O cego não vê e nem verá. O orgulhoso vê, mas a cena apaga, apaga o visto. O vaidoso vê, mas se sobrepõe à cena.
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O cego não vê e nem verá. O orgulhoso vê, mas a cena apaga, apaga o visto. O vaidoso vê, mas se sobrepõe à cena. O sábio, somente o sábio, Vê sente, guarda e segue. Não seria o reconhecimento, o prêmio da sabedoria?