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Frases de Felipe Boaventura

6 frases

As Irmãs do Destino Parte I - O Reino Ateniense A odisseia até o momento de redenção
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As Irmãs do Destino Parte I - O Reino Ateniense A odisseia até o momento de redenção Simula os atos desconhecidos Pela família dominadora Onde seus atos sepultaram Os nossos pensamentos críticos Perante a sociedade Onde o afogar do medo Suplanta minha necessidade amorosa O reino das capitanias meticulosas Renascem das verdadeiras obras da prisão Onde a solução dos problemas Se resumem a meros pedaços de cartas Onde o rio se desvanece nas mágoas Da amargura Tróia permanece inabalada Pelos teus adversários na morte Onde protubera a alma homogênea O resgate de sua confissão Nos manda diretamente para o abismo sem fim Onde a misericórdia de seus passos Se congratulam em meras especulações Onde os gladiadores descansavam Em suas casas e o passado deles Cumprem a meta de ter divorciado Do reino das sombras onde o meu candelabro Representa a aquisição da ilusão De nossa majestade O grande reino Ateniano Abrem o caminho para a discórdia Onde meus pensamentos vão Além das estrelas E o reino do amor Se catapulta no reino da saudade Onde o prazer se revela Nos enigmas do imperador Parte II - A cidade natal O cais espera seus artesãos Que fabricam suas peças de ouro puro Em um terreno onde o dia tênue Sacaneiam as nossas miragens no dia Da concepção de graça A solidão de meus olhos Se reúne em tempos difíceis Onde a união de seus reis Coagulam no reino da tempestade E a vida se desvanece em pedaços Onde tento chegar a cidade natal Se desvencilhando do apogeu da amargura Onde os destroços famigera A nossa busca até o tesouro do anoitecer Onde a morte vai sepultando Minha imagem benéfica Onde os copistas moldam a lírica Imagem das palavras E a floresta do medo Percorre sobre nossas trincheiras No vale da amargura onde O passo para chegar até o limite É se manter de pé E esperar o reino enigmático Que subitamente se afasta Onde o abismo sideral Nos leva a outros caminhos De dor e sofrimento e o simples regozijo De suas palavras me mantém De pé onde a guerra pesca Minha atenção e a divisão de meus pensamentos se largam Em distinções agudas Nos náufragos da luz Parte III: A Cidade de Éfeso Viajando pelo mar indo para minha cidade natal Encontrei alguns monstros Um com doze cabeças e dez chifres Ele habitava no fundo do mar Encontrei também alguns deuses Inclusive Ares, o deus da Guerra Onde ele quis me matar mas eu tinha A espada da tempestade E o derrotei mas a viagem Até a cidade de Éfeso Foi muito custosa onde tive Que travar batalhas Mas consegui sobreviver No caminho até Éfeso Olhei para o céu e vi O cinturão de Van Allen E ele me rodeava com seu galardão estelar Parte IV : O Meu Filho Perseu Onde minhas mãos sepultaram O complemento de minha mente E a solidão me abateu Onde consegui sobreviver As duras penas no reino grego Onde fui para a região de Ilíades E encontrei a minha amada esposa E tivemos um filho chamado Perseu Ele cresceu e se tornou Um comandante do exército Espartano Lutou com as unhas e dentes E se tornou o vencedor entre os vencedores No caminho ate Ilíades Encontrei uma senhora passando fome Ajudei-a e por conta disso Ela me deu um remédio Que curava todas as doenças Parte V: Ciclope e Hélios Então o guardei e no caminho enfrentei vários animais Que pareciam monstros e encontrei Na minha frente o Ciclope Ele tinha mil faces E também um poder de transformar os humanos Em suas refeições O ciclope me engoliu onde fui parar dentro De sua barriga cortei suas entranhas E sua barriga conseguindo escapar E permanecer vivo Depois enfrentei Hélios o deus do sol Quando o matei o sol deixou de existir E começou a chover Parte VI : A Morte de Perseu Por causa disso a vingança Contaminou o coração de Gaia Que matou o meu filho Perseu Então tive que ir até As Irmãs do Destino e derrotar elas Para voltar no tempo e derrotar Gaia Primeiro tivemos que passar Pela ponte da desolação Onde tinham gladiadores Que cercavam para ninguém chegar A cidade de Esquério Parte VII: A Cidade de Esquério Então lutamos contra eles E conseguimos sair vencedores E fomos até a cidade de Esquério Chegando lá dormimos na rua E passamos frio pois não tinhamos A moeda do imperador romano Que se chamava Adriano A desolação tomava conta daquela cidade As crianças brincavam no rio esqueriano Que estava cheio de monstros Inclusive a deusa Atena Onde a derrotei e peguei o seu poder E continuamos a viagem até As irmãs do destino Passamos e desvendamos A lenda de Onoque Onde dizia que só os homens De ma fé poderiam atravessar o mar de Creta Mas tive uma batalha contra o titan Que morreu e ele caiu Em cima do mar E o mar secou Parte VIII: A Cidade de Tebas e de Elgin Então chegamos mais a frente Na cidade de Tebas onde existia Um gladiador chamado Aries mas ele me disse Que para chegar até as irmãs do destino Eu teria que pegar uma lâmina e deixar Com o guardião do portal Onde as irmãs do destino estavam E ele disse que esta lâmina de ouro Estava na cidade de Elgin Então fui até lá e pelo caminho encontrei Alguns marinheiros e eles me levaram Até Elgin e lá tinha uma floresta cheia de monstros Inclusive encontrei um animal de duas caudas E cinco chifres E ele era o mais poderoso rei da floresta de Elgin Então usei o poder do titan que tinha matado anteriormente E o matei Então atravessei as florestas da cidade E cheguei no centro comercial da cidade Onde encontrei um artesão e ele me deu A lâmina de ouro mas ele me pediu um favor Que eu buscasse uma pedra de diamantes Na floresta ao norte de Elgin Então fui até lá E lhe dei o diamante que ele queria Então ele me deu a lâmina de ouro E depois disso voltei para a cidade de Tebas Parte IX: As Irmãs do Destino Então o gladiador me disse Que o palácio das Irmãs do Destino Ficava ao norte de Tebas Então fui até lá E entreguei a lâmina de ouro Ao guardião do portal E ele me deixou ir até o reino das Irmãs do Destino Chegando lá percebi que elas eram muito atraentes Mas elas eram muito más Então por um milagre Consegui derrotar elas e voltei no tempo Matei Gaia e salvei meu filho Perseu Parte Final: Zeus, o deus dos deuses Então Perseu e eu poderíamos Derrotar Zeus então o derrotamos Em uma luta épica Onde o mundo voltou a ser como era antes

O Reino dos Vencedores I O calor da guerra consome
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O Reino dos Vencedores I O calor da guerra consome As geleiras do meu coração Que se derretem no meio Do grande aprisco final As grandes portas da cidade Estão se fechando e tenho que achar uma saída Como vou chegar até aquele portão O cerco começou a se fechar No portal da ascensão De minha alma A clara lucidez que há em meu olhar Dignifica a visível jornada até as estrelas Que está falindo em lágrimas de ternura Tenho que atravessar aquele portão Confusão, morte, tragédias Pessoas transtornadas e famílias desesperançosas Fazem parte dessa guerra Faltam apenas 2 minutos Para o portão se fechar Os bebês estão sendo esquecidos Em meio a multidão Vou ter que correr É a única chance de conseguir sobreviver Da escada até o destino do amanhã Que fraquejam meus membros Que correm sem parar Até o portão estelar II O futuro me reserva Sonhos melhores onde as lágrimas Serão substituídas por sorrisos E a beleza de meus pensamentos Se refrigeram nas bodas do amanhecer Onde as conclusões errôneas de minha alma Se desvanecem na imensidão estelar Onde o passo até se chegar Ao destino é ultrapassar barreiras E ser consolado pelo ar majestoso da eternidade Onde o topo dos montes se juntam Formando a passagem Até o épico caminho do amanhecer A solidão de meus caminhos Me levam a vitórias inatingíveis Pela infecção de meu espírito Aquele vilarejo me deixou saudades E aqueles bebês abandonados Me fizeram escrever tristes canções Nas cadernetas da ilusão As margens do meu coração Se sobressaltam até a imensidão paradisíaca De meu condor espacial As passagens até os portões do amanhecer Ficaram marcados pela rigidez No meio de florestas infestadas pelo caos Onde o toque do silêncio aflinge minha alma Que busca atravessar o mar das ilusões E chegar ao reino dos vencedores

⁠Anéis do Tempo O epicentro da destruição, habita no azar destrutivo As moradas retumbam, na glória do continente sagaz
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⁠Anéis do Tempo O epicentro da destruição, habita no azar destrutivo As moradas retumbam, na glória do continente sagaz O inicio, o tempo, para se desenvolver E ir repulsando em busca do solavancar territorial O precipício busca seus donos Para um prato rebuscado de alvenarias Nas casas falsas, dos sórdidos A blasfêmia entravia na jugular da cidade O repulso normandista, nossas áureas no chute urbano Os rebuscos nomináveis, o passado insólito Na ponta visional, dos nutrientes do vento O som mágico, aprisiona a saturação tardal O lírico cântico boreal, soterra a imagem Que devolupa, as investidas suscintas No núcleo fadado da verdade, e da fulgurose maléfica O precipício insano, nossas veias A fulgurose dita o princípio da postergação O desvio do ressarcir protuberante A licitação te incrimina No magistério conclamitoso, onde os anéis do tempo Desaparecem como um fidedigno cortar de asas O sinédrio escapa no perímetro atemporal A alegria, a sinergia, o covalescer esbabacado Protubera, em enxames gotejantes Onde o imposto dessa sina, goteja em lares verídicos O papel desemboca, em um controle supremo As visões, notorizam seu fato, na jugular penetrante O introspectar categórico, oniscia o detrime desolável O calafrio afunila, com o núcleo repensivo A prisão assolta, o coterme do destino O jingle da manhã, assolta as peripécias permissívas No dilatar assertivo, impostolado pelo repensar da memória

⁠Sydney Um fantasma de Esparta A visão, o ato sequencível
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⁠Sydney Um fantasma de Esparta A visão, o ato sequencível Tudo parece como moldes O aquisicional se torna interposto Palavras, visões, talvez um recheio ocidental É isso, o perímetro desnorteável Tudo parece, tão confuso Não é velha abundante Júpiter dá as caras O visível soterga, o ponto austral O viverdar aprisiona o mormeio sedento O transparecível, o apetrecho coligário O molde sazonal do tempo interposto Tudo se coliga, não é irmão (Yes or No?) Fábulas pequenas, núcleos do tamanho de uma selva O coligário, o vertejar insólito Carreira interposta, permissível Claro, contragulando suas gotas O vendaval se torna imaginável Talvez, irresolvível Claro, apreendendo os de Sydney Meu momento '' Você disse alguma coisa sobre os soviéticos? '' O medo nossa posição O ato I, o ato da ''lms'' Sim, os taberneiros de plantão Sussurre sua voz, não é altivo O mundo pertence os sádicos A carrocinha dá seus pulos O que quero é solavancar suas ideias Discípulos de Judá, ordem e progresso Ou diria, perda e chantagem Assinado por ele, o monstro da dúvida

⁠Mormeio Sedutor É o impreciso, o molde original A calúnia das memorias nocionárias
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⁠Mormeio Sedutor É o impreciso, o molde original A calúnia das memorias nocionárias O molde salpinquista No norteio difagoso Mais um notoreio irredutível Pare, de viverdar alucinações O ponto sulpista, o molde famigerável O acesso ilusionável, exclama as memórias enfadonhas O precipício politizante O acerto de minha fidedigna morada A verdade afunila o destino introjetante O meio algoz, da copiosa morada O dilatar explencível, o mormeio sedutor O vertejar adnominoso O vil propagar algoz, no detenter provisional É isso, uma alucinação A vereda impensiária Os discipulos algozes, notorizam seus campos Mais um cântico alarial, no reembosque altivo Deidaro, em sangritudes da nobreza que aficciona A membrana enfadonha do politicismo correto No corredor trafegado pela assolação solstenguida As penumbras catacumbam a voz no período introjetor O molde desfaz a permissão alarapial O congélito suscinto, o fardamento ostentosa E a conjectura austral, do cálice mormático nupcial

⁠Enxame do Infinito A assolação da rentável voz O perímetro do lago suburbano
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⁠Enxame do Infinito A assolação da rentável voz O perímetro do lago suburbano As masmorras sepultam O larapiar infinito Tudo se reduz a pó A normandia enclausurada A trépida governância do reino A verdade, e o enxame do infinito As profusões áridas O enxame envolve nossos prastes O vertejo insano O contragular insinuante As veredas prossiguantes As verdades por trás do sepulto nominoso O viveiro atenuante O ponto do halterofilismo acachapante A dúvida no decálogo oxigenável O ponto pressuposto A cortina gélida O orifício simples das mãos reenvoltantes O seturpe da dúvida promíscua nossos ares O mormeio sedizente O apetrecho da insônia O caráter rebuscado Do domínio assolto da irrefutável e clamurada voz