Para quem fica, esperando por quem vai Com o fim do dia, as coisas são o que são;
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Para quem fica, esperando por quem vai Com o fim do dia, as coisas são o que são; chegava a monotonia, o contacto com a cama fria, vazia, a mão procurava a mão, em vão, a alma entristecia e, na solidão, o corpo esperava inerte no colchão, por novo dia, enquanto o sono não aparecia e o sonho se construía nas brumas da fantasia, que ia e vinha, vinha e ia, embalado nas ondas da agonia de um mar que se desfazia, durante a noite que ia, ia e ia até ser dia. Seria este o dia? Seria…