Por que? Oh pai, por quê? Por que, entre tantas almas, submeter a minha pobre carne a isto?
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Por que? Oh pai, por quê? Por que, entre tantas almas, submeter a minha pobre carne a isto? Talvez eu não seja um bom soldado para a guerra que o senhor planeja, não aqui, não assim Eu não entendo, temo o mais tremendo, mas ainda assim não entendo. Por quê? Este monte de carne imundo já não se sustenta, desgasta-se em silêncio Da calda de ferro em vermelho vinho que mina sob a fina camada de gordura que encobre o rádio, aos silenciosos pingos de pH 7,0 E o fim? Quando chega? Virá pelas mãos mansas do tempo, ou serei eu a fechar as cortinas?