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Frases de Feliciano kibenga

6 frases

Mamãe eu não sei o que dizer a não ser muito obrigado pelo carinho de
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Mamãe eu não sei o que dizer a não ser muito obrigado pelo carinho de uma mãe para um filho que vive tão longe fisicamente mas bem pertinho espiritualmente . Que Deus te abençoa mamí...

Mãe, eu te amo de coração e alma, tu és tudo que existe em meu mundo, apesar da distância, dos anos vividos longe de ti, eu não tenho o direito de julgar-te. A tua voz suave me dá coragem de continuar a lutar pelos objetivos da vida e só posso dizer obrigado por me trazer a este…
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Mãe, eu te amo de coração e alma, tu és tudo que existe em meu mundo, apesar da distância, dos anos vividos longe de ti, eu não tenho o direito de julgar-te. A tua voz suave me dá coragem de continuar a lutar pelos objetivos da vida e só posso dizer obrigado por me trazer a este mundo.

;-( Peço perdão por aquilo que nunca virá a acontecer entre nós, mas a culpa não foi e nunca será minha, nem tua. %-) A verdade é que eu gosto de outra mulher e não mereço as tuas lágrimas. :-> Espero que encontres alguém que te possa valorizar e te dar todo o carinho do que pr…
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;-( Peço perdão por aquilo que nunca virá a acontecer entre nós, mas a culpa não foi e nunca será minha, nem tua. %-) A verdade é que eu gosto de outra mulher e não mereço as tuas lágrimas. :-> Espero que encontres alguém que te possa valorizar e te dar todo o carinho do que precisas. Me desculpe por tudo isto. Boa sorte!

O Canto das Palmeiras Na terra de mares e laranjas flamejantes, Onde o sol se abraça com a terra em cantos errantes,
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O Canto das Palmeiras Na terra de mares e laranjas flamejantes, Onde o sol se abraça com a terra em cantos errantes, Angola, teu solo é um poema de promessas vastas, Mas na alvorada, o choro do deserto contrasta. Palmeiras altivas, como sentinelas da aurora, Testemunham a riqueza que em ti implora, Diamantes são lágrimas na face da riqueza, Enquanto a fome sussurra na noite de incerteza. As veias da terra pulsam, um eco de riquezas infindas, Mas nos olhos dos famintos, a promessa se deslinda, Angola, pátria de contrastes, em teu seio cresce, Um dilema bordado em ouro, onde a fome tece. No zênite da miséria, um sol cruel se destaca, Enquanto nos campos férteis, a esperança renasce alva, Angola, tua história é escrita em gemidos e ouro, Uma narrativa épica, onde a fome se evapora em choro. Que as palmeiras, como poetas, recitem esperança, Que as lágrimas da terra lavem a sede e a lança, Angola, no teu horizonte de promessas e penúria, Um novo dia desponta, a alvorada da rebeldia. Que as riquezas sejam um manto para todos vestir, Que o canto das palmeiras seja um poema a florir, Angola, na tessitura da fome e da riqueza em dança, O renascer é a promessa, na alvorada da esperança.