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Frases de Edilson Alves

194 frases

Mudar! É possível É só perdoar
Hoje não farei mais nada além de dormir quem sabe amanhã?
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Hoje não farei mais nada além de dormir quem sabe amanhã? Sim amanhã farei! E se não houver amanhã? Hoje quero preparar-me, Quero preparar-rne para pensar amanhã no dia seguinte... Tenho já o plano traçado; mas não, hoje não traço planos... Amanhã é o dia dos planos. Paro outra vez e penso! E se não houver manhã? Já sei; guardarei meus planos pra depois de amanhã!

O QUE SINTO? (Meus 20 anos) Sinto que tudo que sinto
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O QUE SINTO? (Meus 20 anos) Sinto que tudo que sinto É a falta de ilusão É um mito O que sente meu coração Sinto que tenho saudade De tudo que já senti Na verdade Da vida que não vivi Sentimentos que afligem Esta rosa que nasceu Que atingem A rosa que me esqueceu Nada tenho tudo sinto Esperança de viver O que sinto? Sinto pena de morrer 1993

MIRAGEM (Meus 20 anos) Além muito longe vejo
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MIRAGEM (Meus 20 anos) Além muito longe vejo Minha sorte Talvez sufocando em beijos Minha morte Caminhando muito longe Na montanha Este frade este monge Acompanha-me Vejo além no infinito Meu penar Talvez caminhando aflito A chorar Revivendo meu passado Meu viver Talvez fiquemos calados Ao morrer. 1993

ESTRANHA MUDANÇA Moradores de um vale perdido. Tinham como sustento as caças ligeiras, que pegava com seus passos lentos e firmes. Suas casas eram as cavernas, construídas ao querer do tempo. Suas diversões, a alegria do companheirismo. Seus prazeres puderem ver cada dia, o ini…
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ESTRANHA MUDANÇA Moradores de um vale perdido. Tinham como sustento as caças ligeiras, que pegava com seus passos lentos e firmes. Suas casas eram as cavernas, construídas ao querer do tempo. Suas diversões, a alegria do companheirismo. Seus prazeres puderem ver cada dia, o inicio de um novo horizonte. Não tinham energia. Carros não os possuíam. Assim sendo, não precisavam desmatar as florestas para construção de novas estradas. As noites eram silenciosas, ouvia-se de vez enquanto o sorriso de uma criança feliz, que brincava com um javali domesticado. Moradores de um vale perdido. Passaram a ver durante a noite, luzes, milhares delas. Luzes coloridas, multicores. Carros, computadores. Um mundo completamente informatizado, televisionado, violado! Um a um; deixaram as suas caças ligeiras, e os seus passos lentos, suas cavernas úmidas, porém seguras, seu companheirismo, prazeres e alegria. Suas diversões, agora seriam outras. Um após outro, trocaram o silêncio do vale, pelo barulho da cidade enfumaçada. Hoje; já não se encontra o vale perdido. Nem tão pouco os homens das cavernas. Entre esse povo civilizados.