Ciclone Deitado em minha caminha Começo a imaginar...
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Ciclone Deitado em minha caminha Começo a imaginar... E com minhas mãos entrelaçadas, embaixo de minha cabeça Meu pensamento roda em volta das coisas em que vivo, E começa a chover, uma chuva torrencial, As árvores sacando suas folhas, saindo sem direção, o caule querendo se quebrar E o vento pavoroso, aumentando, os relâmpagos cada vez mais forte e vís Os estrondos dos trovões, tiram meu pensamento das coisas em que vivo, O medo a tomar conte de mim Os pingos batem tão forte na vidraça que parecem querer quebrar. O meu medo aumenta... O teto começa a balançar E minha querida casinha vira 'destroços' Na manhã, fico me maldizendo Esta tempestade só veio derrubar meu barraco.