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Frases de Edilson Alves

194 frases

Você Pra Mim Já Era! Você pra mim já era Você pra mim morreu
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Você Pra Mim Já Era! Você pra mim já era Você pra mim morreu O amor q eu lhe tinha Já dessapareceu. Não nego, eu gostei de vc Mis isso já passou As aparências enganam E você mim enganou. Siga seu caminho Eu seguirei o meu Tu vais ficar aquir Quem vai partir sou eu. Foi bom ter terminado agora Nem eu perdi nada Nem você perdeu.

SAMIRA! Samira pensou que era Um bonito beija-flor,
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SAMIRA! Samira pensou que era Um bonito beija-flor, Esperou a primavera Sentir das rosas o odor. Samira tentou voar Mais sem ter asas caiu Ficou num canto a chorar Pena foi, mas ninguém viu. Samira agora era rosa A primavera acabou! Samira, pobre, sem prosa Sentou num canto e chorou. Samira agora se esquiva, Agora seria o mar; Novos horizontes se abriam Nova forma desonhar. Desceu a grande montanha Nas àguas, ela se mira Ninguém viu sua façanha, Nunca mais se viu Samira!

PECADO CAPITAL És meu pecado capital, e a cama É a nossa sentença predileta
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PECADO CAPITAL És meu pecado capital, e a cama É a nossa sentença predileta Quando a rosa arrebenta, nossa chama. Não te preocupas em fazer dieta. E se no cio, dilaceras a flama. Sentem que braços, o teu corpo fleta. Desmaias lentamente, não reclama. Destrói as curvas, se mantendo reta. Nesses delírios dormes, lentamente; E o teu seio, a palpitar fremente Roça leve, a espuma do colchão, E o lençol, no tapete rente Vai ser puxado, e novamente. Sente receio de responder: Não!

VOCÊ FICOU NO MEU CORAÇÃO Você!!! Desde que você partiu
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VOCÊ FICOU NO MEU CORAÇÃO Você!!! Desde que você partiu Em mim um vazio se abriu Quando você voltou Na minha cabeça seu rosto ficou Da última vez que me abraçou Nunca mais me deixou E o seu beijo que provei Nunca mais me esquecerei Quando você me trata bem Me deixa viajando no além Afinal, De todas que foram De todas que voltaram De todas que me beijaram De todas que me abraçaram Você meu grande amor Ficou na minha alma Na minha vida No meu coração Pois sem você não haveria saudades Não haveria perdão E nem solidão

SAUDADE! l Sorrindo você partiu
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SAUDADE! l Sorrindo você partiu Nem um adeus tu me deste. Se chorei, você não sabe. Porém esta dor me cabe. Sei que tu esqueceria Daquele bonito dia Que juras tu mim fizeste. ll Sofro minha dor calado Soluço, mais não reclamo... ...Se esta dor não demora Pois é mais feliz quem chora. Me deixarias vencido Se me disestes no ouvido É a você que eu amo. lll Se teu amor não mereço Para que ter teu sorriso? Se longe de ti padeço! Sem amor, sem paraiso, Se teu amor não me cabe De nada mais eu preciso.

OUTRA VEZ! Outra vez quero amar Adorar o que resta
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OUTRA VEZ! Outra vez quero amar Adorar o que resta Outra vez sem chorar Lamentar já não presta. Outra vez quero ouvir Repetir, que te amo. Outra vez, vou sentir. Iludir, quem eu chamo. Outra vez quero ter Só você, para mim, Outra vez, vou viver. Sem sofrer, sem ver fim. Outra vez vou falar Vou rimar, sem receio, Outra vez vou calar Ao olhar pro teu seio...

BUSCA Procuro no escuro um amor,
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BUSCA Procuro no escuro um amor, Saindo, caindo Na dor. Vivendo, querendo Te ver Sonhando, amando Você. Querendo, Morrendo Sem Luz, Achando, chamando Jesus. Delírio, suspiro Da alma Que vém do além Pra manter Minha calma. Em busca, constante Se vai, Em pranto, do canto Não sai.

MARIA (Á uma amiga morta de afogamento) Foi num dia frio
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MARIA (Á uma amiga morta de afogamento) Foi num dia frio Que morreu Maria Sobre as aguas frias De um malvado rio. Vida que sumiu Rosa irradia Como a noite fria Ou manhã de estio. Teu tristonho fim Deixa sobre mim O padecimento. Vida que sumiu Olhos que não viram O teu sofrimento.

MORTE! Negro destino, que nos lança a sorte, Quando a vida perfídia, a morte enserra,
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MORTE! Negro destino, que nos lança a sorte, Quando a vida perfídia, a morte enserra, Este cutelo, que nos faz o corte Estigía maltita, que no mundo erra. Do velho fraco, ao prebeu mais forte, No seu delírio, no seu viver de guerra Deixa um rastro de sangue, seu transporte Do mais baixo monte, a mais serra Nos seus olhos de fogo, delirante Tem a chama que nasce do perdão E uma seta de fogo, a cada estante; No delirio que sai do coração Leva a vida, deixa uma saudade Uma dor, um elo de emoção.

EU VI... Eu vi Um ladrão honesto
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EU VI... Eu vi Um ladrão honesto Eu vi Um mentiroso falando a verdade Eu vi Um velhinho aleijado e cego Pedir esmola sem necessidade. Eu vi Um surdo ouvir um trovão Eu vi Um padre negar a cruz Eu vi Um justo rejeitando a bíblia Eu vi Um ateu aceitar Jesus. Eu vi Vi tudo isso que eu já falei Eu vi Escrevi tudo quando acordei.

MOTE: SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA.
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MOTE: SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA. Os germânicos entraram na batalha Numa guerra feroz contra os romanos Nesta luta sem trégua foram soberanos Tendo céu como pano de mortalha. Nesse solo gentil que agasalha Os restos mortais da mãe ferida Neste mastro sem bandeira erguida Foi perdendo a razão, no solo quente SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA. Julio Cesar, na guerra conquistou Grandes partes das nações antigas Um guerreiro procurando intrigas Nos países baixos que passou. O Duque Carlos, foi embaixador Fez-se rei, da Espanha embravecida E Moisés, viu a terra prometida Mais morreu no SINAI, qual penitente SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA. Na segunda guerra mundial Os alemães destruíram Rotterdam E o porto de Amsterdam Também foi atingido no final. E uma ajuda internacional Foi o mercúrio jogado na ferida Sara o corpo, mas não dá a vida Daqueles que sofreram cruelmente SÓ NAS DURAS BATALHAS DO REPENTE É QUE ESPADA DO VERSO É PERMITIDA.