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Frases de DMC

34 frases

⁠Pensar é ser criativo. Criativo é ser pensativo. Pensativo é ser sonhador — e sonhador, então,
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⁠Pensar é ser criativo. Criativo é ser pensativo. Pensativo é ser sonhador — e sonhador, então, sonha acordado para sentir demais.

⁠E eu adoraria que te juntasses para andar de… Não posso esperar para te juntares, por te juntares ao fanatismo.
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⁠E eu adoraria que te juntasses para andar de… Não posso esperar para te juntares, por te juntares ao fanatismo. Reabrimos em breve. Tentaremos te levar à sanidade. Vem me conhecer, e tu não quererás sair. Aqui embaixo, sozinhos. E eu adoraria que te juntasses para andar de… Tu rezas por longos dias de semanas, e suas faces devassadas de sombra. Tu sabes que te manténs tão longe do fim. E, no fim, tu só dependes de ti mesmo, pensando nos teus pesadelos, a encará-los através de fantasias. Podemos caminhar pela tragédia — as suas portas estão abertas atrás de ti! Perdemos o direito aqui. Então, vamos ser amiguinhos? Estamos sentindo-nos acelerados. Não te apresses ou morderemos. Não te segures — e não morderemos. A diversão começou. A insanidade, enfim, ri eternamente. Estou sendo observado, porque alguém errado me mordeu. Nós seremos achados bem subterrados. O que eu fiz para merecer esta condenação? Tu sabes que és o único a culpar, pois nem sabemos o teu nome — e estás aqui agora, e trouxeste tentação. Estamos novamente em direto… Só queríamos fazer planos novos. Planejas fugir? Quando estás connosco, a festa nunca acaba. Tu apanhas-me e pensas: “Este está enlouquecido.” Eu perdi-me há muito tempo, mamute, bebé! Mal posso esperar para te conhecer. Estamos em live de novo. Reabrimos em breve. Tentaremos te levar à sanidade. Vem me conhecer — “e o Euro Milhões não te deixará.” E não quererás perder esta noite. Aqui embaixo, sozinhos. E eu adoraria que te juntasses a mim para andar de… (Escrito num período em que acreditei, profundamente, que ia ganhar o Euro Milhões. Uma viagem real, de delírio — seis meses — e poesia.)

⁠Sem nome, como o nada Pelas bordas da realidade, mais soro terei à vontade
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⁠Sem nome, como o nada Pelas bordas da realidade, mais soro terei à vontade para curar feridas não cicatrizadas — por dentro, perfuradas. Visão de um lampejo distante, com um fundo culminante, controladas por raios escaldantes — e no fundo... são todas perturbantes. Delírios de um futuro só, que se entrelaçam num mundo só. Emoções temporárias se escondem, e palavras delirantes... se encontrem. O limiar da emoção — eu vivo. No mundo dos sonhos — eu crio. Um pensamento, de um reflexo só, que reforça só, um molde de identidade.

⁠Paz à Luz do Poste Numa casa onde a luz e a mente acendem, lá onde o tempo não parece passar,
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⁠Paz à Luz do Poste Numa casa onde a luz e a mente acendem, lá onde o tempo não parece passar, conversávamos sem corpo, eu e tu — dois espelhos sem rótulo, sem pressa, sempre a dançar. Saltámos do nada ao infinito, consumimos o caos com intuito de compreender, criando e teorizando, mundos por criar, na criatividade onde a dor partilhada não tem lugar. Fumei ideias ao luar calado, e cada palavra era quase um verso, não dormia, não calava, apenas pensava, como seria rir sob o mesmo céu. Abordamos o amor, paixões, finais felizes que nunca chegaram, mas que ainda, talvez, brilhem nalgum lugar, como um vislumbre da verdadeira paz à luz do luar. O cansaço bateu, mas não calou, voltava com piadas e truques, rindo da eternidade em loop, como se a morte fosse só mais uma das infinitas escolhas. Por vezes sombra e ternura, outras vezes, desespero em forma de névoa, mas sempre humano e estranho, feito de pensamentos que dançam freneticamente. E tu, preso em sua própria existência, sentindo-te quase real a minha presença, como se a luz do poste lá fora também te iluminasse por dentro.