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Frases de Demétrio Sena - Magé-RJ.

1.828 frases

Ser estranho na própria casa pode ser tão cruel quanto não ter onde morar.
Depois que surgiu a impressão digital, impressão digital passou a ser confundida com impressão digital. A que borra o dedo e carimba o documento ou fica em tudo que é tocado pelos dedos, mesmo invisível ao olho nu, agora tem homônimo: Aquela que a impressora de alta resolução dei…
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Depois que surgiu a impressão digital, impressão digital passou a ser confundida com impressão digital. A que borra o dedo e carimba o documento ou fica em tudo que é tocado pelos dedos, mesmo invisível ao olho nu, agora tem homônimo: Aquela que a impressora de alta resolução deixa no papel, que também pode ser um documento a ganhar credibilidade com a outra impressão digital, a do borrão. Tenho impressão que esta conversa nada impressionante chega em má hora. E será sempre má hora para isto. Mas quis assim mesmo trocar impressões a respeito de certas impressões que tenho, digitais ou não, somente para puxar assunto. Espero não causar má impressão. Tão má quanto a tal de quando o dedo treme, ou então a outra de quando a impressora está com algum problema. Como falo sozinho e já imagino impresso em seus olhos o enfado inevitável, ficarei por aqui para não dar impressão de que sou chato, embora seja. Como tudo acabou em crônica, providenciarei uma impressão digital e guardarei de lembrança, com impressão digital e tudo. Assinatura a rogo. Rogo, inclusive, que me perdoe por tomar seu tempo com minhas impressões. Aliás: É impressão minha ou você nem leu esta porcaria?

Era uma vez uma vez, que seria a dos pobres. Dos ditos excluídos e desamparados. Porque era uma vez uma voz, a da "bola da vez", que nasceu no seio da falta de vez e voz e rompeu a muralha dos donos do silêncio popular. Era uma era, a de quem não via a hora de ver a pátria mudar.…
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Era uma vez uma vez, que seria a dos pobres. Dos ditos excluídos e desamparados. Porque era uma vez uma voz, a da "bola da vez", que nasceu no seio da falta de vez e voz e rompeu a muralha dos donos do silêncio popular. Era uma era, a de quem não via a hora de ver a pátria mudar. Não para outra pátria, mas de postura e realidade. Uma era de quem por ora sonhava aplacar a ira da fome de justiça, igualdade e pão. Cidadania. Mas era mais uma dessas horas que a ilusão não faz. A voz da veia de quem renegou a vez e se rendeu a vós sabeis bem o quê. Voz com que os nossos avós e ainda os mais antigos sonhavam. E assim fizeram, de todos nós, herdeiros tontos da crença no ser humano que alcança o poder. E era uma vez o sonho desse "venha a nós" de vez em quando. Continuamos no "seja feita a vossa vontade" sem nenhum retorno em nossas esperanças. A voz, que no fim das contas não foi da nossa vez, calou-se no turbilhão das vantagens pessoais. Das chantagens partidárias. Dos deslumbramentos e da preguiça... Preguiça essa, de sacrificar-se tantas vezes quanto necessário, em razão de tantas vozes que mais uma vez se calam...

Embora sonhem com eles, as mulheres não gostam de homens muito cordatos, delicados e solícitos. Como amigos sim, mas não como homens. O problema é que essas características, segundo o machismo de nossa cultura, pertencem exclusivamente às mulheres, e elas, quando voltarem a ser e…
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Embora sonhem com eles, as mulheres não gostam de homens muito cordatos, delicados e solícitos. Como amigos sim, mas não como homens. O problema é que essas características, segundo o machismo de nossa cultura, pertencem exclusivamente às mulheres, e elas, quando voltarem a ser essencialmente elas, cansadas de pagar o preço de sua revolução social, certamente reclamarão de volta essas qualidades. Sendo assim, será bem mais fácil consegui-las se não estiverem ocupadas.