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Frases de Edilson Alves

194 frases

TIROS NA NOITE Nunca tive dificuldade em andar a noite. Isso é um fato. Me acostumei a fazer o mesmo trajeto a pé. De casa para o trabalho e do trabalho para casa.
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TIROS NA NOITE Nunca tive dificuldade em andar a noite. Isso é um fato. Me acostumei a fazer o mesmo trajeto a pé. De casa para o trabalho e do trabalho para casa. O mal tempo nunca foi problema. Naquela noite, caia uma leve chuva, por esse motivo tive que usar a capa para não me molhar. Já passava das 19h. Sempre tive ao alcance da mão uma pistola do tipo sig sauer P320RX carry optic. Para envituais necessidades. Depois de vestir a capa de chuva, botei o chapéu de abas largas, acendi o cicarro de palha, costume antigo. Sair e chegar em casa fumando. Ajustei a pistola no bolso, ao alcance da mão. Caminhei lentamente até a saída do portão. Sem pressa segui rua afora. Entre minha casa, e a empresa tinha uma distância aproximadamente de cinco quilômetros, trajeto que eu fazia em quarenta e cinco minutos. Depois de vinte minutos de caminhada, cheguei a um terreno baldio, aonde sempre passava. De repente, ouvir um estranho gemido, parei, avistei a uns três metros um corpo estendido, pude perceber que era uma mulher. Nesse exato momento, eu já estava com a pistola colada na palma da mão, de tal forma que não fosse vista, se por acaso houvesse mais alguém nos vendo. Quando fiz menção de me aproximar do corpo, sentir o cano frio de uma arma, encotada em minha nuca, e uma voz que dizia que eu me virasse devagar. Contrair todos os meus nervos, e usando o fator surpresa, virei-me com rapidez, à minha mão direita, apertava firme o cabo da pistola, ergui o braço esquerdo, batendo com violência no braço armado do meliante. simultaneamente, atirei, acertando acima do umbigo do sujeito a minha frente. Nesse exato momento, pecebi, que a mulher, que até então, se fingia está morta, caminhava para o meu lado, com um pedaço de ferro na mão. Ela estava a menos de um metro. Usando a mesma agilidade do início, deflaguei dois tiros, atingindo-a com violência acima do queixo. Ela caiu em câmara lenta. Voltei minha atenção para o sujeito que tinha me encurralado, bem a tempo de vê-lo tentando se levantar. Me aproximei, e providencie que ele desse o último suspiro, acertando-lhe um tiro na testa. Não tinha mais nada à fazer naquele lugar. Continue caminhando, em passos lentos. Chegando em casa bem mais tarde. Naquela noite não consegui dormir, pois ao sentir a arma na nuca, fui forçado a abrir a boca, e não foi possível evitar que o cigarro caísse na lama. E pela primeira vez eu chegava em casa sem ele.

SEM PALAVRAS Se as palavras não podem sair de minha boca, como poderei contar a você como me sinto? Se você não está aqui para me escutar, como serei corajosa o suficiente para falar com qualquer outra pessoa?
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SEM PALAVRAS Se as palavras não podem sair de minha boca, como poderei contar a você como me sinto? Se você não está aqui para me escutar, como serei corajosa o suficiente para falar com qualquer outra pessoa? Eu não sei, mas, a solidão se sente mais segura comigo, as vezes. Porém as lágrimas precisam escapar de minha alma, eu preciso desse socorro. O que farei se apenas sinto escuridão? Se apenas vejo, escuridão? Por momento, enquanto não posso te abraçar eu escuto música e as vezes choro. Mas será que a solidão vai escapar e se sentir segura em outro lugar?

SOBRE DEUS, A VERDADE E ALGO MAIS. - O cientista também tem o seu Deus. Ele se chama verdade. - Querem uma verdade intocável para que sua alma orgulhsa possa se tornar também ... intocável?
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SOBRE DEUS, A VERDADE E ALGO MAIS. - O cientista também tem o seu Deus. Ele se chama verdade. - Querem uma verdade intocável para que sua alma orgulhsa possa se tornar também ... intocável? - A busca pela verdade é apenas um sintoma da busca por poder. Vontade de potência como diria Nietzsche. - Uma vez ouvi dizê-lo: "Podem me destruir, mas jamais destruirão a minha verdade". Mas espere um pouco! Não é a sua verdade, no fundo, ... você? - E foi assim que ouvi o grito de liberdade que veio enlouquecido do fundo da minha alma: " Eu não quero mais um Deus dilacerado. Eu quero um Deus que saiba rir. Inclusive de si mesmo". - Se o seu Deus não te faz rir, então procure companhias melhores, pois essa não é digna de você. - Sempre tenha cuidado ao construir uma estátua com pedra. Pois você terá que usar dinamite se um dia quiser destruí-la.

LAMBANÇA Eu fui um homem de muita fiança E respeitado na vizinhança
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LAMBANÇA Eu fui um homem de muita fiança E respeitado na vizinhança Mais minha vida teve mudança Devido as filhas de uma Bragança. Desde menino, gostei de dança Nos conhecermos numa festança Depois casemos, sem ter finança Chegou os filhos, chegou cobrança Mulher de pobre é uma impricança É só ter filhos, já se desmancha Dinheiro acaba pobreza avança A fome chega rocando a pança. Eu impriquei lá na vizinhança Devido as brigas de minha criança Um dia eu pego a mulher com a trança Caxoto tudo, e fujo pra França.

ESPERANÇA Nossa esperança é verde O amor nos guia
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ESPERANÇA Nossa esperança é verde O amor nos guia Nosso destino é a paz Nossa vida é breve. Sonhamos com um mundo melhor. Limitado, porém melhor. Todos os dias A esperança se eterniza Em um mundo maravilhoso Alegre. Cativante. Aonde todos se dão bem.

QUERO Quero... Ter o teu carinho
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QUERO Quero... Ter o teu carinho Vivendo do brilho Do seu lindo olhar. Quero... Viver dos favores Curtir suas cores Te ver ao meu lado. Quero... Teu sorriso solto Teu amor envolto Sua mão na minha. Quero... Teu amor possível Enquanto espero... Vivo o impossível Que é viver sem ti.

DO ESPERANTO PARA O PORTUGUÊS Para você eu devo dizer a verdade. Eu não sou imperialista
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DO ESPERANTO PARA O PORTUGUÊS Para você eu devo dizer a verdade. Eu não sou imperialista Eu não apoio mais o inglês e assim eu me tornei um esperantista É meu querido idioma a linguagem da felicidade. Não pertence a nenhum país mas para a liberdade humana. Humanidade hoje eu te chamo. porque nós temos que mudar esse mundo chato Essa tarefa não é fácil mas ainda temos todo o futuro.

ANTISSOCIAL A poesia Tem me tornado
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ANTISSOCIAL A poesia Tem me tornado Antissocial. Ganho em versos Perco em amor Continuo só O querer ser diferente Nos torna Antissocial. A solidão vira rotina Isso não é bom Andar sozinho É foda! Melhor mal acompanhado Viver embriagado De lembranças Ter sempre Resaca de saudade. Os dias lentos Se aproximam Não tem como relaxar. E eu, como fico Sempre só Antissocial.

O MENINO A GAIOLA E O POEMA Lá vem o mínimo Trazendo o poema
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O MENINO A GAIOLA E O POEMA Lá vem o mínimo Trazendo o poema Em uma gaiola E o poema canta. Em uma gaiola? Porque o menino Não solta o poema? Lá vem o poema Livre ao vento Cantando, cantando Lá vem o poema. O poema, o menino A gaiola, o vento. O poema canta Meu coração encanta Livre Solto Maroto. Eu ouço Seu cantar Dentro do meu coração. Quebrei a gaiola Soltei o poema O menino sou eu. O poema é livre...

RELATO SIMPLES Porque... Esse dilema
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RELATO SIMPLES Porque... Esse dilema Chamada ideia De destino Me persegue? Porque... Esse pensamento Ainda está vivo Dentro de mim? Vejo o meu destino Sem tino E enquanto ele existe Eu não viverei. Simplesmente Não há espaço para os dois na vida Enquanto eu esperar um futuro Jamais terei um presente. O futuro só me traz medo. O destino me faz viver com covardia. A própria ideia de destino é fruto da covardia. Destinado à quê? Não há o que fazer. Não há esperança. Não há salvação. A única coisa que existe é a vida.

DEUS Não te afastes de mim, Nem deixes que meus dias
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DEUS Não te afastes de mim, Nem deixes que meus dias Se consumam nos Meus últimos anos. Pois te peço Alivias minha dor Não me prives, do teu eterno amor. Sei que agora, do teu perdão preciso Como caim, que matou Abel Fora do paraíso. Como ovelhas, Perdida do rebanho Vou sem rumo Sem ter onde chegar. Mais provaste o teu divino amor Em um momento De sublime luz. Quando desses a vida Pregado em uma cruz.

O CIRCO Tema crítico. Se não gostar de circo, não entre.estou indo. Qualquer coisa é só chamar. =_==_==_==_==_==_==_==_==_==_==_==_=
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O CIRCO Tema crítico. Se não gostar de circo, não entre.estou indo. Qualquer coisa é só chamar. =_==_==_==_==_==_==_==_==_==_==_==_= Hoje tem espetáculo? Tem sim, senhor Tem malabarista? Tem sim, senhor. E o palhaço quem é? É o homem de fé E o palhaço quem é? É o homem de fé. E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee Tem equilibrista? Tem sim, senhor Tem contorcionista? Tem sim, senhor E o palhaço quem é É o homem de fé E o palhaço quem é É o homem de fé. E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee Tem trapezista? Tem sim, senhor E o homem que Engole fogo? Tem sim, senhor. E o palhaço quem é? É o homem de fé E o palhaço quem é? É o homem de fé. E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee a mulher Que engole espada? Tem sim, senhor. Tem domador? Tem sim, senhor. E o palhaço quem é? É o homem de fé E o palhaço quem é? É o homem de fé. E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee E o homem Que atira facas? Tem sim, senhor E ilusionista? Tem sim, senhor. E o palhaço quem é? É o homem de fé E o palhaço quem é? É o homem de fé. Traga toda a sua família Convite parentes e amigos. Paga para entrar? Paga sim, senhor Paga pra sair. Paga sim, senhor. Não esqueça de trazer os vizinhos. E arrocha negrada eeeeeeeeeeeeeee O circo já está armado

FANTASMAS Sai o primeiro fantasma Ela escuta
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FANTASMAS Sai o primeiro fantasma Ela escuta Não se assusta. Sai o segundo fantasma Silêncio... Sai o terceiro fantasma O frio congela o sangue. O primeiro fantasma Espalhava terror e medo. Ela permanecia calada Parecia não entender nada A dor era real O bem não existia O ódio tem final A fê, não tem valia. O segundo fantasma Trazia nas mãos Uma ordem... Morte Terror Desespero Ela está séria... Sabe que o fim Está próximo... A prostituição Tem seu caminho Na boca de quem clama É vinho. Bebem sem querer Julgam sem sofrer Amam sem saber Ela finge que não ver. Eu saio de cena Sou encontrado morto Na próxima esquina

AMO... Amo Sofro sorrindo
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AMO... Amo Sofro sorrindo de amar Nãoo posso Deixar. - A vida É um sonho Lindo quando A gente pode Amar!... AMO... Amo Sofro sorrindo de amar Nãoo posso Deixar. - A vida É um sonho Lindo quando A gente pode

APELOS Culpa É triste se ver
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APELOS Culpa É triste se ver Pior é saber Que tanto sofrer Por nós, é causado. Em noite de orgia Na hipocrisia De pessoa fria Que olham calado. Prazeres que vem Delírios que tem Palavras de alguém Querendo esquecer. O beijo na chama O ranger da cama A voz que reclama Querendo nascer. E nesse deserto De cal, e concreto. Calor, céu aberto. De dor e malícias. No braço de amantes Delicias maçantes Apelos constantes Em doces carícias. Em cada recanto Prelúdio de um pranto Perdido num canto Praguejo martírios Um fala das dores Aromas de flores Antigos amores Vividos delírios. E nessa espera Gentil primavera Em vida quisera Puder desfrutar. Um novo afago Sorver cada trago De gosto amargo Sem nada falar. E nos edifícios Em doces delírios Manter-se o oficio De multiplicar. E nessa oficina O ser predomina Enquanto germina Não pensa em parar Procuras perigo? Não ter, é castigo? Dirás não consigo Pará não convém! Estás iludido! Parado, vencido, Na vida perdido Não ouves ninguém. Se foges da vida Das flores nascida Talvez esquecidas Em lindo arrebol. Tão lindas estivas. Vivendo lasciva Erguendo-se altiva Nos raios de sol.

APELOS Lamento Além no infinito
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APELOS Lamento Além no infinito Sufocas teu grito Caminhas aflito Em densa montanha. A cada esbarro Te prendes no sarro Enquanto um escarro Enfim te acompanha. A noite é assim Um eco sem fim Alguém que diz sim Depois se esquece. O cantinho escuro Sem jeito, inseguro. Um beijo obscuro Alguém que padece A vida se aplica Na voz que replica E se multiplica Em outros prazeres. A noite esfria O tempo vigia A vida de orgia Aumenta os seres. A cada momento Um vago lamento Perdido ao vento Fumaça se esvai. Sem queixas, sem luta. Na dor que oculta Nessa força bruta Um corpo que cai.

APELOS Impotência A cada gracejo
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APELOS Impotência A cada gracejo Estalo de um beijo Matando o desejo De quem nada fala. O tempo escurece O dia fenece A noite se esquece A lua se cala. Em cada recanto Sorvendo seu pranto Sem lira, sem canto. Procura esquecer, A lua calada Sem brilho, parada. Parece chocada Com tanto sofrer. Além sobre a baia Na beira da praia Espera que saia O sol outra vês. Curtir novas dores Falar dos amores Antigos favores Dos risos, talvez. A rua germina E nessa oficina Saber quem domina Assim tua mente. Sorrindo te chama te leva pra cama Quem diz que te ama Te torna impotente. E nessa floresta Ouve-se a festa Saindo da fresta Um beijo ofuscado, Em pleno alarido Se ouve o gemido De alguém escondido Sofrendo calado.

APELOS Queixume O Sol que declina
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APELOS Queixume O Sol que declina Por traz da colina Qual perola fina Mudando de cor. Seus raios que tingem Os lábios da virgem Sentindo vertigem Falando de amor. Seus raios ondulantes Etéreo, constante Deixando corante De rastro no céu. Enquanto se ver No entardecer Sentindo prazer Rasgando este véu À noite caindo Estrelas surgindo O céu colorindo A água do mar. A vaga alisando Suave beijando Em tudo deixando Vontade de amar. A cada queixume Exala perfume Causando ciúme Suspiros de amores; Enquanto se esquiva Se sente cativa Sem jeito se priva Em gritos de dores. E nesse momento O meu pensamento Vagueia no vento Do meu coração. Procura obter Em tudo que ver, E parte sem ter Uma explicação. Sem canto sem lira A lua se mira E ver quem suspira Num banco de praça. Quem busca obter Em tudo prazer Um dia se ver Sorrindo sem graça.

⁠GOSTEI... Fui a praia no domingo Sem ter nenhum compromisso
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⁠GOSTEI... Fui a praia no domingo Sem ter nenhum compromisso Joquei bola, caminhei Fiz tudo que foi preciso Depois sorrir e falei Gostei de ter feito isso. Viajei para Lisboa Nunca me senti omisso Fui ao museu, belas artes Assim abrir meu sorriso Depois falei pra quem vi Gostei de ter feito isso. Voei para a Argentina Nunca fui de andar liso Fui um passeio em Górdoba Fiz ali um compromisso Voltei, sorrir e falei Gostei de ter feito isso.

⁠A VIDA É CURTA Tu já parou pra pensar Que a vida nos leva a sorte?
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⁠A VIDA É CURTA Tu já parou pra pensar Que a vida nos leva a sorte? Já reparaste também Que o tempo é nosso transporte Nos preparamos pra tudo Menos pra hora da morte? Já reparaste que o céu Nos dá sinais positivo? A natureza acompanha O tempo de quem tá vivo E muita vezes nos torna Deste sistema cativo? Tu já parou para vê As sagas dos animais? Alguns parece com gente Nós os tornamos banais Mas muita vezes agimos E nos tornamos iguais. É amigo, a vida é curta E as vezes sem perceber Elevamos nosso ego E sofremos pra saber Que a humildade faz parte De um saudável viver.