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Frases de Felix Poeta

10 frases

ENSAIO MUSICAL INFANTIL Poema de Félix di Láscio TIA ZULÚ
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ENSAIO MUSICAL INFANTIL Poema de Félix di Láscio TIA ZULÚ Tia Zulú, Tia Zulú... Ela não ouve, Ela não escuta. A vovó ficou biruta. Tia Zulú, Tia Zulú... Ela não larga O penteado, Nem sabe quem Está do seu lado! (bis) Tia Zulú, Tia Zulú. Por que todo mundo está de azul? Tia Zulú, Tia Zulú. Ela não ouve O canto do peru: — Glu! Glu! Glu! — Glu! Glu! Glu!... Tia Zulú, Tia Zulú. (REFRÃO) Ela não ouve, Ela não escuta, A vovó ficou Biruta. Não espalha brasas, Cortaram as minhas asas. Félix di Láscio Poeta e letrista brasileiro. 06/07/2026 – 20h26

COADJUVANTE ENSAIO POÉTICO POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO
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COADJUVANTE ENSAIO POÉTICO POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO Torci o nariz Porque não queria ser somente um coadjuvante. Mas isso não é o caso: O orgulho de um banguelo é achar que pode exibir os dentes! Félix Di Láscio Poeta Brasileiro Postado em 27/02/2016 às 13:30h Repostado 04/07/2026 às 20:45 Félix Di Láscio

ENSAIO POÉTICO POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO LÍNGUA PÁTRIA
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ENSAIO POÉTICO POEMA DE FÉLIX DI LÁSCIO LÍNGUA PÁTRIA Um homem branco Pergunta ao nativo, às margens Do rio: — Fala tua língua fluente? Aquele cidadão de origem das terras das matas respondeu: — Buá!!! buá!!! buá!!! "Só o afluente do Rio Sanhauá." — Ah!!! ah!!! ah!!! Félix di Láscio, Poeta e Letrista Brasileiro. Postado em 10/06/2019 às 10:05h Repostado no dia 02/07/2026 às 20:30h

SOLIDÃO DE GELO Quando o silêncio Da luz treme e acende,
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SOLIDÃO DE GELO Quando o silêncio Da luz treme e acende, Algo aparece e geme. São esses gemidos que Me apavoram, São essas coisas que Prendem, Eu aqui e o mundo lá Do lado de fora. Nenhum teto Resiste e desmorona, E quando você dá por si, Já tem perdido a Carona. Àh, àh, àh, Àh, àh, àh... Mãos frias, Oceano Pacífico, vento salpico. Nenhum teto resiste à Solidão. Você sente, Você sente, Quando alguém esqueceu de Pegar a sua mão. Oh, oh, oh... Oh, oh, oh... Lágrimas de sol, Girassol, Solidão de gelo. Bonitos são os seus Cabelos. Lá, lalá, Lá, lalá...

A TARTARUGA TUNGA ENSAIO POÉTICO. Infantil.
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A TARTARUGA TUNGA ENSAIO POÉTICO. Infantil. Poema De Félix di Láscio A Tartaruga Tunga, Devagar no seu mundo. Nem olhou por céu, Tirou de mansinho , Nem contou os segundos. Tunga, Runga, Lunga , Lunga, Runga ,Tunga... Lá vem ela, Mastigando os dentes, Deu para perceber , O seu ar, De contente! Lá vem ela , Tunga, tunga,tunga, Tunga, tunga , tunga... Nas pressas ,ela esqueceu a sua Sunga. Tunga, Runga, Lunga, Lunga, Runga, Tunga. Félix di Láscio ,Poeta e letrista Brasileiro. O poeta também,escreve para crianças.

ENSAIO MÚSICAL: Letra infantil. Félix di Láscio. O TATU E O BURACO.
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ENSAIO MÚSICAL: Letra infantil. Félix di Láscio. O TATU E O BURACO. O Tatu, Tátu, Tatu... Roeu o buraco no Chão, Ele cavou, cavou Usando suas patinhas, Para depois esconder O seu pinhão. REFRÃO {Cava, cava, Tatu! Faz uma toca pro Sul, Esconde o seu focinho Azul.} O Tatu, É muito encabulado, Faz gesto que está Apressado. Não para de trabalhar, Faz túnel pra todo lado Pra depois descansar. Corre pra lá Corre pra cá. Passa o bicho Passa a mão, O tatu sumiu no Buraco do chão - Bis Onde está, Onde está? Daqui a pouco Ele volta, Querendo brincar. Repetir

VOCÊ DISSE NÃO Você disse "não", Só pra me ofender,
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VOCÊ DISSE NÃO Você disse "não", Só pra me ofender, E machucar o meu coração, Sem sequer perceber. Pré-refrão Lá, lalá... Lá, lalá... Lá, lalá... Lá, lalá... Doeu... Doeu... Quase não consegui me segurar. Ficaram marcas e lembranças, Difíceis de apagar. Doeu... Doeu... Mas um dia essa ferida Vai deixar de sangrar. Você virou as costas, Nem quis me escutar; O que era um sonho bonito Vi desmoronar Se um dia a saudade chegar E bater no seu coração, Talvez você compreenda A dor de um "não". Letra: Félix di Láscio 25/06/2026

ENSAIO MÚSICAL. Letra e Música: Félix di Láscio. CANTIGA DE BOI.
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ENSAIO MÚSICAL. Letra e Música: Félix di Láscio. CANTIGA DE BOI. O Boi O boi, O Boi tinha mandato. Ninguém mandava no Boi. O Boi era dono do pedaço, Não andava descalço, Hoje lembranças Perdida no velho espaço. O Boi, O Boi... Sumiu da festa, Ninguém sabe o seu paradeiro, Tá enfeitado o terreiro. _bis Boi, Boi... Da Serra Itapararica, Boi que fugiu com A Rita. Boi dos manguezais, Boi de Minas Gerais. O Boi, O Boi... Boi do agreste, boi cabra da peste, Não se meta lá por sul. Sua fama é no Nordeste, Boi do Agreste, Boa Cabra da peste. Boi, Boi... Se alevanta, Se arriba, Vai a Paraíba!. Lá, Lalá Lá, Lalá... (Refrão) Dez mil réis, Dez mil réis.. Por um voto de cabresto. Vendido até o Cesto. Félix di Láscio, Poeta e letrista Brasileiro. Postado em 17/07/2026 h. 20:15

ENSAIO POÉTICO Dedicado a Maria das Dores
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ENSAIO POÉTICO Dedicado a Maria das Dores (Dona Dorinha - Minha mãe) POEMA OU QUASE VERSO MATUTO Félix di Láscio Arruma tudo, vambora qui hoje vai tê animaçan; sigura na mão di Rosinha, si ajeita ca bichinha, qué prumode Dona Dorinha, sabê qui voismecê tem muito amô no coração! Félix Di Láscio - Poeta e Pensador Paraibano www.napoltrona.net | felixdilascio.facebook Reeditado no dia 16/16 às 21:40

ENSAIO POÉTICO Poema de Félix di Láscio. PONTO DE QUESTÃO
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ENSAIO POÉTICO Poema de Félix di Láscio. PONTO DE QUESTÃO Um novelo de linha Ao ponto de tantas interrogações: “Ponto daqui e ponto de lá...” Não conseguiu se segurar. E ficaram as questões pendentes. Pôs fim no assunto e trancou. Poeta e letrista brasileiro. Postado em 29/05/2026 às 21h:00.