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Frases de Evan do carmo

1.430 frases

A PREGUIÇA MENTAL DOS ESTÚPIDOS Gente estúpida vai continuar estúpida, e vai morrer estúpida, porque tem preguiça mental para estudar, só ler porcaria, especialmente sou for excitante. Mas quanto a ler o que lhe tiraria da escurida da ignorância, isso não, prefere perguntar para…
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A PREGUIÇA MENTAL DOS ESTÚPIDOS Gente estúpida vai continuar estúpida, e vai morrer estúpida, porque tem preguiça mental para estudar, só ler porcaria, especialmente sou for excitante. Mas quanto a ler o que lhe tiraria da escurida da ignorância, isso não, prefere perguntar para saber o básico, o mínimo suficiente que possa lhe qualificar como ser humano.

Luz e Treva Da luz à escuridão da escuridão à luz
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Luz e Treva Da luz à escuridão da escuridão à luz tanto faz ida ou vinda a distância é amesma a se percorrer... Feliz o homem que conheceu os dois caminhos este não terá dificuldade para entrar e sair das trevas ou da luz para resgatar os inexperientes destas duas escolhas...

Prisão Psicológica “Qual será o preço da tua liberdade?... Não queira saber, é muito caro para as tuas posses". O que pode ser concebido como liberdade para um homem pode variar de muitas maneiras. Há uma maioria entre eles que não percebe a diferença entre prisão e liberdade.
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Prisão Psicológica “Qual será o preço da tua liberdade?... Não queira saber, é muito caro para as tuas posses". O que pode ser concebido como liberdade para um homem pode variar de muitas maneiras. Há uma maioria entre eles que não percebe a diferença entre prisão e liberdade. Contudo alguém deve dizer, ao ler este texto, que a liberdade é o direito físico de poder ir e vir sem que seja interrompida a caminhada. O fato é que só existe prisão mental, qualquer outra forma de prisão pode ser rompida por qualquer estúpido, carcereiro ou juiz. Já a prisão real, esta de que falo é muito mais difícil de romper com os seus grilhões. Eu não tenho a pretensão de ensinar como se faz a ninguém. Mas acredito que foi pelas minhas próprias mãos, ou melhor, com meus próprios olhos que me livrei das amarras da ignorância herdada, especialmente das superstições religiosas, que representa, a meu ver, a prisão mais nociva e perpétua. Uma frase genial de Espinosa deve indicar a chave àqueles que despertarem algum interesse por esta minha visão realista do que pode ser chamada de verdadeira prisão, a psicológica. ! “O Medo gera as Superstições..” ― Evan Do Carmo

“Ode ao amor Queria não ter lido nem estudado Vinicius de Moraes
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“Ode ao amor Queria não ter lido nem estudado Vinicius de Moraes para escrever algo original sobre o amor e a falta dele. Mas algo assim só seria possível se Vinicius não tivesse lido Neruda com tanto espanto e reverência ou se Neruda não tivesse lido Rimbaud. Queria cantar o amor em sua primorosa essência como Ricardo Reis à Lídia como Dante à Beatriz. Inexoravelmente nasci atrasado atras de todos estes mas o amor ainda me inspira loucura e lucidez... para compor poemas tão simples como este. É o amor que sempre nos guia ao fundo do copo e ao cerne da vida ao topo do mundo e ao fim da tragédia é amor que nos conduz ao abismo da perda e ao encanto da luz da conquista mesmo que não seja original é o amor que dá alma ao artista.

SEM REFLEXÃO O HOMEM NÃO EVOLUI O que me faz crer na razão sobre o instinto? Numa análise instintiva e descuidada eu diria que são as obras de artes humanas. A Nona Sinfonia de Beethoven, Dom Quixote, a Odisséia e a Ilíada de Homero, o mundo perdido de Proust, Hamlet, a inteligê…
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SEM REFLEXÃO O HOMEM NÃO EVOLUI O que me faz crer na razão sobre o instinto? Numa análise instintiva e descuidada eu diria que são as obras de artes humanas. A Nona Sinfonia de Beethoven, Dom Quixote, a Odisséia e a Ilíada de Homero, o mundo perdido de Proust, Hamlet, a inteligência crítica de Voltaire. Mas todo este argumento me cai sobre terra, quando analiso nossos frutos podres, os das religiões, da política e da guerra. Somos apenas instinto violento, o mais, a parte boa são animais esquizofrênicos.

Um caso real da literatura brasileira Seguindo a sua rotina, a de sempre ir ao supermercado no final da tarde, para fazer compras para o jantar, o Antônio não tinha muita pressa, vivia sossegado. Era metódico e organizado, sempre saia na mesma hora de casa, seguia seu ritual diá…
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Um caso real da literatura brasileira Seguindo a sua rotina, a de sempre ir ao supermercado no final da tarde, para fazer compras para o jantar, o Antônio não tinha muita pressa, vivia sossegado. Era metódico e organizado, sempre saia na mesma hora de casa, seguia seu ritual diário. Entrava em seu carro, um 4x4 esportivo, dava a partida, ligava o som, para ouvir as notícias do final do dia, seu carro não era exatamente um carro de playboy, mas era um carro bonito e possante, que chamava a atenção das pessoas, pelo seu tamanho e potência. Eram seis e meia da tarde, ou da noite para alguns, o fato é que era noite para o Antônio, pois em sua região o sol se punha mais cedo. Neste dia, porém, em que relato os fatos ocorridos, fatos dignos de atenção do leitor desta coluna, o Antônio achava que seria apenas mais um dia como os demais, que iria ao mercado, voltaria em paz e segurança, e que faria sua costumeira comidinha caseira para agradar a sua esposa. Antônio era jornalista aposentado, na verdade vivia de renda, tinha lá um pouco de dinheiro aplicado, dinheiro que recebera por uma aposentadoria voluntária, que o governo brasileiro havia promovido e incentivado antigos servidores federais a se aposentar antes da hora. Antônio estava na melhor fase de sua vida, tinha casado já seus dois filhos, vivia com esposa a sua terceira lua de mel. Era um casal ainda jovem para os padrões atuais, ambos com sessenta anos, fortes e saudáveis, tinha uma vida sexualmente ativa e muito satisfatória, não tinha muito com o que se preocupar, vida financeira equilibrada sem nenhuma grande causa para lutar, queriam apenas viver e aproveitar seus melhores dias. Antônio, neste dia em questão, foi ao mercado, como sempre fez, comprou seus ingredientes para o jantar, verificou que havia chegado o seu vinho favorito, vinho que ele tomava sozinho, uma garrafa por semana, especialmente na hora de cozinhar. Conversou com a moça do caixa, falou da família e dos netos, incentivou a atendente do caixa a estudar, pois segundo ele, a vida tinha muito mais para oferecer do que um emprego simples de caixa de supermercado. A moça agradeceu, como sempre fazia, era solista, mas não tinha lá grandes chances de subir na vida, pensava o Antônio, que ela apesar de ouvir seus conselhos nunca deixaria de ser caixa, estava na verdade contente com seu trabalho. Antônio pagou sua conta e se despediu de todos, entrou em seu carro e seguiu para sua casa, que ficava a duas quadras do supermercado. Antônio morava em um condomínio de classe média, tinha seus privilégios quanto ao luxo de morar bem, morava em numa cobertura, seu prédio tinha área de lazer e segurança 24 e horas por dia. A garagem era como sua sala, não tinha a menor chance de ser abordado por estranhos. Mas para tudo na vida sempre há, como dizem os mais velhos, sua vez. E este dia era a vez do ineditismo acontecer com Antônio. Ao sair do carro, foi surpreendido por um homem bem vestido, que lhe apontou uma arma e disse: -Entre no carro, vamos dar uma volta. Antônio calmamente lhe respondeu: -Não vou a lugar nenhum. Se quiser me roubar, me roube aqui mesmo, e se por acaso deseja me matar, faça aqui, pois não costumo andar com estranhos, muito menos na hora sagrada de fazer o jantar para minha esposa. O homem bem vestido, que ainda não sabemos ser um ladrão comum, balançou a cabeça e disse: -Mas você é mesmo louco, não está entendendo o que lhe digo, ou está tirando onda com a minha cara? Estou lhe dando uma ordem, entre no carro e dirija para fora da cidade. Antônio olha para o lado, não vê ninguém, está sozinho, apenas ele e o ladrão, ou o lunático que desejava dar uma voltinha de carro com ele. Antônio pensou, que seria mais um pervertido, pois o homem bem vestido não tinha as características comuns de um assaltante. O homem vestia um terno preto, mas de boa qualidade, não era um segurança do prédio, Antônio conhecia todos os empregados do seu condomínio, e, para estar ali, e ter entrado pela portaria, só podia ser um morador, alguém que premeditou cuidadosamente o evento. Antônio diz para seu algoz, ainda com aparente calma: -Não sei o que o senhor pretende com esta história de andar comigo de carro, poderia ser mais claro? Seja direto, o que realmente deseja? Como o senhor se chama? O Homem abaixou a arma, se encostou no carro e começou a chorar. Entre lamentos dizia: -Sou um desgraçado, me desculpe. Estou com uma doença terminal, moro aqui já faz alguns anos, sou viúvo há muito anos, e tenho observado a sua vida tranquila, sua rotina diária. Já pude ver o quanto é feliz com sua esposa. Então por viver só e abandonado, sem filho e parente por perto, e ainda condenado à morte, resolvi fazer alguma coisa para chamar a sua atenção. Veja, eu falo a verdade, esta arma, por exemplo, é uma arma de brinquedo, comprei com este intuito, o de lhe causar algum sofrimento e angústia. Mas sua reação me deixou ainda mais confuso. Quem em sã consciência, neste mundo perigoso, agiria desta forma ao ser abordado com uma arma na cabeça?. Qual é o seu segredo, por que leva a vida desta maneira incomum? Antônio riu do homem, que ainda chorava descontroladamente e disse: -Não tenho nenhum segredo, meu amigo, só penso que a vida não é assim tão complicada, como parece para a maioria das pessoas, e quanto a morrer nesta altura da minha vida, não me diz nada, tanto faz, estou satisfeito com o que fiz e vivi até aqui. -Mas me conte mais sobre sua vida e doença, quem sabe eu não posso lhe ajudar. O Homem de terno preto, marchou em direção a uma lixeira e jogou a arma de plástico. Voltou em direção ao Antônio e disse: -Me desculpe, eu sou um homem desgraçado, mas poderia me fazer um grande favor? Não conte sobre isso para ninguém, nem me entregue para a polícia. Eu não mereço tanta consideração assim, esqueça este meu vexame. Antônio olhou com piedade para o homem, que agora já estava mais calmo e disse: -Não se preocupe, será o nosso segredinho, e se ainda quiser dar um volta no meu carro, podemos ir. O homem riu desconcertado e disse: -Não, muito obrigado, tenho que voltar para casa já está na hora de tomar os meus remédios. Antônio pegou suas compras, acionou o alarme do seu carro, entrou no elevador e entrou em casa sorrindo, como quem tivera uma visão de algo inverossímil.

Sou escravo de uma ilusão de liberdade Não sou, nem nunca serei
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Sou escravo de uma ilusão de liberdade Não sou, nem nunca serei escravo de ideologia nem escravo do amor nem da alegria... Sou livre assim penso e vivo tenho um coração calmo, ativo com muito defeito um coração que ama que ri, que chora e sangra. Escravo do riso eu seria, se não soubesse como tolos são os que riem à toa contudo, no meu universo não há espaço para distração de natureza humana. Há contradição no meu discurso e confusão no curso da minha epígrafe enquanto escrevo e penso outra ideia surge, no subterrâneo onde o meu inconsciente trava luta com minha lucidez superficial. Sou escravo de mim mesmo dos meus servos-heterônimos que conscientemente me guiam quando eu divago sobre as suas teses e admito que na obscuridade, na verdade, são todas minhas.

O que procuramos quando escrevemos? Ser lido, mas não ser lido por qualquer pessoa, desejamos alcançar mentes que nos assemelham,
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O que procuramos quando escrevemos? Ser lido, mas não ser lido por qualquer pessoa, desejamos alcançar mentes que nos assemelham, no verbo e no espírito, que compreendam o que escrevemos. Portanto elogios simples nunca devem ser o parâmentro ideal para nos contentar. Contudo, se os elogios vierem de alguém que sabe o que diz, e que assim como nós, sabe escrever mais de um verbo em ações e tempos distintos e sabe usar mais de meia dúzia de adjetivos, para se expressar, assim, talvez assim, nos sintamos realizados pela alegria inarrável de termos sido achados por alguém no meio da multidão de pessoas comuns.... O bom crítico deve ser alguém com a mesma capacidade de criar aquilo que critica.

O QUE É FELICIDADE? Só tenta descrever a felicidade quem não é feliz completamente. A felicidade não deve ser um conjunto de coisas agrupadas em ordem de valor e importância. A felicidade, contudo, caso eu pudesse a descrever, caso fosse eu uma pessoa comum, dessas que se preoc…
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O QUE É FELICIDADE? Só tenta descrever a felicidade quem não é feliz completamente. A felicidade não deve ser um conjunto de coisas agrupadas em ordem de valor e importância. A felicidade, contudo, caso eu pudesse a descrever, caso fosse eu uma pessoa comum, dessas que se preocupa demasiadamente em justificar sua pueril alegria como extrema realização existencial, diria que a felicidade não se define, apenas se vive. Não podemos indicar a outros o que significa felicidade plena... São pontos de vista sobretudo o que nos define como seres humanos imperfeitos.

DICA DO EDITOR - CONTRA A VAIDADE LITERÁRIA Lembro de uma passagem das sagradas escrituras, onde um homem doente pede esmola a dois irmãos do Cristo. Contudo, eles dizem para o homem aleijado. "Nada temos para lhe oferecer, nem prata nem ouro, apenas uma coisa: o Cristo." Me pe…
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DICA DO EDITOR - CONTRA A VAIDADE LITERÁRIA Lembro de uma passagem das sagradas escrituras, onde um homem doente pede esmola a dois irmãos do Cristo. Contudo, eles dizem para o homem aleijado. "Nada temos para lhe oferecer, nem prata nem ouro, apenas uma coisa: o Cristo." Me pego a pensar sobre meu trabalho de editor, se realmente tem alguma relevância este meu trabalho, ou se o que faço é alimentar a vaidade e o orgulho, inflar a alma de autores não publicados, especialmente quando a edição é gratuita, para aqueles que não podem pagar para realizar o sonho de ter uma obra publicada... Nada é mais insuportável do que a vaidade de escritores novatos, de poetas que passam do anonimato das redes sociais para o mundo real, com uma obra publicada e impressa. Um livro em mãos ou na cabeça não superar em nada o valor de um autor, o que ele tem que não pode ser roubado está em sua mente, sua leitura sobre o mudo e sua capacidade de filtrar o que pode ser aproveitado para escrever em seu livro verdadeiro e eterno, a sua existência, este será seu real legado. Um livro não pode mudar um mundo nem deve mudar o homem que o escreve, contudo, alguns homens que nada escreveram, como o Cristo, foram capazes de mudar toda humanidade.