Agua pra quem bebe agua Todas as delicias se bebia, Mas beber!, é coisa pra quem sabe?
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Agua pra quem bebe agua Todas as delicias se bebia, Mas beber!, é coisa pra quem sabe? Saber?, não sei, bem o que é Fé é meu saber e controle do entender Entendo assim que aquele beijo foi isso Sim!, foi uma bebida deliciosa e de fé Não?, mas que isso não!, simplente tudo isso Contudo; eu sei que agua que tenho ao labio Sei, ei, que eu me cobiço de desejo ego cego comigo Há um desses dias acordo meus dedos de tal sonho cegamente sonhado Sonho cego, não pode ser visto nas passarelas reais, pelo menos não Então me prevenho escrever a escravidão ireal lá fora daqui Escravidão não tão ireal pra corações sem ilusões do punho há mão Mão de seu coração é a terra da ilusão que faz o ireal, real aqui Lá fora no mundo, a escravidão é o cão que emonciona pra sair da televisão Cachorros me levem longe do real e ireal que me cega e deixe meu sonho ser vital Que sabe, estou cansado de cachorros e cachorras, melhor mesmo eu ficar longe desse bando Bando abandonado pelo ego e desejo largado de ser dono e dominador do terceiro e interior Chega de escrever, assim vou me enloquecer de tento veer coisas que não como posso poderei poder Poder?, o que vira a disse tal coisa a dizer, sei lá, uma coisa das estrelas que até hoje o homem não teve humildade de aprender e viver. Dedico a todos que amem o proximo mais que o outro oproprio dos interesses.