficam retidas no intestino, causam intoxicação em nosso corpo; e quando, depois de alguns dias, não conseguimos evacuá-las, somos encaminhados para um hospital e nos submetemos à lavagem intestinal. De forma análoga, o ódio retido intoxica nossa alma. Mas, infelizmente, não temos como fazer o mesmo procedimento médico. E muitas vezes “guardamos” o ódio durante anos e anos... E, assim como as fezes, esse ódio guardado intoxica nossa alma, fazendo com que nossa vida seja descolorida, cheia de doenças, conflitos nos relacionamentos, acidentes inexplicáveis e problemas financeiros. Portanto, caro leitor, vamos exercitar e praticar o perdão, “evacuando” o ódio que é o dejeto do amor. E lembre-se: não se culpe pelo ódio que possa sentir - isso é absolutamente humano. Não tenha medo de sua humanidade. Ser humano é estar em constante aprendizado e crescimento. Tenha paciência, exercite o autoperdão e o perdão, sem críticas, nem julgamentos. Ame-se muito e não nunca tenha medo de estar cara a cara com alguém muito especial: Você! (1) Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004. É autor dos E-Books: PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz. PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book. Contato: (34) 9 9972 4096 Conheça seus blogs e sites: http://www.harmoniacomflorais.com http://harmonize-se-com-florais-de-bach.blogspot.com.br/ http://curesuasmagoasesejafeliz.blogspot.com.br/ http://maldealzheimerhoje.blogspot.com.br/ http://obsessaoepsicopatologias.blogspot.com.br/

ANTIDEPRESSIVO NÃO CAUSA DEPENDÊNCIA Por Fernando Vieira Filho (1) O que ocorre com o antidepressivo é a tolerância orgânica, que o leigo sempre confunde com "dependência". O que acontece com o passar do tempo é que a tolerância fisiológica ao medicamento antidepressivo, que co…
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ANTIDEPRESSIVO NÃO CAUSA DEPENDÊNCIA Por Fernando Vieira Filho (1) O que ocorre com o antidepressivo é a tolerância orgânica, que o leigo sempre confunde com "dependência". O que acontece com o passar do tempo é que a tolerância fisiológica ao medicamento antidepressivo, que consiste na necessidade de uma maior dose para se obter o mesmo efeito, se instala na pessoa. Por isso, o médico, sempre ao concluir o tratamento da depressão, solicita ao paciente um longo processo de desmame ou dessensibilização química. Mas que, infelizmente, a grande maioria dos pacientes NÃO respeitam esta prescrição médica. Interrompem a medicação de uma só vez (de repente), e após um curto ou médio espaço de tempo, os sintomas da depressão retornam como um verdadeiro "tsunami", é o chamado efeito rebote ou depressão de rebote. Que é uma depressão ainda mais grave que aquela que havia antes do tratamento. Novamente o tratamento é iniciado com mais rigor na medicação. Aí, o paciente JULGA erroneamente, que ficou dependente do antidepressivo. Mas se esquece que foi impaciente e teimoso, arrogante mesmo, em querer "saber mais que o médico" que estudou anos a fio para isso. Os antidepressivos, atuais, são medicamentos extremamente úteis e seguros na terapêutica da depressão e outros transtornos (ansiedade, TOC, Pânico, anorexia etc.). Não se preocupe quanto à dependência. O que causa dependência química de verdade são os “faixas pretas”, como as anfetaminas, os ansiolíticos e sedativos (calmantes) da “família” dos benzodiazepínicos, como o clonazepam (Rivotril) etc. O importante é que a indicação de uso do antidepressivo tenha vindo de um médico, preferencialmente um psiquiatra. Como dizia um velho professor, o antidepressivo é uma “bengala abençoada”. Tomar um remédio cronicamente não significa ser dependente. Lembrando que todo medicamento antidepressivo é sintomático, isto é, ameniza os sintomas, coloca em ordem a “casa interna”, para que a pessoa tenha condições de buscar e tratar as causas que a levaram a fazer a doença, através da psicoterapia. (1) Fernando Vieira Filho – Psicoterapeuta clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004. É autor dos E-Books: PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz. PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book. Para saber sobre o atendimento psicoterapêutico online, via Skype, entre em contato comigo através de meu site https://www.harmoniacomflorais.com/agende-uma-consulta.php ou entre em contato pelo fone: (34) 9 9972-4096 – WhatsApp. Conheça seus blogs e sites: http://www.harmoniacomflorais.com http://www.curadossentimentos.com.br http://harmonize-se-com-florais-de-bach.blogspot.com.br/

ANSIEDADE - Quando o medo começa a dominar você Por Fernando Vieira Filho (1) A ansiedade é um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cab…
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ANSIEDADE - Quando o medo começa a dominar você Por Fernando Vieira Filho (1) A ansiedade é um sentimento de apreensão desagradável, vago, acompanhado de sensações físicas como vazio (ou frio) no estômago (ou na espinha), opressão no peito, palpitações, transpiração, dor de cabeça, ou falta de ar, dentre várias outras. A ansiedade é um sinal de alerta, que adverte sobre perigos iminentes e capacita o indivíduo a tomar medidas para enfrentar ameaças. O medo é a resposta a uma ameaça conhecida, definida; ansiedade é uma resposta a uma ameaça desconhecida, vaga. A ansiedade prepara o indivíduo para lidar com situações potencialmente danosas, como punições ou privações, ou qualquer ameaça a unidade ou integridade pessoal, tanto física como moral. Desta forma, a ansiedade prepara o organismo a tomar as medidas necessárias para impedir a concretização desses possíveis prejuízos, ou pelo menos diminuir suas consequências. Portanto a ansiedade é uma reação natural e necessária para a auto-preservação. Não é um estado normal, mas é uma reação normal, assim como a febre não é um estado normal, mas uma reação normal a uma infecção. As reações de ansiedade normais não precisam ser tratadas por serem naturais e autolimitadas. Os estados de ansiedade anormais, que constituem síndromes de ansiedade são patológicas e requerem tratamento específico. Os animais também experimentam ansiedade. Neles a ansiedade prepara para fuga ou para a luta, pois estes são os meios de se preservarem. A ansiedade é normal para o bebê que se sente ameaçado se for separado de sua mãe, para a criança que se sente desprotegida e desamparada longe de seus pais, para o adolescente no primeiro encontro com sua pretendente, para o adulto quando contempla a velhice e a morte, e para qualquer pessoa que enfrente uma doença. A tensão oriunda do estado de ansiedade pode gerar comportamento agressivo sem com isso se tratar de uma ansiedade patológica. A ansiedade é um acompanhamento normal do crescimento, da mudança, de experiência de algo novo e nunca tentado, e do encontro da nossa própria identidade e do significado da vida. A ansiedade patológica, considerada um transtorno mental, por outro lado caracteriza-se pela excessiva intensidade e prolongada duração proporcionalmente à situação precipitante. Ao invés de contribuir com o enfrentamento do objeto de origem da ansiedade, atrapalha, dificulta ou impossibilita a adaptação. Veja abaixo alguns sintomas a serem considerados: 1. Dificuldade para relaxar ou a sensação de que está a ponto de estourar, está no limite do nervosismo. 2. Cansa-se com facilidade. 3. Dificuldade de concentração e frequentes esquecimentos 4. Irritabilidade 5. Tensão muscular 6. Dificuldade para adormecer ou sono insatisfatório Por fim, um critério presente em todos os transtornos mentais é o prejuízo no funcionamento pessoal ou marcante sofrimento. Não podemos considerar os sintomas como suficientes para dar o diagnóstico caso o paciente não tenha seu desempenho pessoal, social e familiar afetados. E neste caso, o tratamento, pode ser psiquiátrico, associado a psicoterapia, homeopatia e Florais de Bach. Tudo feito com muito critério e profissionalismo. (1) Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004. É autor dos E-Books: PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz. PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book. Contato: (34) 9 9972 4096 Conheça seus blogs e sites: http://www.harmoniacomflorais.com http://harmonize-se-com-florais-de-bach.blogspot.com.br/ http://curesuasmagoasesejafeliz.blogspot.com.br/ http://maldealzheimerhoje.blogspot.com.br/ http://obsessaoepsicopatologias.blogspot.com.br/

A DEPRESSÃO E O JOVEM A depressão é uma doença que vem atingindo os jovens cada vez mais cedo. E o que leva a depressão a surgir, tanto em crianças quanto em jovens, de forma geral é, a meu ver, uma inquietação pela busca do TER antes do SER, o consumismo desenfreado, alimentad…
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A DEPRESSÃO E O JOVEM A depressão é uma doença que vem atingindo os jovens cada vez mais cedo. E o que leva a depressão a surgir, tanto em crianças quanto em jovens, de forma geral é, a meu ver, uma inquietação pela busca do TER antes do SER, o consumismo desenfreado, alimentado pela mídia televisiva, escrita e a internet, bem como a perda da autoestima e a falta de um propósito de vida. Assim, o contingente de jovens em estado depressivo, vagando de consultório em consultório, com vagas esperanças de cura e com tristes prognósticos de internação em um hospital psiquiátrico formam uma grande leva de pessoas que iniciam sua vida adulta tristes, cansadas e desanimadas, para quem a vida parece não ter lógica alguma e a morte se apresenta como uma tábua de salvação. Muitos me perguntam se a depressão é hereditária. O fator genético deve ser considerado. Acredita-se que haja uma base genética, já que pessoas com história familiar de depressão apresentam maiores chances de “fazer” a doença em algum período de sua vida. Os sintomas mais comuns e recorrentes de quem pode estar com depressão, tendo em vista que é uma doença com muitos sintomas, são: • Sentimentos de inutilidade, baixa autoestima, desamparo ou falta de esperança. • Humor depressivo ou irritabilidade, ansiedade, medos. • Dormir mais ou menos que o normal. • Comer mais ou menos que o normal, se alimentar mal. • Dificuldade em se concentrar ou em tomar decisões, falta de assertividade (a pessoa que não sabe dizer NÃO quando é não). • Perda de interesse em participar de atividades habituais e cotidianas. • Redução da libido (desejo sexual). • Recusa em estar com outras pessoas. • Sentimentos exagerados de culpa, tristeza ou ódio (aparente ou não). • Perda de energia ou sentimento de cansaço. • Pensamentos de morte e suicídio. Devemos lembrar que as drogas ou bebidas usadas com assiduidade contribuem para o agravamento do quadro, pois os jovens costumam buscar as drogas ilícitas e a bebida alcoólica justamente por apresentar uma depressão bem sutil. Ao invés de pedirem ajuda aos pais ou aos profissionais de saúde, eles buscam o “remédio” para suas dores morais e frustrações em barzinhos e festinhas, na maioria das vezes por sugestão dos “amigos”, que na verdade são “amigos da onça”. Desta forma, os pais, quando perceberem ou detectarem que seu filho tem ou caminha para uma depressão, observando os sintomas acima, devem procurar escutar o filho, encorajá-lo a falar sobre seus sentimentos e dores, oferecer apoio; não tentar resolver os problemas dele, apenas escutar e, com simpatia e compreensão, sugerir que procure ajuda de um profissional de saúde mental competente. Além disso, estes são outros cuidados importantíssimos para os pais: • Não criticar, pois as pessoas deprimidas são muito sensíveis e isso pode fazê-las desmoronar. • Não tomar a depressão do outro como sua culpa. • Não pressionar a pessoa, incitando-a a reagir, porque a depressão é uma doença fisiológica e, como tal, necessita de medicamentos para seu tratamento e cura. • Não assumir as responsabilidades dela. • Não perder a paciência, pois a pessoa deprimida pode estar irritável. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, a depressão tem cura. É importante que, ao perceber os sintomas, a pessoa procure atendimento psiquiátrico e psicoterápico, pois o quanto antes for iniciado o tratamento mais rápido o doente voltará à sua vida normal. O tratamento medicamentoso pode ser realizado com o uso de antidepressivos alopáticos que são muito eficazes. Estes constituem um grupo de medicamentos químicos que têm o objetivo de restabelecer o equilíbrio na comunicação dos neurônios. Atualmente temos vários tipos de antidepressivos, cada um com sua indicação específica de acordo com a recomendação do médico psiquiatra. Os medicamentos antidepressivos, de modo geral, não causam sonolência, nem dependência, e não precisam ser tomados para o resto da vida, salvo alguns casos em que a depressão se torne crônica, pois o importante é a qualidade de vida. É bom ressaltar que o início dos efeitos benéficos dos medicamentos não é imediato, necessitando de um período de aproximadamente 3 a 4 semanas para começar a mostrar resultados. Da mesma forma, deve-se ter em mente que o tratamento da depressão é de médio e longo prazo, levando em média de 4 a 8 meses, podendo estender-se até um ano ou mais. Isso tudo vai depender da gravidade da doença e da resposta do paciente ao tratamento. A psicoterapia é mais um instrumento terapêutico de grande importância, pois ajuda a pessoa a se conscientizar da doença e que precisa de ajuda e de se autoajudar, identificando em si mesma pontos importantes que possam ter contribuído para o desenvolvimento da depressão, ao mesmo tempo em que possibilita a elaboração de estratégias para driblar esses fatores. Associados à alopatia (prescrita pelo psiquiatra), a homeopatia e os Florais de Bach dão ao tratamento uma interação sinérgica, de excelentes resultados. O exercício da espiritualidade, seja qual for a denominação religiosa, é muito importante também, assim como o apoio e a participação de familiares e amigos durante o tratamento. A reincidência é muito comum na depressão. Muitas pessoas têm uma melhora aparente e, por vontade própria, param com a medicação de supetão e não avisam ao médico. Aí pode ocorrer o chamado “efeito rebote”, quando os sintomas retornam com maior força. E muitas delas se esquecem ou não foram orientadas de que o medicamento apenas estabiliza os sintomas - é como se fosse uma muleta temporária, para que essas pessoas tenham tempo para fazer sua reforma intima de atitudes, comportamentos inadequados, emoções desarmônicas, mágoas etc. que acumularam em suas vidas. E é nesta parte que a psicoterapia entra, com toda a sua importância na conscientização do problema que levou à doença.