Oxe, cabra da peste, cão, cota serena,
No me aveche não que sou assim
Mermo leão do Norte que mato a desnutrição,
derrubou boi no nurro,
Não mexe comigo que sou uma nação,
Não um note de cabra imigrante,
Desbravadores que leva no repelente
As goisas da nossa gente.
Pois onde têm gente uma artimanha
Da gente esta presente!
Descumprir como interpretar as
Mulheres e uma matemática muito
Simples descubra a fórmula de seu
Perfume favorito a sua cor e a rosa
Que mais gosta.
Em seu perfume esta seus mistérios
Revelados é só descobrir a fórmula
Que vai lá esta sua essência.
Na sua cor o seu gênero, determinação
coragem e como ver o mundo através
De seus olhos.
Ah a flor !
Seu jeito de amor e como colhem
Seus carinho e cativa a pessoa
Amada e principalmente como
Que ser cuidada.
Café em falso sobre a mesa,
xícara de porcelana trincada
em um Pires de barro.
Tomei um chá de espera,
puis duas colheres de açúcar
no tempo, assim não perceber
as horas amargas passarem.
Na íris vejo vidro venho,
meus neurônios não
se agradam do que ver.
Em dentes a pétalas de
rosas as qual deixam o
hálito nada agradável.
A língua gravada de
espinhos espelhei o
agridoce desejo em
se morde.
O meu oceano só tem
um mistério e jamais
revelaria o mar das
suas águas.
Minhas valsas são no
Silêncio das coisas, nós
Movimentos que pausa
Mais continua os ritmos.
Tem sempre um silêncio
Perdido na troca de olhares,
Um mundo sempre pôr traz
Deles, quais são as tua flores.
Rosa sempre vêm comigo e
Agora também dois botões
Consumi meus silêncio de
Barulhos perdidos na ninha
Cuca nuca louca.