Sobre os traços nobres de personalidade dos filhos de uma Nação, estão escondidos os princípios mais valorosos dos seus ancestrais.
Frases de Edgar Fonseca
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Certamente que pretendemos trabalhar para ganhar um bom ordenado, mas, se a nossa irresponsabilidade e falta de empenho forem incompatíveis com que ganhamos ou pretendemos ganhar, a partida podemos ser considerados indivíduos racionalmente insensatos.
Sobre a cientificidade da nossa existência, está forjada o mistério da nossa inexistência, pois, somos seres concretos, motivados apenas pela nossa própria convicção.
A doçura de fazer política, não está em ganhar o injusto em nome do sofrimento do povo, está antes, no prazer que se tem, de resolver com perspicácia os problemas candentes que afligem a Nação.
A prosperidade de um povo que se quer desenvolvido, passa essencialmente por aprender a buscar a decência na capacidade de raciocinar, porque, um povo que apenas pensa e não se permite raciona, é um povo condenado ao subdesenvolvimento extremo.
A democracia cria fantoches políticos, que forjados na ilusão de poder fazer melhor do que aqueles que governam, deixam-se acreditar piamente, que ao criar alguma bagunça denomina partida, alcançarão o poder.
Por mais que busquemos entender o mundo, nunca encontremos uma explicação cabal que nos leve a perceber em concreto o motivo da nossa real existência.
A Pátria que conserva os seus filhos sobre as suas asas, ainda que fragilizada pelas circunstâncias impostas pela onda da pandemia que flagela o bem-estar do seu povo, deve ser respeita e honrada como se fosse uma mãe de primeira viagem em plena maternidade a parir o seu primeiro…
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A Pátria que conserva os seus filhos sobre as suas asas, ainda que fragilizada pelas circunstâncias impostas pela onda da pandemia que flagela o bem-estar do seu povo, deve ser respeita e honrada como se fosse uma mãe de primeira viagem em plena maternidade a parir o seu primeiro filho.
As graves convocadas durante ou depois de uma Nação ter vivido e/ou observado o Estado de Emergência ou Calamidade, não têm fundamento, pois, para além do postulado pela lei, a que se apelar aos cidadãos que tenham o sentimento de Estado, elemento basilar que fundamenta a existên…
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As graves convocadas durante ou depois de uma Nação ter vivido e/ou observado o Estado de Emergência ou Calamidade, não têm fundamento, pois, para além do postulado pela lei, a que se apelar aos cidadãos que tenham o sentimento de Estado, elemento basilar que fundamenta a existência de uma Pátria Una e Indivisível.
Mesmo que os nossos pés já não encontrem forças e firmeza para continuar a marca da vida, devemos sempre lembrar que não se atravessa um rio, sem que haja uma ponte submerge entre os dois lados de terra firme, assim é a vida e a morte, ninguém morre, sem que antes esteja vivo.
Quando o mundo não mais sabe como se posicionar para ultrapassar a pandemia que asfixia a economia e a vida do povo, alguns indivíduos com alguma acefalia, lutam para criar instabilidade social, convocando greves para reclamarem aumento de salário, quando, o momento agora exige a…
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Quando o mundo não mais sabe como se posicionar para ultrapassar a pandemia que asfixia a economia e a vida do povo, alguns indivíduos com alguma acefalia, lutam para criar instabilidade social, convocando greves para reclamarem aumento de salário, quando, o momento agora exige a canalização de fundos para garantir a sobrevivência de um todo.
Uso a política como escudo para proteger o povo do flagelo sagaz imposto pelos impropérios da vida, que sobre a flecha da amargura, procuram lançar-se sem piedade para cima daqueles que nada têm e que até mesmo um pedaço do mundo lhes falta.
A chave do progresso de uma Nação, não está estandardizada, nem irraizada ao sector da justiça, está antes alicerçada ao sector da saúde e da educação; pois, sem saúde e sem educação, não há legislação que fundamente a existência de um povo.
A lógica alcançada pelo nosso pensamento acerca do mundo, nunca será suficiente para entendermos os fenômenos que abalam a natureza humana.
O político atento, não expressa a sua opinião por emoção em nome da democracia mal entendida e interpretada pela convicção dos ignorantes, emite sim a sua posição, sobre o critério eloquente da oratória e da diplomacia urbana.
Sobre o nosso sucesso, está escondido o medo do que não queremos perder, mas, na ânsia de buscarmos a prosperidade deixamos o tempo levar a brisa que um amenizou a intensidade do calor que aqueceu o nosso coração.
O silêncio nos amadurece para um novo tempo, ainda que a pandemia não dê mostras de que irá terminar em breve, a esperança do mundo vai se agudizando sobre a vontade da humanidade em voltar ao antigo normal.
O preço do bem estar da humanidade actualmente, passa por abdicarmos das nossas satisfações pessoais e, deste modo, aceitarmos com veemência, a orientação das autoridades sanitárias, que nos impõem que fiquemos em casa, de modo a evitamos a propagação massiva do coronavírus.
Se cantarmos sobre o palco do confinamento, nossa mente nos criticará com certeza, pois, muitas famílias cujas barrigas vazias fazem o coro da tristeza, nos lembrarão que o mundo continua sobre tensão da pandemia feroz que arrasa a humanidade todos os dias.
Para estabilizarmos a economia do nosso País, neste tempo de pressão pandêmica, devemos, antes de mais nada e sobretudo, nos assumir como sendo, patriotas e cidadãos comprometidos com a Pátria e com as famílias mais vulneráveis.
Quando a juventude não tem objectivos concretos, que o leve a sua auto-realização e suficiência, apenas aprende a estender as mãos à espera de milagres que tornem possível a sua satisfação.
As crises que assolam o mundo, tornam cada vez mais a África num continente dependente do ocidente, quando estas, deviam servir como mola impulsionadora da independência das mentes e gestão dos Governos africanos.
Empreender sem ter vocação para o comércio, é o mesmo que celebrar uma missa sem estar vocacionado para o presbiterado.
Devemos aprender a criar projectos sociais, econômicos e políticos que visionem a prosperidade, para que possamos colher satisfação e bem-estar para o povo.