Um dia percebi
Que o tempo é mais rápido quando se ama
E sorriso falso nos engana
Que o dia é bonito ao amanhecer
E assim permanece ao entardecer
Que a vida é feita de alegrias
E de tristeza alguns dias
Que amar é nada compreender
E ao mesmo tempo tudo entender
Que flores o ar perfuma
E espinhos que sem cuidado fura
Que músicas agitadas te fazem dançar
E algumas baladas te balançar
Que sombras das árvores são frescas
E fazem esquecer nossas tristezas
Que nossas lembranças nos fazem olhar pra trás
E tentar seguir em frente nos faz
Um dia perceber que se nada disso senti
É sinal de que nunca vivi
SONETO XXV
Esta é minha vida
Algo que nunca mostrei antes
Acho passagens só de ida
E nunca vou adinate
Estas sao minhas palavras
Algo que nunca falei pra ninguem
Elas sao o que me atraza
É algo que vai alem
E agora que voçe esta aqui
Pra fazer ficar de mim, longe
E nao me sinto envergonhado serei
A pessoa que agora me tornei
SONETO XXII
Quando a amei nao sabia o que fazia
Olhava em teus olhos e nao sabia o que diria
E nem sempre soube o que dizer
Mas bastava ter voçe
As noites eram sempre um sonho
Que aos meus olhos causavam enganos
Enganava o mundo ao meu redor
E nunca voltava pra este mundo só
E amei com toda força do meu amor
A ponto de ferir-me mortalmente com a dor
E um dia descobri como estradas
Que tudo deu em nada
E que as coisas que estao no tempo
São passageiras e jamais reveremos
SONETO XXVIII
Ainda lembro de nossa pressa
Por algo que mal nos interessa
Seria melhor se tivessemos paciencia
E sentido melhor nossa presença
Nao tocassemos no passado
O deixassemos enterrado
Assim como nossas lagrimas
E tivessemos virado as páginas
Quem sabe apos tudo isso
Tivesse escrito um livro
Com as mais doces palavras
Escritos nessas páginas
E nosso mundo podiamos ter
Se nos apenas deixassemos ser
SONETO XX
Quando voçe tenta o melhor e nao tem sucesso
Quando voçe tem sono e nao consegue dormir
quando me deram mais do que peço
E minha voz nao conseguiram ouvir
Perdido entre as palavras
Sem saber o que dizer
As luzes guiam-me pra casa
Me dizem o que devo fazer
Pra que mais sofrer
pra que mais chorar
Eu nao consigo mais me entender
E ja nao sei mais me amar
SONETO XVIII
Choro quando me magoam
E penso sempre no porque
Como sinos em minha mente ecoam
E continuo a chorar por perder
Perder... palavra que esta sempre comigo
E sempre estou a sofrer
Sempre precisando de um amigo
De alguem que me faça entender
Que a vida nao faz sentido
Nao ha razao nem por que
Aprender que na vida uns sorri
E outros tem que sofrer
SONETO XXIV
Se alguma coisa te falta
E ainda nao sabe o que é
Se nada pra melhorar te bem causa
É por que acabou a fé
Se estais sempre sozinho
É por que bem nao soube escolher
Deixou de lado aquele caminho
E passou sempre a sofrer
E se agora esta desistindo
Acha que feliz nao vai ser
E com outras coisas se distraindo
Mesmo nao tentando estais a viver
Acompanhado sempre da solidao
Vivendo sem bater o coraçao
SONETO XXI
Um dia ela veio te beijar
Sorridente estava a te abraçar
Agarrou-se como agarra a vida
Nao mais a deiaxou sentida
Te faz derramar lagrimas
Faz virar desse livro as paginas
Faz por um segundo baixar a cabeça
Deixou no teu rosto uma tristeza
Um dia aquele a quem amou
Tera que deixar o amor
Ainda assim aparece sorridente
Na sua veia se fez ardente
A dor que em voçe se fez presente
SONETO XXVII
Nestas ruas vazias
Passei a procurar
Durante noite e dia
Teantando desesperadamente achar
Algo que um dia perdi
E nao sei como vou achar
Algo que possuia em mim
Que perdi e me fez chorar
E agora nao ha mais nada
Nas esquinas vejo olhares
Que desviam meus olhos da estrada
Sem ver as pessoas pasarem
Tornado-me no mundo ninguem
Querendo achar alguem
SONETO XXVI
Uma melodia me faz lembrar
O que toda vida pretendi esquecer
Sao coisas que me fazem pensar
Em tudo o que eu nao posso ter
E assim passo a sonhar
Que um dia o tempo vai fazer
Que tudo o que pretendo ficar
Era o mesmo que tenho que ter
Mas se assim nao conquistar
E nao ter nada a fazer `
É bom ficar assim a relembrar
É melhor do que ter que esquecer
O quanto foi bom estar
Por tanto tempo a te amar
SONETO XVII
Um dia alguem em falou
Que nao sabia bem o que era amor
Sempre me falou
Uma mistura de odio e dor
Como pode viver assim
Me pus a pensar
Sentindo que nao vale apena lutar
Entao me pus a apensar
Seria melhor seguir em frente
Tentar esquecer
Melhor seria pra gente
Não ter que assim viver
SONETO XXIII
Sentimentos fazem chorar
Assim como o mundo mover
Pessoas nao entendem ao falar
E tambem nao entende ao sofrer
Que a virtude da vida é estar
Sempre junto de quem voçe quer
E com ela sempre desabafar
E tambem sorrir com que voçe quiser
E esteja sempre abraçando
E faça o que te faz bem
E nunca esteja relembrando
Esteja fazendo o bem a alguem
Este é o nosso sonho, nosso amor
Sorrir, chorar, abraçar e as vezes sentir dor
SONETO XXIX
O tempo real senhor do destino
Faz-se ao tempo amigo
Caminha ao teu lado sozinho
Nao, nunca esta sempre comigo
Trouxe o que nao queria
Levou consigo minha alegria
Fez meu passado reaparecer
E com ele um futuro florecer
Ao tempo fez-se uma vida
E com o tempo ressentida
Fugiu deixando pra tras um viver
E agora pensado só em morrer
Tente devolver minha alegria
Algo que eu perdi um dia
SONETO XIX
Perdido eu por pensamentos
Sempre de voçe a lembrar
Vendo nossos bons momentos
Algo que nao vai voltar
Vejo claramente seu sorriso
Que jamais esquecerei
Como era bom andar contigo
Os bons momentos que passei
Voçe me deu felicidade
Dias do qual posso lembrar
E lembro com muita saudade
De como era bom te beijar
SONETO XIII
E a chuva cai la fora
E traz consigo a solidão
Uma dor que nao vai embora
Algo que não tem explicaçao
Por que fazer sofrer
Pra que fazer chorar
Será que nao fiz merecer
Nao foi suficiente te amar
Por amar voçe mais que eu
Tive que fazer o que fiz
Foi o que ela respondeu
Pra te ver feliz
SONETO VIII
Diga-me tudo o que tinha pra dizer
A dor que lhe causei a mais
Jogue fora por assim dizer
E chore um pouco mais
Talvez depois disso possa entender
por que nao lhe dei a paz
Segure minha mao pra fazer
Discuta e nao volte atraz
Por que ao dicutir, fazer
Com que fique um pouco mais
E depois volte a me dizer
Que quer ficar um pouco mais
SONETO XIV
Eu te dei tudo o que tinha
Meus sonhos e minha vida
O meu olhar por voçe quando vinha
Em minha direçao escondida
Entre segredo imperfeitos
Deixando somente o medo
Medo de perder-te era maior
Do que o medo de te ter , melhor
Melhor seria nao te esconder
Voce era tudo que sempre quis ter
Pena que não consegue entender
Tudo o que fiz por voçe
SONETO XVI
Como um doce a provar
Assim era o que sentia ao te abraçar
Uma doçe voz a te escutar
Quando ao meu ouvido vinha falar
E assim passei os dias com voçe
Nao havia melhor coisa a fazer
Se nao simplismente canatr
Que havia nascido pra te amar
E assim sem cometer enganos
Entre todos nossos arranjos
A ver estamos tentando
Chamando todos os anjos
SONETO II
Parece que ainda lembro
Do seu sorriso seu olhar
Que ainda tenho
Algo que queria te dar
Mas eu não sei o que era
Não sei o que falar
Parece que ainda fico mudo
Me paro pra pensar
Queria te dizer varias coisas
Que ainda estou a te amar
Parece que ainda me lembro
Do seu sorriso seu olhar
SONETO IX
Sozinho comigo mesmo
A solidao é mais forte
As lagrimas me causam anseio
E me falta até a sorte
Ainda assim fico pensando
Por que sera que sou assim
Sempre acompnhado estando
A ficar sozinho no fim
A dor é ainda mais forte
Quando passo a lembrar de voçe
Esta minha falta de sorte
Nao consigo mais te esquecer
SONETO XI
Sentia a brisa em meu rosto
O sol sobre mim
Do qual brincava de mal gosto
Queimando meu jardim
Por que fazia isto
Destruia meu bem-querer
Sorria ao me fazer chorar
Sorria ao me ver sofrer
Maltratava meu coração
Me fazia sentir
Causava em mim solidão
Tristeza, udo emfim
Ainda me fazia mal
Queimando meu jardim
SONETO III
Se seus dias tem sido iguais
Hoje faça-os mudar
Não deixe seus dias normais
E fale o que tem que falar
Deixe a sombra de si mesma
Pela estrada deserta te guiar
Arrisque com seu coração
Por que ter medo de errar
Tira suas chances de acertar
Te faz perceber o quento seria bom
Se não tivesse medo de arriscar
SONETO V
O frio que um dia sentia
Foi embora quando voçe chegou
E tudo na qual entendia
Era que tinha chegado o amor
Quando se surpriendia
Quando te causava dor
Voçe se entristecia
Chorava por que amou
Este pobre coraçao não entendia
Tudo o que o outro falou
As palavras que ele dizia
Chegou o fim do amor
SONETO I
Quando uma faca atravessa o coração
E simplismente começa a sangrar
Se perde sempre a razão
Para até de pensar
Um dia farei isso, não
Farei até melhorar
Estenderei até a mão
Parar até de respirar
Para não ter um sonho em vão
E com vôçe uma eternidade ficar