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Frases de Eric Jó Lopes

167 frases

Andemos de pés trocados, de olhos fechados, de mãos vazias. Deixemos que a simplicidade nos encontre, que a felicidade nos veja, e que quando esbarremos na tristeza tenhamos sempre as mãos livres para estender.
E é aí que tudo se confunde, o que era arrogância se transforma em cuidado. O que é a arrogância, se não o medo de perder algo? As vezes correr na frente, é a única forma de permanecer ao lado.
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E é aí que tudo se confunde, o que era arrogância se transforma em cuidado. O que é a arrogância, se não o medo de perder algo? As vezes correr na frente, é a única forma de permanecer ao lado. Fatigado, porém feliz.

O vento sopra pra longe Tudo o que eu acho que quero Sendo assim, me desespero
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O vento sopra pra longe Tudo o que eu acho que quero Sendo assim, me desespero E tento correr atrás Mas nem tudo o que me satisfaz Parece me fazer bem Então penso que foi alguém Que tentou me ajudar Soprando tudo pra lá Para que eu pudesse enxergar E então decidir Ir atrás do que faz bem pra mim Mesmo que ele tenha soprado a ti

Intencionalmente Seus olhos, meio vagos Ocupados somente pela lua
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Intencionalmente Seus olhos, meio vagos Ocupados somente pela lua Se perdem na noite escura Distraidamente Acendem a trilha dos que te seguem Sem saberem que apesar do seu brilho Seus caminhos são inseguros Escuros Escolhe iluminar com luz roubada De um satélite farol Escondendo seu resplendor Sol Por medo de queimar Resistindo a quem possa suportar A luz da estrela que guarda

Quando feliz, que o vento te traga Quando triste, que o vento me leve Quando em bando, que nunca me esqueça
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Quando feliz, que o vento te traga Quando triste, que o vento me leve Quando em bando, que nunca me esqueça Quando só, que eu sempre apareça Quando te acharem, que não se desencontre Quando perdida, que eu sempre te encontre Quando desejar, que seja mais cedo Quando renunciar, que seja ao seu medo

DIÁRIO DE UM ALMIRANTE⁠ Da nostalgia do último sopro vive as apagadas velas
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DIÁRIO DE UM ALMIRANTE⁠ Da nostalgia do último sopro vive as apagadas velas dessa pobre embarcação Veste luto na bandeira e pelas águas que vagueia traz pesar em seu timão Por ironia do destino viu a frota naufragar Por que só os meu amigos falta água nesse mar? Não restaram dias de glória navegando essa memória até Netuno apagar