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Frases de Daniel Avancini Araujo

62 frases

Esse é só mais um dia, Logo passa. Em casa,
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Esse é só mais um dia, Logo passa. Em casa, O travesseiro conforta.

O que acontece quando ... Paro de agradar a todos; Deixo de romantizar a vida e seus relacionamentos;
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O que acontece quando ... Paro de agradar a todos; Deixo de romantizar a vida e seus relacionamentos; Torno-me mais empático; Entendo o que é amar; Amo meu corpo; Amo meu jeito; Vivo no meu tempo; Paro de me comparar; Não crio expectativas Paro de pensar no pensamento alheio; Me torno eu.

Danço em suas curvas Devaneio em seu sorriso Doce são teus lábios
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Danço em suas curvas Devaneio em seu sorriso Doce são teus lábios Divirto-me em teus braços Durmo em teu colo Dou-me por completo Duma vez, me afasto De você, nada quero Dose amarga de fel Deu-me para beber Dope-me mais uma vez Dissipe minha alma Desejo insaciável Deslumbrante Dói e nada sinto Divergente Dignidade já não há De novo e de novo Despido

O incerto sempre é certo Não temos domínio do depois A cada segundo vivemos um milagre
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O incerto sempre é certo Não temos domínio do depois A cada segundo vivemos um milagre A insegurança bate forte A pressão imposta A necessidade do imediato Tudo satura, desgasta Só nos resta viver Ou sobreviver Um dia de cada vez Pois é o que temos Não há momento ideal O amor não é um mar de rosas Amizades podem ser passageiras E nós, passageiros dessa vida Onde um caminho certo não há E nada, depende só de nós Como dizem

E ele estava ali Doce garoto Sentado em seu balanço
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E ele estava ali Doce garoto Sentado em seu balanço Olhando seu jardim Refletindo o irrelevante Pois é assim Sente o vento em seu rosto Indo e voltando Impulsionando o corpo, a vida Solta gargalhadas cativantes E sem medo de cair Salta do balanço Seus pés tocam o chão como lanças afiadas Seu sorriso se desfaz Ensanguentam todo o belo jardim Manchando de vermelho todo o verde Pouco a pouco chega a dor Já não há mais vento suave Pois é assim Que somos ensinados A viver

Depois que o sol se põe eu tropeço É tão estranho Eu continuo seguindo em frente
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Depois que o sol se põe eu tropeço É tão estranho Eu continuo seguindo em frente Sozinho Agora sou eu mesmo Vivendo um monólogo Ou qualquer outra coisa Vai ficar tudo bem Alguns dias são tão bons, outros, nem tanto Então hoje, eu abro mão Andando nas nuvens todo dia Com os pés sangrando Isso vai e volta, por que eu continuo voltando?

O caos sempre aparece Demorou mas veio Apareceu me desestabilizando
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O caos sempre aparece Demorou mas veio Apareceu me desestabilizando Não sabia o que fazer Até que vejo a luz no fim do tunel Saio em direção a ela Mas nunca é facil Meu corpo dói Meus pés calejados Já não aguento mais andar Até que vi você Algo em mim surgiu As forças se renovaram E tive esperanças de ser resgatado Ao me aproximar do fim Os olhos doem com a luz Perdi o costume Mas se adaptam rapidamente E percebo que as coisas mudaram Voce era só uma alucinação Mas obrigado!

Não digo o que penso Digo o que sinto E além disso, digo mais
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Não digo o que penso Digo o que sinto E além disso, digo mais Tudo bem não sentir Tudo bem e só No fim, tudo é só o começo No fim, temos as respostas ou não Respostas de perguntas que nem fizemos Não fizemos por medo ou não Medo do novo? Do inevitável? Ou do simples fato de estar vivo Sem controle Numa falsa liberdade que nos mantem vivos Alimentando na nossa alma Um mito da caverna Cada um com o seu Criando expectativas de um futuro que nem existe Aliás, o que seria existir? O que é viver? É ser um repetidor de sinais? Na verdade, nada é real Nada é bom e nem ruim Basta olhar de um novo angulo Sobreviver é mais facil do que imagina-se

Aquela cadeira de balanço Pra frente e para trás Esse é seu destino
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Aquela cadeira de balanço Pra frente e para trás Esse é seu destino Sua finalidade E sempre fará seu papel Dar conforto aqueles que já se cansaram Cansaram talvez do que nada fazem Cansados de nada serem Buscando o que não existe Vivendo o inevitável Uma vida de balanço Balanço este que não enjoa E nem para E nem deve Pois é sua função Dar movimento aqueles que mesmo parados Querem se mover Movem-se no vazio Na ilusão do simples ser Contentam-se nisso Numa vida de balanço

O mundo gira E nada muda A indiferença preenche
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O mundo gira E nada muda A indiferença preenche Lacunas que nem existem As vezes lembro O que era pra ser E nada cooperou Até que se torna claro Que nada precisaria acontecer Para que algo mudasse Pois não ia Por falta ou excesso de forças Nao dá pra saber, sempre assim A certeza da incerteza O grito da criança muda E olhar do cego Resplandece