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Frases de Dayane Cunha dos Santos

14 frases

⁠Deus não criou a corrupção, o homem que se corrompeu!
Meu amor! Mas se todos os dias a tua ausencia me visita⁠ Então saberei que não foi vão o meu amor
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Meu amor! Mas se todos os dias a tua ausencia me visita⁠ Então saberei que não foi vão o meu amor Durante anos foi reflexo de tristeza e dor Uma ferida dilacerada trazia-me as lembranças de um desfecho sem despedida! Quando caminhava entre sons de pássaros que voavam Meus pensamentos devaneavam Com você estive nas nuvens Mas estar nas nuvens é perder a razão A eloquência do discurso É loucura, é emoção! É perder a batalha por conta da paixão! A tua ausência visitava o meu coração Vazio de amor Era condoído saber que desde que se foi ele nunca mais palpitou! O meu amor congelou! Era meu corpo fundido ao seu que desfazia as camadas de gelo superpostas! Eram seus beijos que me faziam flutuar Por isso eu só queria te amar e te amar Te amar com desejo ardente A minha alma despida e envolvente Porque se meu pecado foi te amar Morrerei sem meus pecados expiar! Se te amar causou-me feridas Então, um outro amor as cicatriza!!!

⁠o castelo Construí um castelo Nem ventania nem tempestade podem derrubar
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⁠o castelo Construí um castelo Nem ventania nem tempestade podem derrubar Suas paredes são de rocha E o sol sobre suas janelas resplandece! Quando vem a noite E o mar se aproxima Sinto o cheiro da brisa Um castelo que mãos humanas não fizeram Mas o melhor arquiteto o desenhou Foi o soberano Deus O arquiteto do amor! Quando eu ainda repousava Incrédula já não mais te esperava O sol nasceu mais uma vez Pude ver raios de luz envoltos em nuvens de algodão! Não sabia se alcançava o céu Ou se pisava o chão! Então veio com sua maestria Nem sentia as suas pisadas Mas o seu cheiro inconfundível Eu sabia que era humano como eu Chamava-o de anjo Mas não tinha asas Achava-o perfeito! Belo e indefectível Nada mais me importava! Mesmo insipiente eu sei Não eram os meus olhos que viam Era falta de lucidez Amor é para os loucos Nunca para os normais Qualquer margem de razão destruiria O idlilico poder do amor! Foi nessa insanidade que pude notar Que o amor é sorrateiro e chega sem avisar É preciso ser mesmo louco Correr riscos e ser corajoso Para desfrutar da indisivel arte de amar!

Erros!I Se errei, é porque minha natureza é adamica! Perdoe-me, Senhor
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Erros!I Se errei, é porque minha natureza é adamica! Perdoe-me, Senhor Porque de todos erros cometidos Meu intuito foi acertar! E só os cometi porque existia uma pedra alçada em meu calcanhar! Verdade seja dita Omissões nunca esquecidas Por que quantas vezes escondi de ti a face Era para não me omitir Se aplicar com zelo a justiça E não compactuar com mal também for erro! Muitos eu cometi! Fui rebelde Destemida E pequei Jamais daria a minha alma o direito de ser canonizada Porque sou humana como todos os demais! Então, não há entre nós santos Apenas pecadores e mortais Que julgados pelos que se dizem santos Vão à guilhotina todos os dias São calúnias, injúrias e difamações E beijam a face e lisonjeiam Suas línguas são felinas Venenosas e vermelhas como escarlate. Mas, de nada possuem compaixão Se até Cristo foi à crucificação O que será de nós, então?!

⁠Roubada de mim! Você me roubou de mim, mas quando interrogada Disse perante Vossa Excelência e os presentes que não me ameaçou
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⁠Roubada de mim! Você me roubou de mim, mas quando interrogada Disse perante Vossa Excelência e os presentes que não me ameaçou Que não usou de violência Nem de morte me jurou, então Vossa Excelência me ignorou! Diante dos presentes Expressei-me com veemência Excelência, ele não usou armas de fogo, nem armas brancas. E só isso seria caracterizado como violência ? E se me roubou a paz E se me roubou a alegria E se desdenhou de mim Porque de mim abdiquei E se ficar provado Excelência Que foram danos extrapatrimoniais Que não levou nada de valor pecuniário Mas levou-me a vida Roubou-me de mim A minha essência Convencer-te-ia que levou todo meu ouro? E toda minha prata? Porque não eram eles objetos tangíveis Mas imateriais E não precisou usar de agressão porque a maior forma de violência É aquela cometida contra o indefeso E assim estava meu coração indefeso e vulnerável Como um domicílio desabitado! Ele de tudo se apropriou Porque não havia indícios de ocupação Era como um território sem proprietário E se eu te disser Que a legítima proprietária sou eu?! Que tenho testemunhas E tudo documentado Está no cartório de registro de imóveis desta comarca! Que embora até sua alma ousaram levar! Vive a proprietária que deseja seu coração resgatar! Posto isso, Pede e espera deferimento!

Pai!!! ⁠Pai, Estimado autor da minha existência
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Pai!!! ⁠Pai, Estimado autor da minha existência Reflexo de bravura e coragem Cujos passos ensinaram-me lealdade e honestidade como virtudes de raros porque menos que poucos! Quando de ti sentir saudade Lembrar-me- ei que sua força me fez forte Quando lutou contra a morte E que guerreiro corajoso!! Havia apenas um fio de vida E você se apegou ao último fio Como quem diz: eu não desistirei de lutar! Sinto o quanto foi herói Porque além de me dar exemplo de vida Deu-me mais Foi o exemplo mais audaz de quem pela fé venceu a morte! E hoje seus batimentos cardíacos São dádiva divina Se antes,eram o alarme para a morte Agora é o sino para vida E toda vez que um sino tocar Vou me lembrar do Deus que te devolveu vida Quando a morte te fez uma fúnebre visita!!