Se um amor ficar somente entre duas pessoas, será um amor pobre Se gasta, quando poderia fazer muito mais... se expandir! Se um amor fica somente entre duas pessoas
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Se um amor ficar somente entre duas pessoas, será um amor pobre Se gasta, quando poderia fazer muito mais... se expandir! Se um amor fica somente entre duas pessoas É uma forma egoísta de amar, no sentido de direciona-lo Não se pode direcionar o amor, não se pode prendê-lo Ele tem que se expandir! Para além de qualquer corpo! De qualquer alvo! Tem que se expandir para todos os seres sencientes! Porque quem consegue amar alguém consegue amar todos... pois somos todos iguais! Pois quando se ama alguém não se ama tal característica dessa pessoa, mas sim ela como um todo! Com todos os seus defeitos e perfeições, se ama simplesmente por se amar! Porque prender alguém ao seu amor é como querer enjaular o mais belo animal selvagem Devemos deixa-los livres, o amor e as pessoas Só assim nos deixamos livres de verdade Não podemos condenar qualquer pessoa por amar outra pessoa Quando amar, na verdade, é o que se deve fazer! Não devemos prender o amor! Quando alguém "escolhe" uma pessoa pra amar, geralmente a quer pra ele Pra ser SUA mulher, SEU marido, SEU namorado, SUA amante... E quer que essa pessoa te enxergue como o mundo dela, e vice-versa Mas temos que enxergar que além desses dois "mundos", existem bilhões de outros... ...nem melhores nem piores, iguais! Pois o amor realmente só existe em liberdade, ele assim não se gasta, não se definha! Sentimentos aflitivos, sofrimentos, como o ciúme, o apego, são pura vaidade... Vaidade de um ego que não existe! De uma existência intrínseca que não é real! É como dar de comer a uma imagem holográfica, ou querer mergulhar num lago de miragem no deserto... Pode ser duro às vezes entender isso, mas é a própria libertação de você e de todos Não privar ninguém que se ama de um sentimento bom, da felicidade... deixa-la viver Imagine isso em proporção mundial, quando se ama várias pessoas! Inter-seja, amando. Seja a única existência, o amor