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Frases de Curto

7 frases

A vida me leva, vou, e vou. Triste, queria levar a vida Mas vou, sem alterar o seu curso
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A vida me leva, vou, e vou. Triste, queria levar a vida Mas vou, sem alterar o seu curso A vida me leva, vou, mas já estou cansado Lúcido, quero sair do escuro A vida me leva, mas, já não sei se vou Posse recusar a rotina assombrosa da vida? Se sim, a vida não me leva, eu levo a vida Se não, eu só vou, mas, sempre na esperança de um dia não ir A vida continuará me levando, sem escolhas, apenas irei E agora? Vou, ou escolho para onde ir? A vida não me leva mais Estranho, não sei para onde ir Talvez só por isso que a vida me leva e eu vou Ela sabe onde ir, é fácil. Vou sempre para o mesmo lugar.

O passado é o desespero da alma O futuro é o alento que acalma Lembro do que fiz e penso no que farei
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O passado é o desespero da alma O futuro é o alento que acalma Lembro do que fiz e penso no que farei Sonhos A lembrança é dura mas não dura já que o futuro cura O que fui e fiz, pode ser muito menor do que o que serei e farei Poder pode, mas sonhos, são só sonhos E o presente? Esse que já foi futuro e logo será passado? Curou, ou continua duro? Não importa! Sonhos, são sonhos. O passado é o desespero da alma O futuro é o alento que acalma E o presente? Esse, apenas vivo, agora. Bom? Ruim? Aí, Depende pra onde eu olho Pra trás, só comparação Pra frente, sonho, só sonho.

⁠Ouve-se do Ipiranga verdades flácidas Contadas por profissionais de mentiras plácidas O povo heroico de retumbante engano
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⁠Ouve-se do Ipiranga verdades flácidas Contadas por profissionais de mentiras plácidas O povo heroico de retumbante engano Assiste cego sem perceber o dano A liberdade cantada em discursos fúlgidos Que Brilham na mente dos iludidos súditos Conquistam os votos com braço forte Impondo aos incautos, o próprio peito à morte Terra adorada, Pátria amada Onde suntuosos espelhos refletem grandeza Abaixo do céu risonho, no solo, a tristeza Bosques com vida e sonhos intensos Sem mãe gentil viram órfãos propensos Deitado eternamente a luz do céu profundo grilhão fulgura sem ver o sol no novo mundo Penhor da igualdade, juízo que não foge à luta És tu, Brasil, olhar manejado, preto e pobre perde a disputa Abastado com paz no futuro e onde se apaga o passado Ergástulo exclusivo para quem já veio do ralo Pátria amada, idolatrada, salve, salve Nossos sonhos intensos, salve, salve E o lábaro que ostenta estrelado Flamula em meio ao adeus isolado Vimos mais um filho teu que à terra desce Terra adorada Entre outros mil, és tu Brasil Ó Pátria ingrata

⁠DANÇA DO TEMPO Vivo o hoje sem medo. Minhas agruras são outras.
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⁠DANÇA DO TEMPO Vivo o hoje sem medo. Minhas agruras são outras. O passado ressurge. Transformando a insegurança em flagelo. Tenebroso futuro. Medo da dúvida. Vivo o hoje, Com fobia do amanhã. Mas nem sempre. Só quando repiso o passado. Pretérito trevoso, Assombroso. Fantasma que desvaira. Transforma o presente. De repente, lúgubre! Medo efémero Com hora marcada Vivo naquele passado. Vivo nesse presente. Agora sem medo. E vivo. Esperando a próxima grima. Mas vivo!

⁠Na superfície da emoção. Mora um sentimento estranho. Que perturba o coração.
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⁠Na superfície da emoção. Mora um sentimento estranho. Que perturba o coração. Que Impõe sigilo para razão. Sem demora vem a lágrima, Que escolta o olhar perdido. Com a lamúria viro a página, O desconsolo é repetido. Inexplicável que aborrece. Com procura imprecisa. Sentimento que entristece. Mistério que agoniza. Inalcançável leveza. Inabalável tristeza.