Enquanto a luz me banhar
E o vento tocar meu rosto
Eternamente vou te amar
Por te vivo mesmo o oposto
Enquanto minha mente
For virgem como criança
A você sou pertencente
Até a ultima lembramça
Se esse proximo segundo
Roubasse o nooso lampejo
Aqui, acabaria o meu fim
Mas algo existe em mim
Já que sem você eu não vejo
Nenhum sentido a esse mudo
A bomba e a pomba
A guerra nuclear é um desafio
Que o tempo não vai participar
Nos, todos estamos por um fio
A vida corre o risco de acabar?
Quem não quer a sua bomba
Quem não quer a sua pomba
Que ironia! Que contradição
Chegou à hora de escolher
É a bomba ou pomba
Agora realmente querer e poder
Eu vi, porque não podia ouvir
Eu ouvi, porque não podia sentir
Eu senti, porque não podia viver
Eu vivi, porque não podia amar
Eu amei, porque não podia tocar
Eu toquei, porque não podia beijar
Eu beijei, porque não podia errar
Eu errei, porque não podia pensar
Eu pensei, porque não podia falar
Eu falei, porque não podia agüentar
Eu agüentei, porque não podia escolher
Eu escolhi, porque não podia crescer
Eu cresci, porque não podia parar
Eu parei, porque não podia perder
Eu perdi, porque não podia vencer
Eu venci, porque não podia morrer
Ao olharmos um jardim, focamos nas rosas, em sua beleza e aroma. No entanto, os espinhos fazem parte do conjunto da obra. Sua função é proteger, evitar perdas. No jardim da vida, existem espinhos pontiagudos que podem até ferir os invasivos, mas garantem a beleza e o aroma dessa rosa chamada você!