RELUTANCIA Uma flor em meio ao jardim De beleza que espalhava na exuberância do vigor da jovialidade
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RELUTANCIA Uma flor em meio ao jardim De beleza que espalhava na exuberância do vigor da jovialidade A flor plantada com caricias e afeição Morre na sua partida E o jardim não houve o brilho das cores Transformando-o tudo em preto e branco. Do alto da varanda observava a passear no jardim E acompanhando o vento Seus cabelos soltos No balance entrava a bailar espontaneamente. Em magnitude seu desfecho de um olhar suave e atraente petrificando-me. Sem mover-me a admiração tornou mais forte. Não tendo como aproximar de sua beleza completa em ternura. Procuro inventar algo para estar ao lado seu. Oferecendo-lhe algo que goste presenteando-a com as delicias do chocolate. Somente assim consigo-me aproximar a ti. Durante algumas luas sonhava nos momentos ao seu lado Mas a coragem entranhou-me Sugerindo que fosse a sua procura No ensaio de minhas frases preste a declarar-me Que meus sentimentos desejam a ti Deparo-me na minha frustração imaginável Onde estarás? Onde a encontrar? Onde errei? Perguntas que o enigmático dominou-me, Como podes em minhas mãos ter há deixado fugir Não tive ousadia Com essa exaltação em meu corpo O tempo em meu favor Fui um covarde em não dizer Que amo você.