Hoje ao chegar a casa, disse ao meu imaginário avô. Avô, fui fazer uma caminhada pela cidade, e nem imagina a quantidade de trotinetas e bicicletas abandonadas por cima dos passeios, isto para não falar dos carros. O que nos obriga a ir para a faixa de rodagem. -Diz o meu imagi…
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Hoje ao chegar a casa, disse ao meu imaginário avô. Avô, fui fazer uma caminhada pela cidade, e nem imagina a quantidade de trotinetas e bicicletas abandonadas por cima dos passeios, isto para não falar dos carros. O que nos obriga a ir para a faixa de rodagem. -Diz o meu imaginário avô. -Coisa das crianças, brincam com as trotinetas e depois por aí as deixam. Já as bicicletas, para andar nelas, têm que ser já mais crescidos, é falta de educação. Os pais não lhes dão umas chapadas. Aí eu não me pude conter, e disse: ó avô imaginário! Não é coisa de crianças ou de rapazes. São homens e mulheres, pessoas adultas que hoje utilizam as trotinetas as bicicletas e os carros. São eles que fazem estas coisas. - Ai meu neto, por aquilo que me dizes, hoje anda tudo a brincar, ninguém tem respeito e responsabilidade. E assim ficou a conversa, não soube o que mais dizer. Elisio João Gago Cordeiro