Lia Há um céu onde o velho e o jovem se perdem e se encontram. Neste céu a inocência do teu olhar e a alegria do teu sorriso tomam o timão e guiam a nau do amor pelas estrelas. Que o infinito nos aguarde!
Frases de Erianclom
18 frases
Algumas pessoas querem que você seja o que elas querem que você seja. E quando você não é o que elas querem, elas já não se importam mais com quem você é."
Haja vista o jovem, néscio. Contempla a vida, sedento idílio. Sonha ser lesto andarilho,
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Haja vista o jovem, néscio. Contempla a vida, sedento idílio. Sonha ser lesto andarilho, orvalhado regato régio. Haja vista o velho, comedido. Esboroado mestre do imaturo. Marcado pelo tempo, é astuto. Velho sem voz, de olhar vivido. Jovem e velho tomam a senda à passos combinados e firmes de espíritos milenares. Mesclados, que se entenda vivem em mim livres à renovar meus ares.
Noite de Tranças aos ventos eles esvoaçavam no brilho da garoa dançavam
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Noite de Tranças aos ventos eles esvoaçavam no brilho da garoa dançavam finas tranças, aqueles detalhes feitiços conjurados lançavam e finos traços que riscavam na noite se exibiam, gabavam exibindo sorrisos aos olhares lábios que meus sonhos tocavam deixemos Capitú com seus olhos que de ressaca se exibiam Bentinho já os cantava pois nos que canto, mergulho e nado onde estrelas choviam ali onde o meu olhar morava Erianclom
Músicas ao vento Aquele velho comedido, já conhecido, se deixa tocar n’alma pela música.
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Músicas ao vento Aquele velho comedido, já conhecido, se deixa tocar n’alma pela música. Enquanto aquele jovem, vida lúdica, aprecia o vento e procura seu sentido. Vento e música mesclados em um, maestria entorpecente, quase tangível. Que no tocante da alma sensível alegra, acalenta, matina algo incomum. Nesse mundo inimaginável, desfraldado, somos ases das nossas conquistas, derrotas,desejos, mente estulta. Os acordes seguem concatenados. O vento agora é o musicista. Se não me acalento, mea culpa.
No orvalho das frias manhãs de outono, onde molho meus pés na grama salpicada pelas lágrimas das nuvens, vejo que um anjo voa livre, saboreando o nascer de um belo dia. Vai em direção ao nascer do sol, e o brilho dos seus cabelos deixam um rastro de luz dourada. O gracejo dos…
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No orvalho das frias manhãs de outono, onde molho meus pés na grama salpicada pelas lágrimas das nuvens, vejo que um anjo voa livre, saboreando o nascer de um belo dia. Vai em direção ao nascer do sol, e o brilho dos seus cabelos deixam um rastro de luz dourada. O gracejo dos seus movimentos me fazem ver seus olhos, portais para o encantado mundo do amor. Ao me ver, sorri. Estendo minha mão em sua direção Pegue-a. Leve-me onde és feliz e aí serei feliz também.
Ággelos Não se esqueça da mensagem meus olhos contam em segredo
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Ággelos Não se esqueça da mensagem meus olhos contam em segredo pela brisa primaveril eu desço trazendo o paraíso na bagagem Não são todos que decifram se faz necessária erudição e um pouco de inspiração onde os leigos se complicam Aqui não quero ser passageira da senda que ruma meus desejos quero mais do que lampejos que o sorriso esmorecido ceia pois nesse caminho crescem lótus regados à sorrisos celestiais e hão de desabrochar mais se decifrar a mensagem de Ággelos
Ok. durma bem… ...enquanto me perco às veredas da insólita insônia que me assola a mente dispersa e indisciplinada, que vaga por caminhos tortuosos alimentados pela incerteza, carente da imagem do teu sorriso cuja resplandecência, assás indelével que és, ladrilha a abóbada cel…
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Ok. durma bem… ...enquanto me perco às veredas da insólita insônia que me assola a mente dispersa e indisciplinada, que vaga por caminhos tortuosos alimentados pela incerteza, carente da imagem do teu sorriso cuja resplandecência, assás indelével que és, ladrilha a abóbada celeste com o brilho de mil diamantes, alimentando tamanha inveja que nem mesmo Da Vinci seria capaz de reproduzir nos áureos tempos do Renascimento.
The Velveteen Rabbit Neste dia a vida se renova Sai noite, entra aurora
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The Velveteen Rabbit Neste dia a vida se renova Sai noite, entra aurora Percalços, ora, vencestes De fé és a senda agora Um tal Gessinger já dizia Água passada não movia E parada também não O dito moinho da vida Que a água se mova Que o moinho se agite Aos teus passos divinos Ah, e este poema Sei que descobrirás É coisa de amigos
Escolhas Lá estava ele, à beira do abismo. Mente impregnada pelo terror. Vozes gritando, trevas, demônios em chamas, espinhos, lama. Confortavelmente entorpecido pelo medo, olhos esbugalhados, voltados ao horizonte. Uma das mãos no bolso, roçando em um objeto metálico circular…
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Escolhas Lá estava ele, à beira do abismo. Mente impregnada pelo terror. Vozes gritando, trevas, demônios em chamas, espinhos, lama. Confortavelmente entorpecido pelo medo, olhos esbugalhados, voltados ao horizonte. Uma das mãos no bolso, roçando em um objeto metálico circular e outra agarrada numa garrafa de vidro. Pés descalços. Brisa quente. Foi tempo perdido? Pássaros livres voam sem se importarem com o tempo, e mesmo assim não o perdem. A toda hora, em todos os locais, tempo é gasto, mas não desperdiçado. Pois amorfo como água o tempo é. Toma a forma das nossas dores e passam inevitavelmente dilacerando nossos sentimentos. Mas a dor é fogo que derrete o metal bruto afim de moldar a bela jóia que torna-se o homem que assimila seu sofrimento. A mão sai do bolso com uma moeda do valor da insegurança e covardia. Por ela será decidido o destino. Marteladas no peito. Lançada ao sabor do vento, com o brilho da prata a refulgir a cada giro do medo, ela cai pesarosa na mão que a lançou e esta se fecha relutante em abrir, a mão verte suor e treme. Na outra mão a garrafa vai à boca, e o fel de fundo adocicado da coragem desce pela garganta queimando a incerteza, aquecendo o coração, fluindo mente adentro, clareando idéias. Mais uma vez a moeda ganha os ares, e sem revelar sua escolha vai cada vez mais longe para nunca mais voltar. Ao abismo ela se vai e ele escolhe a vida.
“As curvas de teu corpo dão os frutos da inveja que nem mesmo Afrodite digeriu.”
Uma pena Eram ares aromados por flores em tons de púrpura suas cores
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Uma pena Eram ares aromados por flores em tons de púrpura suas cores mas haviam sorrisos esmorecidos com olhares pétreos em dores Eram penas livres que dançavam em ventos rítmicos que cantavam mas haviam olhos líricos quietos com linhas de tempo que marcavam Eram como o orvalho de outono em campo relvado sem dono mas o orvalho era o princípio com alma nas pedras fez tronos Eram reis e rainhas em centena em vida agora na presença plena mas era uma pena naquele olhar com o dom de trazê-lo à cena Uma pena
A mais bela Olhos poderoros, sem iguais. Após os ver
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A mais bela Olhos poderoros, sem iguais. Após os ver não esqueço jamais. São lindos, brilhantes… qual pedra mais pura. Qual diamantes. Cabelos brilhantes, sedosos aos quais deviar o olhar não posso. Dançam livres ao sopro do ar, assim como as ondas do mais belo mar. Sorriso belo e iluminado, assim como o sol que nasce num encantador dourado. Alegra e enfeitiça. Obra genial do mais célebre artista. Lábios tenros, chocantes… Seus movimentos? Estonteantes. Beleza nobre, rara… e tocá-los é ser levado onde a magia não pára. Atributos do mais belo anjo e de elogiá-la jamais me canso. Qualidades? Existem mais. E se as procuro não cesso jamais.
Rosas Sim, há rosas naquele jardim. Beleza invejada por qualquer um
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Rosas Sim, há rosas naquele jardim. Beleza invejada por qualquer um Naquele gramado entre alfazemas Exalando perfume de fascínio Há jardineiros invejosos, sim Sem entender que aquela incomum Rompe com força torrão e leivas E desabrocha linda, encanto régio Entre espinhos e pétalas Entre lágrimas e sorrisos Entre dores e prazeres Venceu todas suas batalhas À passos firmes e precisos Deus, como ela tem poderes.
Verde Presença O cantar do rouxinol que anuncia a aurora
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Verde Presença O cantar do rouxinol que anuncia a aurora anuncia também agora que belos olhos ela tem No horizonte eles detém olhar fixo fascinado no brilho dum sol dourado e verde é sua presença E o rouxinol se contenta se alimenta do seu sorriso ah, rouxinol sabido voa alegre e livre Sabendo que agora vive para o verde contemplar entorpecente olhar neles para sempre estar
Suave entre brumas ela surge, e seu sorriso ilumina. Mas hoje o desejo, antes imaculado, adentra ao mundo ordiário com olhos insanos, hesitando lubricidade na calada da noite. A lascívia no veludo de seus lábios seduzem à cada toque na taça do vinho, a cada mordida, a cada bei…
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Suave entre brumas ela surge, e seu sorriso ilumina. Mas hoje o desejo, antes imaculado, adentra ao mundo ordiário com olhos insanos, hesitando lubricidade na calada da noite. A lascívia no veludo de seus lábios seduzem à cada toque na taça do vinho, a cada mordida, a cada beijo. Embriagada em seu perfume a mente já não mais condena mãos que deslizam pelas curvas do seu corpo, tão naturalmente intensas, marcando a pele como igual àqueles que Dante cruzou em sua jornada, condenados pela luxúria. Corpos embevecidos numa cornucópia de paixão, elevados tão altivamente que a luneta do timoneiro avista apenas duas chamas nos céus, cingidas em laço por Eros até que a aurora desperte tal devaneio onírico.
Rubra capa As páginas do livro de rubra capa aroma de sabedoria exalam.
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Rubra capa As páginas do livro de rubra capa aroma de sabedoria exalam. Inspirando aos que viajam às veredas do conhecimento. Mas eis que por um momento um viajante sedento do saber deseja suas páginas ler deleitar-se em sua filosofia. Jovem livro que desconhecia és, na biblioteca da vida, única. Dádiva dos que sonham. E na dança da sabedoria sábios os que ouvem a música dos livros que as entoam
Real ilusão Aos sonhadores que nos rodeiam sinto lhes informar.
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Real ilusão Aos sonhadores que nos rodeiam sinto lhes informar. Vem aos seus pés deitar a mais amarga ilusão. Ter em suas mãos a magia das estrelas, a pulverizar suas torpezas, reluzir em seu caminho. Passos velhos sem destino não mais haveriam. Pois ao seu lado corriam anjos virtuosos. Sorridentes adoradores vossos zelando ao brilho estelar. Desejam somente estar no raio da aura divina. Aroma fresco de ravina áureos campos verdejantes. Por eles passam viajantes em busca da felicidade És na mesma realidade nossa busca pela magia. Entorpecida em alegria realidade sempre viva