Amigo, amigo mesmo, só podemos chamar aqueles que conhecem o lado mais sombrio de nós, que já se decepcionaram profundamente com nossos erros, e que descobriram ao longo da caminhada a visceral realidade de que somos humanos. Mas ainda estão aqui. Caminhando conosco. Nos suportando e nos dando suporte. Amando.
Quando a singeleza da proposta do cristianismo não é mais suficientemente rebuscada para os homens, mais notória se torna a sua denúncia, de que os homens são adoradores de si mesmos.
A mente procura a si mesma para exaltar.
Transgride os limites da objetividade simples.
Busca fronteiras de auto "envaidecimento".
E, ao final, se arroga de ter encontrado um jeito novo de evidenciar o quanto é grande.
O cristianismo é o repetitivo amor de Deus buscando o homem, e o convidando a um retorno à infância de quando éramos as crianças do eterno.
Razão por razão é afã de emancipação.
A verdadeira fé é a confissão da infinita dependência e da confiança na promessa daquele não pode mentir.