"Tu não fizeste isso. Não tu. Eu sei. Não ousarias. Declaraste eterno amor! Repentinamente levar o chão sob os pés de quem é um só contigo? Não poderias destruir a ti mesma causando o partir da alma que te levaria junto.
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"Tu não fizeste isso. Não tu. Eu sei. Não ousarias. Declaraste eterno amor! Repentinamente levar o chão sob os pés de quem é um só contigo? Não poderias destruir a ti mesma causando o partir da alma que te levaria junto. Tu ganhaste a chave dos céus e do inferno. Podias ter escolhido o paraíso, mas optaste pela escuridão. Te tornas, presentemente, juíza não apenas de teus anseios, Mas destróis o ser de quem é e lutaria eternamente por vós? Assim, não anulas apenas a ti que agora já é dois em um. Destróis a felicidade. Assassinas também a chance daqueles inocentes que viriam pela fusão etérea de vossas almas. Não. Não ousarias. Não terias tanto desamor. De tal modo, beberás agora por juramento infinito o fel da somba que se circundará. O limiar rompido entre a sobriedade e a insanidade de quem já não mais tem um coração para ponderar. Que pela permantente justiça aguarde todo aquele que atrever-se a interferir neste elo infinito. Não terá paz, não descansará. E por fim sua alma, dormirá no abismo."