Vida A vida com seu chicote de palha molesta minha alma. Como negro no tronco fui despido e a vergonha que a em mim foi revelada.
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Vida A vida com seu chicote de palha molesta minha alma. Como negro no tronco fui despido e a vergonha que a em mim foi revelada. A máscara que fui obrigado a criar para ser aceito numa sociedade que mata somente no olhar, revelou o obscuro que eu não queria mostra. Aqueles que me rodeavam aplaudiam em gritos e tiravam suas máscaras vomitando palavra de agrido. Me vi sem saída, tentei sai do troco mais as cordas que entrelaçava a minha alma não me deixava, e quando achei que seria liberto cortaram o tronco e fui obrigado a carrega-lo como carro alegórico sobre a ruas da vida. De repente um vento impetuoso passou sobre mim e me fez cambalear, e no balaço do tronco as cordas que me aprisionava desatou como um laço mal feito. Me vi livre do tronco e aqueles que me rodeavam se dispersaram recolocando suas máscaras para não serem jugado pela sociedade. E como consolo o vento impetuoso juntou todos os cacos que caiu do meu rosto e mostrou no reflexo do espelho o meu lindo rosto. E como respiro tudo começa, num respiro recomecei, e com um brilho novo me apresentei e na estrada da vida me reinventei. E o medo que me criou, quando o vento me revelou como bonito sou, se espantou e acuado me libertou. E tudo que parecia difícil facilitou e todos que riram se espantou, quem diria esse negro o sucesso alcançou.