Soturno como o amenizar da alvorada Jaz moribundo em meu quarto As volúpias que me enfeitiçava as ideias
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Soturno como o amenizar da alvorada Jaz moribundo em meu quarto As volúpias que me enfeitiçava as ideias Sem ter mais seus lábios vaporosos! Cismando em meu consciente pesaroso,as estrelas! Até minhas d' alvas não brilham em meu coração. O que me resta? A penumbra para mim é mais bela Leviano pelos próprios pensamentos. Ignoto,ah! Como sou, malfadado não sabes nada Sou uma pluma sem penas um sol sem raiar No alto do céu há uma colcha prata Nem mesmo ela brilha para mim, o que me restas? Me restas ti, mas venha logo para diante de mim! Para que eu possa aterrissar minha fronte em teu sorriso Para que minha alma escura vire penumbra Alma pura! Não demore mais, venha para perto de mim!