Tenho ao alcance dos pes a estrada e na linha dos olhos o horizonte;Na cabeça os planos traçados e o desenho incompleto.
Sigo constante para Dentro de mim mesmo Como um arqueiro que insiste em acertar o alvo;
Dentro de mim o mundo inteiro e na ponta da caneta um pouco do que o coraçao encontrou palavra.
Quero ser mansa mesmo na impossibilidade de mudar o mundo com brandas palavras mas Gritar se for preciso e até ficar "roucos" por algo que justo;
Poder chegar no topo de consciência limpa e alma lavada;
Ter FÉ e não desistir jamais.
Quero ver a vida escrita como decreto de felicidade em pedra de mármore,Continuar acreditando que vale amar as pessoas,que o Amor é o melhor caminho.
Abro mão da suposta inocência enquanto creditando bondade á alguns e Como quem arranca e lança fora o próprio braço direito me “desfaço” daqueles que se camuflam, valendo-se de mim alheia, distante e incapaz de cogitar sentimentos tão pobres por desconhecê-los como os que tentam inutilmente minar meu caminho.São pedras.
Para longe,além das minhas vistas os que fazem mal.
Olho para cima e quando vejo uma nuvem, penso que posso ser como ela: Quando fica pesado demais simplesmente chove.
Fé em Deus ,Fé na vida,Fé nas pessoas porque por mais raro que seja ainda vale á pena.
Tenho uma ponta afiada de tristeza mal resolvida.
Aquela tristeza que veio aqui, se deu mal e foi embora;
Tenho uma veia poética mal resolvida,
daquelas que não se satifaz na escrita porque não encontra palavra certa para o que sente.