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Frases de Daniele Santana

7 frases

Lembra de mim Minhas mãos, procurando as tuas vazias, sem ação você, vivendo das sobras de tempo que outro alguém traz em vão.
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Lembra de mim Minhas mãos, procurando as tuas vazias, sem ação você, vivendo das sobras de tempo que outro alguém traz em vão. E eu? significo mesmo algo a ti? se nem tão pouco lembras que faz falta aqui? Tudo brisado, calmo e em constante fluxo que deixa um sim e foge do não essa vida lá fora com outros ocupa tanto espaço no teu coração? Sempre provável, talvez, à fora é sempre em sua vez Minha fila não anda mas esta senha grita tentando derrubar um pouco deste muro de espaços que te colocam distante de mim Se minha cabeça acostumou em te amar, não existe fim, nem vai acabar... e essa contínua e imparável mulher não cansa de falar que é sua mil vezes que não pode deixar já que existem paredes pinto nelas um futuro pra você eternamente ficar

E se eu não existisse? Parei pra pensar como seria se eu não existisse
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E se eu não existisse? Parei pra pensar como seria se eu não existisse fiz a voz se calar como se a mente dormisse E dos pensamentos fez-se trevas de escuridão imagino que sem mim não há porque de sim e não Como não há razão de ar nem fogo penso eu que nunca morro pois se morro não sinto quem sou Aqui se vivo, aqui se mando em ação, corpo e alma aqui se vejo , mato decisões da fala em forma de arma Em meu mundo mudo que desperta a cada segundo eu decido Se erro se acerto de olho ou finjo É do fingir que nasce a atuação pra fugir da vida E já que não quero me dar por vegetal continuo descobrindo uma vida eterna em meu fluxo mental

AQUELE DIA Naquela mesma rua Com o vento que cerra os olhos
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AQUELE DIA Naquela mesma rua Com o vento que cerra os olhos Nos passos lentos e forçados Quando a pressa deixa que os sons se façam diante do silêncio E as pessoas, sorrisos, olhares em busca de um motivo. O cotidiano que ao nosso redor acontece no prazer preciso As várias formas de cumprimentar o que passa E no futuro que rapidamente se torna passado Nunca existiu presente Essa mente que se preocupa com o futuro É a mesma que está presa ao passado Mas se não podemos voltar no tempo Fingimos que podemos controlá-lo E tiramos todas as xérox do que achamos que é permanente Para que não esqueçamos, para nos iludir com um “pra sempre”. E sempre voltamos, voltamos tentando resistir a nós mesmos. E achamos que tudo, amanhã, será novo. O depois não é diferente, é conseqüente.

SEMPRE FOI CEDO A carta que chega A resposta que se perde
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SEMPRE FOI CEDO A carta que chega A resposta que se perde A lagrima que cai O sopro que pede O beijo que distrói O valor que empreende O erro que dói A fraqueza que se vende A janela que conta A boca que mente O jogo que demora Tudo é tão de repente.... Os minutos que pedimos sempre passam O arrependimento não Onde estão as palavras certas? E as frases se vão Olhar as fachadas Nunca flutuar sobre os telhados Nas coisas erradas Nunca nos destinos trilhados Afirmar Negar Fugir Fingir Erro Nego? Por que as horas estão correndo? Onde está a luz no fim Vejo muitas delas piscando para mim A porta está fechada Não encontro uma entrada Cansei de procurar chaves Identidades são apenas um verde impresso Não vale sua liberdade Não diz a verdade E todos corremos para um final O começo sempre acaba Não existe apenas uma estrada Olhe! Continua muito igual Rasgou a lembrança Queimou a esperança Ninguém mais irá ler o que deve ser escondido E vasculham o passado Para dizer que se importaram Com duas palavras escritas na incapacidade de falar Os corpos estão separados no mesmo mundo E se algo restar O porquê vai se calar, Meu “Te amo” agora é nulo.

Calma! Calma! Calma! Por que pede calma? Se o faz com tanta impaciência. Calma, enfim vegeta, ilude a ação, inibe o som
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Calma! Calma! Calma! Por que pede calma? Se o faz com tanta impaciência. Calma, enfim vegeta, ilude a ação, inibe o som Acalme esta vontade de paz e liberte o sentido que traz Trazendo esse furacão de fazeres que arranca a jornada contínua do ser Essa vidinha que todos têm, que fazem como sempre, sem fúria Coloca esta cabeça pesada no travesseiro e dorme como se não houvesse madrugada Cala olhos, ouvidos e boca, cancela sentidos tão necessários Medita uma vontade quase exterior Faz dos medos sono, apenas sono Traz esse sonho outra vez mórbido, calado Num pesadelo cada vez mais silencioso Não continua, mas para! Evita lançar à frente Não há como ter calma, nem dormir São três horas dessa batida e sons eufóricos Dessa balada que não me deixou dormir Contei até dez! E o despertador fez o som finalizar o sono!

Faço - lhe um poema Pro meu coração falar Falo que ela é linda
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Faço - lhe um poema Pro meu coração falar Falo que ela é linda Mais ela não acredita O que posso narrar? Teu sorriso é lindo O mais lindo que já vi Mas ela não acredita O que posso relatar? Teu cabelo, aaaah teu cabelo não é liso nem cacheado nem tão ao menos crespo, tem um jeito diferente, falo que é atraente, mais ela insisti em não acreditar.. Oq posso declamar? Mas ela é desse jeito, com teu jeito sem jeito, em que me enobrece com teu jeito, que me faz pirar...