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Frases de Evan do carmo

1.430 frases

Palavras de um ateu convicto, "o amor é sábio e o ódio é tolo" enquanto muitos religiosos se amatam em guerras estúpidas e em discussões insalubres, contudo, dizem estarem buscando a paz, espalhando discórdia e intolerância.,
Construam o mundo com palavras Importante se fazer casa pois nela mora o homem físico
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Construam o mundo com palavras Importante se fazer casa pois nela mora o homem físico serve de abrigo contra o sol e a chuva, e de aconchego para as crianças. Mas quanto se a fazer livros neles moram o espírito da humanidade os segredos dos homens do futuro e dos deuses do passado a esperança de se fazer, no futuro, um mundo melhor. Casas podem ser derrubadas as ideias nunca, uma vez soltas no ar não voltam mais às suas origens criam raízes, dão frutos. Casas mudam um cenário rural e agreste mudam uma cidade e até um país, mudam aldeias. Livros mudam o mundo, mudam os homens fortalece o espírito abatido, libertam as almas.

Prisioneiros da esperança Sou, como todo homem, prisioneiro, prisioneiro
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Prisioneiros da esperança Sou, como todo homem, prisioneiro, prisioneiro de uma esperança de uma ilusão persistente de um querer permanente de um sonhar consciente de que no amanhã logo ali, depois que noite se for .... virá a liberdade Quem acredita em liberdade? quem se abraça com esperança? são sempre os mesmos os desesperados os prisioneiros os injustiçados os cegos os mudos os surdos os aleijados ...as mulheres, as crianças e os poetas.

A poesia que faço hoje, agora, não tem dia nem memória.
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A poesia que faço hoje, agora, não tem dia nem memória. É semente do futuro são flores do presente e espinhos do passado. São lágrimas incontidas e rastros apagados caminhos percorridos destinos desviados. A poesia que ora faço me impõe uma rotina diária uma obrigação noturna um regozijo, um enfado. A poesia que faço hoje, agora, não tem dia nem memória não me concede honra nem desonra nenhum lucro nenhum prejuízo apenas lucidez ... fôlego e vida.

Saudade há um abismo insondável
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Saudade há um abismo insondável onde buscamos a poesia... para alguns poetas ele tem nome simples, como morte desespero, angustia e solidão... mas para mim ele sempre se revela em hora improvável seu nome é sempre único, inconstante invariável... saudade... do que não tive do que não fiz, do que não fui não de amores não de desejos insaciáveis não de corpos não de bocas nem de beijos... apenas saudade inconstante invariável.. ... o que é saudade? saudade em mim é poesia é dor que não varia nem se explica nem se acalma é luz é treva é minha própria alma em desespero em transe metafísico.

Há uma imensa diferença entre quem pensa e escreve, e entre quem copia textos e pensamentos alheios, sem dar crédito ao autor. Eu, quando escrevo algo sobre a conduta dos homens, geralmente faço de modo universal, sem apontar minha pena para quem quer que seja, desta forma ningu…
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Há uma imensa diferença entre quem pensa e escreve, e entre quem copia textos e pensamentos alheios, sem dar crédito ao autor. Eu, quando escrevo algo sobre a conduta dos homens, geralmente faço de modo universal, sem apontar minha pena para quem quer que seja, desta forma ninguém poderá me acusar de plágio leviano, nem dizer que estou a enviar recado para algum desafeto. Isto deve ser pelo fato de que, escrever tem sido meu ofício, e continuará sendo enquanto eu respirar. Escrevo porque preciso me sentir vivo e capaz de contribuir com meu pensamento e análise sobre muito temas, contudo, não posso ter opinião sobre isto o aquilo, pois sempre incorrerei no risco extremo de ser injusto, pela complexidade dos assuntos em voga. Me coloco sempre no centro da neutralidade, não é porque penso e escrevo que tenha o direito de ofender àqueles que possuem suas opiniões formadas sobre as coisas ou sobre pessoas. É bom nunca esquecermos, talvez da única verdade absoluta que existe: Quem têm certeza, não raro, são pessoas questionáveis e perigosas, propensas a cometer equívocos e injustiças. Também são elas que gostam de se apropriar das ideias de outros e de publicar, como fossem decretos morais.

Una rosa para sus pensamientos, la distancia del alma es abismal a pesar de que
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Una rosa para sus pensamientos, la distancia del alma es abismal a pesar de que Presentamos aquí, no hay ... El cuerpo sin el espíritu ... sin el dulce sin la sal. Entonces me gustaría tener flores a mi seputamento? ¿No sería begonias u orquídeas. Para mí sería suficiente con que usted me toma adiós. Para el poeta reír como llorar y el poeta hace caso omiso de la muerte abraza la desgracia como si abrazas a un hermano.

Al nacer nos encontramos con el vacío , caímos en el abismo gravedad , ante la inutilidad de un proyecto condenado al fracaso , sin embargo, nos vemos obligados a creer que necesitamos para vivir. Nuestra primera estímulos para el nihilismo es el azote de un médico o una partera…
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Al nacer nos encontramos con el vacío , caímos en el abismo gravedad , ante la inutilidad de un proyecto condenado al fracaso , sin embargo, nos vemos obligados a creer que necesitamos para vivir. Nuestra primera estímulos para el nihilismo es el azote de un médico o una partera tribal, que nos obliga a luchar por las lágrimas ... Este es el grito , nuestra protesta colosal contra la naturaleza y la locura de Dios ... Antes de nada, es nuestra desesperación , el poeta y la poesía de amor platónico Muse , el creyente la metafísica humillantes .

O cortejo de João Seguia uma multidão em rua larga um cortejo de um defunto comum,
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O cortejo de João Seguia uma multidão em rua larga um cortejo de um defunto comum, um homem conhecido e respeitado na cidade. Era o João, que morrera de dor nas tripas. João era uma alma boa, pessoa prestativa e generosa. João nunca se negara a ajudar seus vizinhos, fossem eles gente boa ou homens emprestáveis. João não teve filhos nem esposa e por toda vida vivera sozinho. João cultiva a terra, onde plantava seu sustento e o de quem lhe batesse à porta. João, certa noite, comeu seu jantar e em seguida, depois de pitar o seu cachimbo, fora dormir de barriga cheia e alma leve. Durante a madrugada João sentiu fortes dores no ventre, mas João era sozinho, na rua onde morava ninguém escutou seus gritos por socorro. João só foi encontrado dias depois, quando vizinho lhe bateu à porta para lhe pedir açúcar para adoçar seu café matinal. O cortejo de João seguia na rua larga em profundo silêncio, ninguém lhe cantava ladainhas fúnebres, nem cânticos de vitória.

Para quem duvida do eterno mistério da vida e do sumo encantamento da morte, os sentidos naturais nos convidam
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Para quem duvida do eterno mistério da vida e do sumo encantamento da morte, os sentidos naturais nos convidam à uma reflexão filosófica: A música de Bach, o prodígio divino de Beethoven as óperas Wagnerianas, o virtuosismo de Chopin para mim seria suficiente, mesmo que me faltassem todos os outros sentidos. Se eu não pudessem ler os poemas de Camões nem as odes de Horácio e de Cícero ou ainda as "odisseias" de Homero, e os poemas de Pessoa. Mesmo assim estaria convencido da existência de um espirito eterno e sábio que sopra aos humanos tanta beleza e espanto... e divindade. Olhe que não citei Verdi

O Poeta deve levar à poesia uma abnegação que lhe é própria, um verdadeiro poeta é aquele que não chega à resoluções descritivas e sensitivas, senão por meio de um apurado exame contemplativo do caos humano, com uma paciência proustiana, que foge às tentações das sínteses brilhan…
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O Poeta deve levar à poesia uma abnegação que lhe é própria, um verdadeiro poeta é aquele que não chega à resoluções descritivas e sensitivas, senão por meio de um apurado exame contemplativo do caos humano, com uma paciência proustiana, que foge às tentações das sínteses brilhantes e das conclusões a priori.