Mar de Sentidos Nunca pensei no poder das palavras Até precisar de algum jeito expressar
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Mar de Sentidos Nunca pensei no poder das palavras Até precisar de algum jeito expressar Minha mente é confusa, me usa e desusa E esse talento é uma barca no mar Não vejo um mundo tão escuro assim Posso ver, lá fundo, um futuro pra mim E eu já sinto o gosto do prêmio do esforço Pois, no breu do poço, vejo água fluir Esperança não morreu nesse vazio de sentido E ela dança com o ódio que bota tudo pra dançar Cada passo já é em falso, mas o equilíbrio é entretido E ele se mantém na festa até tudo acabar