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Frases de Darklee

18 frases

⁠Sonho de um tolo Andei pensando: "A esperança é a última que morre e a primeira que mata"
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⁠Sonho de um tolo Andei pensando: "A esperança é a última que morre e a primeira que mata" Essa que o ingênuo se apega firmemente e é apunhalado pela mesma Que te faz acreditar cegamente no que seria Essa que entorpece e aquece como fogo que logo se apaga deixando cinzas que são levadas pelo vento E trás consigo um sabor agradável que logo se torna fel Pobre tolo eu, que persisto no mesmo erro que teimo em chamar de ESPERANÇA.

Meu caro ⁠Pensei em não pensar, em ficar junto mesmo distante Pensei estar certa sobre todo egoísmo disfarçado de cuidado
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Meu caro ⁠Pensei em não pensar, em ficar junto mesmo distante Pensei estar certa sobre todo egoísmo disfarçado de cuidado Pensei meu caro Hoje pensei em você Pensei no que seria se fosse o que não será Hoje pensei sobre tudo com a mente vazia Não lembrei de nada, do cheiro, do acalento, do gosto a base do meu desgosto Não quero me prolongar Apenas quero que saiba: apesar de ter morrido no meu insolente coração AINDA PENSO EM VOCÊ.

⁠Obliterado Ouça atentamente o que tenho a dizer Escute e não se inflame, agora meu quase amado, razão do meu desprezo
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⁠Obliterado Ouça atentamente o que tenho a dizer Escute e não se inflame, agora meu quase amado, razão do meu desprezo Jaz inexistente e fui eu a encarregada de tal ato Um tanto despudorada, confesso, mas sem nenhum arrependimento Crime esse necessário Não faz de mim má criatura A liberdade eterna agora percorre minhas vísceras com um sabor doce de quero mais Liberdade essa proveniente do sacrifício que foi fazer você morrer na minha mente e no meu coração.

Dar-se-á ⁠Por mais que não queira e que a frustração lhe consuma, que esteja à beira da loucura, ou ache que não pode mais suportar Dar-se-á
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Dar-se-á ⁠Por mais que não queira e que a frustração lhe consuma, que esteja à beira da loucura, ou ache que não pode mais suportar Dar-se-á Como diz aquela canção, quase como um pesadelo que não foi dito e esqueceste que a morte o acordará Não se aflija pois o que será... será A ilusão não se torna verdade quando se pensa nela intensamente, quando nada se pode fazer, quando a mente não consegue parar, respire pois ainda assim Dar-se-á Você se enganou, não é sobre o que queremos, pensamos ou tentamos, é sobre o que fazemos sem retroceder, talvez assim algo venha a mudar, mas lembre-se que apesar de tudo isso Dar-se-á.

Minha Dahlia Instigante como vestígios de uma ruína antiga O vermelho nunca combinou tanto com seus olhos castanhos e sua pele amarela
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Minha Dahlia Instigante como vestígios de uma ruína antiga O vermelho nunca combinou tanto com seus olhos castanhos e sua pele amarela Sempre se sentindo um pouco perdida e inundada A complexidade voraz de tuas curvas limita Há uma perca de brilho em teus olhos, minha Dahlia O vigor é drenado por um coração confuso e o pedúnculo agora murcho se inclina, já não há vestígios de pétalas, mas ainda assim és bela e graciosa Como um dia chuvoso e as folhagens no outono Sei que irás definhar ao anoitecer, mas peça-o que esteja está noite com você.

⁠Perda Aceito minha culpa Te fazer ir foi uma decisão somente minha
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⁠Perda Aceito minha culpa Te fazer ir foi uma decisão somente minha Te querer para sempre foi o castigo que me impus Agora me dói cada lembrança sua Aquela velha foto que esqueci de apagar Você mudou e agora o melhor a fazer é ignorar a sua existência Mais uma vez à mercê de mim Suspirando pelos cantos por aceitar o inaceitável Não é o seu perdão É a sua presença Você está presente em tudo Todos os dias Minha razão falha mais uma vez Confie só por hoje, porque o amanhã é um adeus

⁠Placebo Ainda lembro do gosto que tem O suplício de acreditar em tudo que me é conveniente
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⁠Placebo Ainda lembro do gosto que tem O suplício de acreditar em tudo que me é conveniente O devaneio de um coração conscientemente insensato A decadência de se basear num conto de fadas Sobre uma superfície de pétalas Mais frágil que um sapatinho de cristal ou uma cápsula de vidro Como pode uma mentira recorrente ser a minha verdade? O que me mantém é volátil e transparente Nada palpável e sempre contraproducente Essa é a ânsia do sonho de um tolo.

⁠O sentimento do poeta Transbordei Senti o gosto das gotas do oceano que impiedosamente obliteram qualquer sentimento
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⁠O sentimento do poeta Transbordei Senti o gosto das gotas do oceano que impiedosamente obliteram qualquer sentimento Não sinto nada além de uma partícula de indiferença. Ocasionalmente parece que me enterraram viva Os vermes rastejam pela minha pele nua. Há algo escrito onde os meus olhos não podem enxergar Tento alcançar o sol, mas a bela estrela agora rasga minha pele e queima os meus olhos. Já não me é permitido o vislumbre da felicidade Sou como aquele que já não pode ser encontrado: Um poeta na penumbra.

⁠Inverdade “Não seja tola” Essa era a frase mais sensata que eu poderia desacreditar
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⁠Inverdade “Não seja tola” Essa era a frase mais sensata que eu poderia desacreditar “Você sabe como termina” “Não precisa se arriscar” No fundo, eu sabia Era como quando você está tentando acordar da sua própria realidade… Você grita e ignora Se recusa a ouvir a própria voz, mas continua a se deliciar com as migalhas que sussurra aos ouvidos Tão pouco que nem se quantifica Afundando na areia movediça das suas escolhas É algo que eu não posso aceitar Então, me grite, me rasgue e me morda Só não me deixe continuar acreditando…

⁠Me permita Peço que me permita mesmo que por um instante Me deixe ser para você
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⁠Me permita Peço que me permita mesmo que por um instante Me deixe ser para você Ser uma parte sua que não morre Compartilhando esses momentos Esse capricho de você Um desejo inebriante, mas tudo acaba antes mesmo de começar Quando finge me tocar e sua dúvida me esmaga lentamente Quando você diz que é o mesmo, mas continua a agir como estranho Ainda assim, mesmo que seja por hoje, por uma noite, uma hora ou apenas nesse instante Te Peço Que Me permita.

⁠MiM Sou contrapartida para o medo Uma fuga para um emaranhado de sentimentos
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⁠MiM Sou contrapartida para o medo Uma fuga para um emaranhado de sentimentos Desculpas e mais desculpas para aliviar a consciência de quem eu sou, morrendo um pouco a cada dia Vestida de vermelho num dia cinza Caminhando sobre uma corda bamba Instável, volátil e egoísta Suprimindo cada palavra e gesto, sendo tudo menos para mim Finjo não ver o que está diante dos meus olhos, mas antes de ir solicito o seu perdão por meio de uma carta sem remetente e afundo na vaga lembrança do que ficou para trás.

⁠Me dói Quebrou... Quebrou e eu tentei colar, costurar, remendar
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⁠Me dói Quebrou... Quebrou e eu tentei colar, costurar, remendar Uma tentativa frustrada de sentir algo, alguma coisa, alguém... Me dói não lembrar, dói não ter feito parte desse algo imperfeito Sentir saudade do que só aconteceu na história, nada de memória Me dói o que não foi sentido O que ficou na lembrança de uma foto Dizem que recordar é viver, de certo deixei de viver parte da minha vida Me dói não sentir essa dor que deveria ser compartilhada Dói não ter na memória que por você um dia fui amada.

Lágrima Beijou-me Me tomou em seus braços e debrucei
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Lágrima Beijou-me Me tomou em seus braços e debrucei Como aquele que ama mostra com sangue e lágrimas o que é amar Nada mais me restava Me ouviu e por isso lamentei Acalentador e sufocante Tudo que foi posto sobre a mesa Nada mais sentia Não fazia diferença se chegava ou se partia Te via todos os dias na lembrança distorcida das minhas memórias, era algo que eu desprezava em mim e por esse motivo a dor me escorria as bochechas.⁠

Anseio Repúdio o jeito inconsequente que você se tornou permanente Detesto esse querer desesperado pelo agridoce da continuidade
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Anseio Repúdio o jeito inconsequente que você se tornou permanente Detesto esse querer desesperado pelo agridoce da continuidade Queria conseguir controlar minha alma sedenta Abatida ao recordar o deserto e a miragem Ansiando pelo que considero necessário Nada mais do que um desejo infantil de ter Sujeito a esse capricho de conseguir o que se quer Sempre mastigando e cuspindo... E ontem nunca será hoje, mas o que será de nós amanhã?.

Ilusão Recuso-me a acreditar Hoje me peguei sonhando
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Ilusão Recuso-me a acreditar Hoje me peguei sonhando Imaginando novamente coisas inconsistentes sobre um futuro desejável aos olhos Vejo essa camada cinza sobre tudo que vislumbro Sinto isso queimar minha pele Uma brisa fria que me envolve A doce ilusão de ser De querer sentir De tocar o que foi perdido Profundo ao ponto de não sentir Tal qual calo no peito, já não me dói, já não me sinto e não alcanço Me escorre.

Distorção ⁠Tolice minha achar plausível a estabilidade do amor! Aquele que se diz “poeta” jamais… E que se tenha soado alto o suficiente para meu coração sinuoso entender — jamais saberá, mesmo que por finito, o que é ser assim a dois
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Distorção ⁠Tolice minha achar plausível a estabilidade do amor! Aquele que se diz “poeta” jamais… E que se tenha soado alto o suficiente para meu coração sinuoso entender — jamais saberá, mesmo que por finito, o que é ser assim a dois Ser assim menos sozinho Menos eu Delirante e ineficaz na tentativa de nós Talvez eu nem seja louco, talvez eu apenas tenha aceitado essa função que me foi dada há muito tempo: criar e assistir definhar a distorção que chamo de amor.

⁠O álcool da meia-noite Palavras… são elas tais, sem tirar nem por, muitas vezes, razão dos meus ais. Essas que rastejam pela sombra da noite e não precisam ser verbalizadas para serem ditas.
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⁠O álcool da meia-noite Palavras… são elas tais, sem tirar nem por, muitas vezes, razão dos meus ais. Essas que rastejam pela sombra da noite e não precisam ser verbalizadas para serem ditas. Proferem algo que o insano fará e o são achará louco. Vício esse que já não posso largar. Um tanto contraditório, pois tenho leveza e não sinto mal-estar. Indiferente, mas ainda assim feliz de um jeito que não sei e até se faz preferível não explicar. Distópico, convexo e módico. A dor já não me acomete mais, pois ontem cometi sincericídeo.