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Frases de Djuliano Jacques

11 frases

AS FACES DO MAR De tudo o que poderia falar, Resolvi falar do mar.
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AS FACES DO MAR De tudo o que poderia falar, Resolvi falar do mar. São tantas emoções quando nos encontramos... Que me fogem as justificativas desse amor. Só o que resta são adjetivos que exprimem o sentimento: Azul. Tranquilo. Imenso. Inexplorável. Admirável. Misterioso. Tudo isso, e ao mesmo tempo um reflexo de meu próprio ser: Em alguns momentos, turbulento. Em outros, cinzento. E em outros até furioso. Mas mudam-se as estações, e ele se torna calmo. Manso. E até aconchegável. Possui tantos segredos, que poderia eu passar uma vida, E não desvendá-lo completamente. E talvez, é assim mesmo que deva ser. A natureza não deve ser compreendida pelo homem, Mas respeitada. E, bem lá no fundo, o mínimo: Mantida.

Os celulares são legais São ótimos Sinônimos de facilidade
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Os celulares são legais São ótimos Sinônimos de facilidade Utilizados sem piedade Tornando neuróticos Os que mexem demais. Mais legal seria Se apenas Por um momento Fossem deixados em esquecimento Sendo a pena Instantes de alegria. Por que alegria? Porque relembramos D'onde viemos Dos tempos de pequeno Em cujos planos Não entrava a tecnologia. Ah, doce nostalgia.

Resistam Resisto Persisto
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Resistam Resisto Persisto Não desisto Quando os avisto Eu não os entendo. Sujeitos Que se dizem perfeitos Em cujo jeito Transborda preconceito Onde, aulas de ignorância estão tendo? Resistam, ó oprimidos Desapareçam, defensores do ódio Pois não existem ganhadores neste pódio Somente o padrão ressurgido.

Estou contigo nessa hora A você, meu amor, me abro agora. A maçã do meu rosto cora.
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Estou contigo nessa hora A você, meu amor, me abro agora. A maçã do meu rosto cora. Entretanto, meu coração implora. O sentimento, do peito, jorra, Onde toda a bondade mora, E toda a maldade se devora. Meu amor, não chora. Bota esses sentimentos pra fora. Te levo naquele lugar que você adora, E os babacas da vida você ignora. Depois de certo tempo, você melhora. Acredita em mim, também já vi a minha paz indo embora. Não se apavora. Estou aqui, contigo, nessa hora.

NOITE CHUVOSA DE INVERNO Era uma noite de tempestade. O vento forte, que balançava os postes e as árvores da Rua Roberto Konder, entrava parcialmente pela janela do quarto de Camila. A peça se localizava na lateral da casa da família Garcia, um imóvel humilde, de cor verde-flore…
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NOITE CHUVOSA DE INVERNO Era uma noite de tempestade. O vento forte, que balançava os postes e as árvores da Rua Roberto Konder, entrava parcialmente pela janela do quarto de Camila. A peça se localizava na lateral da casa da família Garcia, um imóvel humilde, de cor verde-floresta, que frequentemente recebia a visita de vizinhos tamanho era o carinho de seus anfitriões. Camila conseguia sentir o frio do vento invernal. A garota de dezesseis anos, de cabelos castanhos e bem-cuidados, jeans rasgado e camisa xadrez, estava deitada em sua cama encarando o teto. A decisão que tomaria dali a dez minutos poderia mudar a sua vida. Ela achava que nem os seus pais, sentados no sofá da sala e conversando tranquilamente ao som do Fantástico, conseguiriam lhe ajudar. - Se ao menos o Rodrigo estivesse aqui... Ele saberia o que dizer – suspirou Camila, desolada, lembrando-se do irmão mais velho que saíra para estudar fora no ano anterior. Camila Garcia entrara em conflito pela seguinte razão: o seu caso amoroso esfriara nos últimos dias. A paixão inicial havia passado. O rapaz, que tanto alegara estar perdidamente apaixonado pela moça, mudara de uma maneira repentina, justificando que necessitava estudar para as provas finais. Camila sabia que estava mentindo. Entretanto, não era isso que a estava tirando do sério. Era o maravilhoso sorriso de Larissa Santanna, uma garota de sua escola, de lindos cabelos loiros e olhos azuis, líder do grêmio estudantil, que estudava um ano acima do seu; era o carisma em pessoa. Saber que Larissa estaria na festa que estaria começando em dez minutos, no seu bairro, fazia sua cabeça girar e imaginar diversos universos possíveis se fizesse o que o seu coração estava mandando. Camila, então, se decidiu. Tentaria a sorte nessa noite chuvosa de inverno. Vestiu sua melhor jaqueta, pegou seu guarda-chuva, despediu-se de seus pais e saiu pela porta rumo à felicidade.

⁠Mudaram As Estações Em uma floresta de outono O calor há muito já se foi
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⁠Mudaram As Estações Em uma floresta de outono O calor há muito já se foi As folhas amarelas não mentem A vida escorre, a neve vem À noite, a fogueira é conforto Resto do que já foi sentimento Só o que ficou foi a ausência E o pesar de risadas não dadas No céu noturno, estrelas brilham Oniscientes, onipresentes Elas que observam a tudo Sentem o vazio que plaina cá Tal qual o silêncio violento Pois que a vida não mais habita Os recantos verdes d'esperança Dessa floresta sem seu calor As cores refletem o passado E a esperança da primavera E o amor, a mais linda das cores Ou é a soma de todas elas? Passada a noite com paciência Encontra-se infindável lago E o sol que brilha no céu azul Reflete na água cristalina E abaixo da superfície, vida! Coloridos cardumes, milhares Em derredor à floresta aquática Onde é sempre quente e não há neve E verde bem como a esperança Vida colorida como o amor Água brilhante como as estrelas Sol quente que a toda vida aquece

Sozinha e radiante, floresceu Ó Flor singela, com cheiros só teus Ninguém há de dizer que és ordinária
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Sozinha e radiante, floresceu Ó Flor singela, com cheiros só teus Ninguém há de dizer que és ordinária Pois comum não és, como tantas várias A ti, Pássaros cantam serenatas Por ti, os Animais cuidam suas patas O Sol e a Chuva te alimentam tanto E a Noite te protege com seu manto E então eis que na mata alguém te viu Iluminando a Vida ao seu redor E tão rápido foi, de zero a mil O êxtase amor de quem viu a melhor.

⁠Chocolato "O cachorro reencontrou sua arqui-inimiga: a água. Ele não esperava a batalha em pleno quintal de casa, mas não fugiu à luta e mergulhou de cabeça no duelo com sua nêmesis. O cão, não satisfeito com a vitória, ainda deglutiu a vencida em sinal de dominância. Feliz, Ch…
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⁠Chocolato "O cachorro reencontrou sua arqui-inimiga: a água. Ele não esperava a batalha em pleno quintal de casa, mas não fugiu à luta e mergulhou de cabeça no duelo com sua nêmesis. O cão, não satisfeito com a vitória, ainda deglutiu a vencida em sinal de dominância. Feliz, Chocolato retorna ao lar e é recebido com glórias e honrarias: cinco minutos de carinho na barriguinha."