Às vezes eu finjo entender o sentido da vida, repito para mim mesmo que tudo é passageiro, que o agora é tudo o que existe. Mas, no silêncio da noite, a mente me trai. Começo a pensar nas escolhas que não fiz, nas palavras que calei, nos caminhos que abandonei.
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Às vezes eu finjo entender o sentido da vida, repito para mim mesmo que tudo é passageiro, que o agora é tudo o que existe. Mas, no silêncio da noite, a mente me trai. Começo a pensar nas escolhas que não fiz, nas palavras que calei, nos caminhos que abandonei. E percebo que, mesmo aceitando quem me tornei, ainda há uma parte de mim que sente falta do que nunca aconteceu.