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Frases de Emerson Pierre

6 frases

Aí vem ele, o último homem. Cheio de si, tem tudo à mão, sem perceber, depressa os dias correm.
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Aí vem ele, o último homem. Cheio de si, tem tudo à mão, sem perceber, depressa os dias correm. Veja! O algoritmo esconde sua solidão! Pensa ser o centro do universo, uma dose de ignorância, para lhe cegar. Venenos em papéis bonitos, para lhe saciar, Outro veneno para lhe curar, e muito veneno finalmente para lhe matar! Sem tempo para adoecer, sem tempo para desconfiar, e muito menos para pensar, sem luz própria, não pode se isolar! Essência perdida, alma ferida! Sua alma morreu, antes do corpo! Sem alma, virou um animal, ensinado a dançar em troca de atenção e comida! Acredita em igualdade e liberdade, mas, pode alguém ser livre e igual? Se todos são iguais, não existe liberdade! Se todos são livres, não existe igualdade! Isso é um beco sem saída, nosso rebanho, não tem pastor! A ignorância é atrevida, tem gurus ensinando sobre a vida!

A vida é, de fato, uma causa perdida. Digo isso porque a morte é inevitável: um dia vamos perder, mas enquanto esse dia não chega, devemos valorizar os pequenos momentos de prazer e alegria, aproveitando cada detalhe — um abraço, um banho quente, um dia frio, um dia chuvoso, uma…
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A vida é, de fato, uma causa perdida. Digo isso porque a morte é inevitável: um dia vamos perder, mas enquanto esse dia não chega, devemos valorizar os pequenos momentos de prazer e alegria, aproveitando cada detalhe — um abraço, um banho quente, um dia frio, um dia chuvoso, uma palavra de conforto, um beijo fortuito, um sorriso sincero, uma profunda e prazerosa inspiração. A vida é uma grande aventura na qual ninguém sairá vivo!

No banco da praça, vejo a modernidade, transformando tudo em mercadorias, a arte, o amor, e também o messias,
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No banco da praça, vejo a modernidade, transformando tudo em mercadorias, a arte, o amor, e também o messias, pessoas vagando, perderam a autenticidade. Fito os olhos, vejo a maioria, como formigas, andam sem questionar, vivendo em uma constante letargia, uns omitem, outros se orgulham, não sentem vergonha da ignorância! Estão vendendo suas mentes, distração em lucro transformando, Vivendo a vida de 10 em 10 segundos, celular à mão, dedos deslizantes. Jogados em um mar de conhecimento, cabeça cheia de informação barata, Parecer é melhor do que ser, Muita dopamina, para esquecer o sofrimento. A identidade se perdeu na multidão, e apenas vejo crescer a solidão, Deixaram a modernidade, o moldar em mero objeto, Vive em um mundo conectado, Sem perceber que está isolado, Trocando, profundidade por velocidade, A internet que um dia foi novidade, Tornou-se uma doentia necessidade.

Como a vida é bela, Uma feira de vaidades, Com vitrines de aparência,
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Como a vida é bela, Uma feira de vaidades, Com vitrines de aparência, Cheia de entretenimento barato. O último prego do caixão, Da existência intelectual, Cérebros atrofiados, Regresso, vestido de progresso. Cedados pela dopamina, Esperando a próxima notificação Sem se importar com o peso do grilhão, A forma mais degradante da escravidão. Ó mundo belo, povo lindo, mãe natureza, mãe perfeita, destino sensato, destino exato, bela humanidade, livre na cidade. Como é bela, essa ilusão, o homem, já não escolhe sua vida, condenado a ser um ator, a representa-la, decorando falas, cumprindo a missão. Por conveniência ou medo, fingi que o roteiro é seu, tantos anos fingindo, não sabe que mente O homem, na sua rotina, já não escolhe, perdeu a direção, apenas atua na pantomima, encenando vidas, esquecendo sua paixão.

Quando uma pessoa encontra a "verdade", a única coisa que ela encontra é a ignorância, pois ela deixa de ouvir as pessoas, deixa de aprender, deixa de inspirar, apenas vive por essa "verdade", que jamais saberá se é verdadeira. Eu continuo sendo uma aberração, uma mutação de mim…
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Quando uma pessoa encontra a "verdade", a única coisa que ela encontra é a ignorância, pois ela deixa de ouvir as pessoas, deixa de aprender, deixa de inspirar, apenas vive por essa "verdade", que jamais saberá se é verdadeira. Eu continuo sendo uma aberração, uma mutação de mim mesmo, para sempre serei um idólatra da dúvida!