Versos poeticamente escrevo. Em devaneio
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Versos poeticamente escrevo. Em devaneio pateticamente me abstraio.
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Versos poeticamente escrevo. Em devaneio
Versos poeticamente escrevo. Em devaneio pateticamente me abstraio.
Ru_s_gas Hoje o tempo me sorri diferente. Um viva às rugas que o tempo me faz carregar na face.
Viagens pra que te quero! Em cada porto algo novo se apresenta um cais de saudade,
Viagens pra que te quero! Em cada porto algo novo se apresenta um cais de saudade, pedra sobre o mar cheiro de marés que se repetem no vai e vem de diferentes ondas. O mar com seus bateis, místico ao por do sol ou nas noites lunares. Em mim, embrenha-se o desejo de aventurar-se. Sobre trilhos viajo nas probabilidades prados, paisagens, janelas para o extraordinário. Descortinam-se as possibilidades... Comboios sempre partindo, pessoas sempre chegando, meu coração serpenteia e, em cada estação se deixa ficar, resolve partir inquieta_mente! Do alto, as cidades parecem brinquedos e as nuvens desejos infantis de algodão doce, alvas, sensoriais, inalcançáveis. A nossa pequenez agiganta-se! Através do vidro nos debruçamos para o infinito. Somos tão efêmeros! O escuro asfalto abocanha minhas fantasias. O velocímetro mede os quilômetros . Quais caminhos nos levarão ao destino? As curvas sinuosas abraçam a paisagem E meus olhos vagam desassossegados. Esta mesma estrada foi percorrida tantas vezes. Somos meros viajantes. Em cada canto apalpo a cultura Os olhos enchem-se e guardam o encanto. Por esse Brasil afora junto os meus vitrais, colores, fotos, impressões. Toco a madona, viajo em telas, vivo malabares. Sob os dedos recrio a sabedoria da minha gente. Cultura, fé, beleza ciência aprendizagens sem fronteiras Muitas são as possibilidades! Em cada viagem deparamos com o inusitado