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Frases de Danicarvalho4015

16 frases

A grandiosidade da alma A alma doce e pequena É sempre forte, mas serena.
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A grandiosidade da alma A alma doce e pequena É sempre forte, mas serena. Alma de amor, Alma de dor, Alma de horror, Alma de calor. Uma vida, Um respiro, Um sofoco, Um respiro. Contos e bagagens, Horas e viagens, Acalmando o eu, Caminho que sofreu. Contos e ferrolhos, Choro e escolhas, Alma sofrida, Alma querida.

Sobreviver... Minha vida... Sem paixão,
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Sobreviver... Minha vida... Sem paixão, Sem cor, Sem tempero. Nada move meu coração, Nada agita meus temores, Nem esquece meus amores. É o nada... do nada. Apenas SOBREVIVER. E assim, a cabeça dói, O coração palpita, Não de amor, mas de tremor. Minha vida sem jeito, Sem graça, Sem sal,. Meu dia a dia, na solidão, na ansiedade, Na escuridão.

A amiga solidão A solidão tem sido minha melhor amiga.
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A amiga solidão A solidão tem sido minha melhor amiga. A ansiedade, minha eterna companheira de buscas, buscas e mais buscas... Sem saber o que encontro, Sem saber o que procuro. Fala-me o amor, a paixão, a constÂncia. Tenho apenas o nada com o nada, da escuridão. Vivo por viver, com o sentimento do velho, do gosto, do fim. E a cada respirar, um desejo de partida. A cada amanhecer, a raiva de ver o dia chegar. Mas... Mesmo no breu, há um Deus que sussurra: - Ainda não é o fim. E na ponta de um fio, Seguro-me pois talvez, Lá na curva da vida, A luz volte a nascer.

Talvez Falo porque canto, Desabafo porque não tenho ninguém.
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Talvez Falo porque canto, Desabafo porque não tenho ninguém. Os que desejo, Estão distantes do que é real. Vivo do ideal, Mas a vida é chicote Golpeando as dores intensas do amor descontinuado da ferida que sangra, do peito que suspira, das noites mal dormidas. O peso é grande. Amigo? não os vejo... nem de longe. Não os incomodo com a minha dor. Minha mãe? Onde encontrá-la? Não liga, Não se aproxima, E eu caminho...só. Só o choro, Só o desencanto, Desencanto meu ego. Desencanto meu orgulho. Feridas que eram cicratizes, Brotam de novo, Como lavoura na primavera. Eapenas o desejo de ser Ou não ser, passam por mim. Talvez dramática, Tlavez manhosa, Talvez sem vida, Talvez...apenas talvez. E onde chegar? Não vejo o fim do túnel, Nem o caminho da volta... Ele é obscuro. E aida choro, Choro desmedido, do vazio em nada, do fundo do buraco. Mas... Mesmo no fundo do poço, Há uma voz que insiste: -Eu estou aqui! e mesmo sem forças, estendo a mão, na esperança que a luz me encontre.

Um delírio Foste sonho, Foste delírio,
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Um delírio Foste sonho, Foste delírio, Foste som e tempestade. Um bater do coração, Um encontro de antemão, Um caminho de perdição Um achado na multidão. Meu amor, Só você conta, És meu desejo, Vê se não apronta. Delírios navegam em mim. Desejos, sentimentos do que se aprofunda. Delírios do ser, Com gosto de devorar. Uma alma insana, Um sorriso, Uma dor, Um esvoaçar do ardor, Canta a luz do percurso, Sou o seu maior recurso.

Eu me esqueci de quem eu era Os jogos da vida, A roleta do eu,
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Eu me esqueci de quem eu era Os jogos da vida, A roleta do eu, Me fizeram flertar com a falta de identidade, que já não existe mais dentro de mim. O Eu que me possuia Foi tomado, Invadido, Destruido. E hoje já não consigo encontrar-me, Já não sei por onde rever- me, Submeto a subordinação, De uma alma cansada, Sobrecarregada, Sem paixão. Por que quem eu era, Sorria com gosto, Vibrava sem rosto. Sentia a pele do amanhecer, Nos olhares da escuridão. E esse eu que já não conheço, Que até desfalece, Não encontro mais em mim. Não acho por nada, Não vejo num olhar, Nem em lábios sedentos, Do alvorecer voraz. Eu me esqueci de quem eu era, Porque nas curvas da vida Abandonei-me.

Substituindo para quê? Cada flor da idade Cada caridade
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Substituindo para quê? Cada flor da idade Cada caridade Cada tempo Cada vento Nada substitui você. Você imperceptível Nada substituível Você é amor e vida Você é canção ouvida Substituir pra quê? Substituir por quê? Sem você eu não vivo, Sem você eu não respiro Sem você eu desvio.

Um novo ano chegou! Uma nova expectativa, Novos planos.
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Um novo ano chegou! Uma nova expectativa, Novos planos. Um novo ano chegou! Nova maneira de ver a vida, Novas formas de enxergar. Se emocionar E até mesmo de chorar! Para cada ano, Um novo projeto! Novas promessas Que podem ser cumpridas Ou não! Um novo ano chegou! E que tudo seja novo Em vidas velhas!

Alma temidas Já não temos a sua alma, Já não vivo o seu respiro
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Alma temidas Já não temos a sua alma, Já não vivo o seu respiro Almas temidas, Corpo e comidas. Já não temos seu desgosto, Já nem sinto o seu gosto, Nem vejo o seu rosto. Alma temida, Corpo e destemida Já não temo a sua veste, Já não sinto sua pele, Corpo e série, Já te vejo por perto Tão longe, não teme, Alma destemida.

Amor de vidro Amor de vidro é aquele Que se cuida com carinho,
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Amor de vidro Amor de vidro é aquele Que se cuida com carinho, Que se trata por todo caminho, Que se usa bem mansinho Para não se quebrar. O amor de vidro Se realiza com sonhos, Se macula com desejos, Se inventa sem pensar. Amor de vidro É auge, esteio, Êxtase e frenesí, Só se vive uma vez E depois mantém, Por toda vida com validez.

Entre Luz e Sombras Na vida... às vezes sou mocinha.
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Entre Luz e Sombras Na vida... às vezes sou mocinha. Outras vezes... vilã. E no silêncio entre um papel e outro, me pergunto: quem sou eu… afinal? Nunca sei quem fui nos olhos de quem me viu partir. Nunca sei quem sou no reflexo de quem insiste em me definir. Se faço o bem... me julgam mal Se tropeço no mal... alguém encontra em mim um bem que nem sei explicar. Que lógica é essa que me atravessa e me desfaz? Eu erro… tentando desesperadamente acertar. E acerto… quando já não me preocupo mais em errar. Ironia essa... Como se a vida risse da minha tentativa de controle. Sou luz? Ou sou escuridão? E por mais que eu procure respostas, a verdade me escapa… como água entre os dedos. Porque, no fundo, quem diz quem somos não somos nós. É o olhar que nos acolhe, ou o julgamento que nos corta. É quem nos vê… que nos inventa. E eu? Eu me desconheço. Sou verdade? Ou sou invenção de versões que criaram de mim? O que escondo… até de mim mesma? Há mistérios no meu peito que nem minha coragem alcança. Sentimentos que existem… mas nunca tiveram permissão para nascer em palavras. E assim eu sigo… fragmentada… contraditória… humana. Sendo mil em uma, e ainda assim… incompleta. Talvez… a grande verdade não seja descobrir quem somos. Mas aceitar… que somos feitos de perguntas. E não de respostas.