Não vemos o tempo passar, quando o amor nos consome de verdade, apenas lembramos-nos da nossa existência porque somos meros mortais afinal.
Frases de Edgar Fonseca
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Não fujo o tempo que passa sem ti ao meu lado, apenas sou um guerreiro da paixão em busca do amor escondido no teu peito.
Sinto o cheiro da noite grudando o meu corpo, sobre a suavidade do desejo de te ter, suspiro na ressurreição dos dois mundos que compõem o nosso amor e a nossa paixão.
Sorrio quando te tenho nos meus braços, não fujo para longe do teu olhar, porque o azul dos teus lindos olhos iluminam o meu viver.
Servimos o amor como um verdadeiro comandante de um navio, que por amor ao cumprimento da sua nobre função, prefere naufragar entregue a sua paixão.
A sensatez em política parece não ter fundamento, por isso, vemos gestores públicos a apossarem-se dos bens do povo sem qualquer ressentimento.
O povo sofre sem expressão e a imprensa oculta as verdades sobre as auguras da miséria do povo sob a pressão de um programa social que não tem fundamento.
O resto do tempo que o político tem como cidadão normal na sociedade ocupa-se a pensar na melhor forma de prejudicar o povo aplanado nas guerras de interesses que tem com os seus adversários.
Tenho me questionado nos últimos tempos se a África e os africanos têm mesmo existência neste nobre planeta a que chamamos de terra e cheguei a triste e arrepiante conclusão de que o continente africano apenas existe no mundo quando serve os interesses sublimes do OCIDENTE.
A África não tem expressão, num mundo onde a turbulência faz eco, a opinião das lideranças africanas não é tida nem achada.
Os recursos minerais de África servem de suporte para estabilidade da economia mundial, mas, o mundo não reconhece a África e os africanos como os pilares do desenvolvimento sustentável das suas políticas macroeconômicas.
A África é sim o berço da humanidade, mas, que infelizmente é entendida pelo ocidente como o berço que conserva até hoje os recém nascidos da política e da economia mundial, que no cenário planetário não se lhe deve reconhecer mérito, nem se lhe pode dar voz, nem vez.
A falsa imagem que os interesses políticos apresentam ao mundo perante a agressão imposta a um Estado Autônomo e Democrático, demostra a falta de sensibilidade que o mundo capitalista impõe sobre os gananciosos.
A diplomacia em tempos de guerra só é funcional se a parte agredida ceder e satisfazer os caprichos do seu agressor, de contrário é tudo fantasia socrática.
A ambição desmedida dos políticos destrói Nações fortes e a fragilidade do povo acaba por pagar as contas da guerra.
O mundo não está preparado para acolher os fragilizados, pois, quando a Líbia, Iraque e a Afeganistão foram atacados, o mundo, a comunidade internacional, a ONU assistiram a sua queda em silêncio, isto só demostra que existem humanos de primeira, de segunda e de terceira.
As guerras não destroem apenas infraestruturas, destroem igualmente sonhos de uma Nação que pretende atingir a prosperidade econômica, financeira e social.
O povo não assume apenas as consequências da guerra provocada pelos seus líderes, assume igualmente as contas pela compra das armas e pela reconstrução do País destruído pela estupidez dos seus governantes.
O povo que sofre com as guerras que assolam as suas vidas desconhecem a essência e o motivo porque elas são feitas, apenas aceitam um realidade imposta pelas circunstâncias políticas.
Não se criam guerras apenas por mera diversão, elas são fundamentadas pela busca de estabilidade financeira do seu criador.
Pouco sabemos e aprendemos sobre nós, quanto mais aprenderemos e saberemos dos outros?!
O curioso na vida não é a tempestade do mar, é antes a sua calmia inquietante que leva os pescadores a pretenderem navegar em águas profundas a ponto de criar ondas gigantes e perigosas para o Universo.
Não peço muito para viver, apenas peço ao Universo que compreenda a nobreza do meu modo sereno e conservador de encarar a vida sem crucificar a dor dos dias que se foram e que nunca mais voltarão.
O perigo de amar e proteger, está em viver na pele de quem amamos sem nunca percebermos o sentido e o alcance dos sentimentos sólidos de quem protegemos.